
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela lembra muito a Lisa Simpson: introspectiva, inteligente, irônica e meio amargurada com o mundo ao redor. Vive reclamando de injustiças, incômodos sociais e preconceitos, como quando critica gente desrespeitando comida nordestina em vídeo: “mt bizarro entrar nos comentários de um vídeo aleatório de comida e ver pessoas chamando uma comida de 'comida nojenta' ou coisas piores só pq é uma coisa típica em algumas partes do nordeste” e se incomoda com o uso raso de termos de psicanálise: “me irrita a quantidade de gente que usa essa frase em vários contextos sem saber nada de psicanálise”. Ela também é bem estudiosa/nerd, falando de faculdade, PET, rematrícula e leitura teórica: “minhas críticas que ninguém pediu: apesar desse livro ser mt mt bom e bastante esclarecedor pra entender a situação brasileira a leitura dele é um pouco difícil” e “pensando em rever reflexões de um liquidificador, porém dessa vez tentando assistir pela lente psicanalista que está nascendo e crescendo dentro de mim”. Ao mesmo tempo, ela é muito emocional, dramática e sensível, oscilando entre humor autodepreciativo e desespero, como em “sou a pessoa mais triste do mundo meu deus” e “eu vou me matar na frente dessa velha desgraçada”, o que lembra a intensidade da Lisa adolescente. O lado super fã de cultura pop (JoJo, Genshin, Madoka, games, música alternativa) e o sentimento de não se encaixar nas experiências dos outros, como em “ai pior que até hj tenho medo e agonia de não conseguir ter certas experiências que a maioria do meu ciclo teve qnd eram adolescentes”, reforçam ainda mais essa vibe de Lisa mais velha, meio gótica e cansada do mundo.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro, falando de cansaço social, rotina própria, ansiedade e preferências pessoais, com pouco foco em grandes rolês ou socialização extensa, o que aponta para I. Exemplo de foco em mundo interno e desconforto em situações sociais é a sensação de vulnerabilidade ao voltar da liga sem fone: “foi como se eu estivesse dentro daquele ônibus completamente pelada”, além de comentar a dificuldade em manter conversa no início: “pior que meu único problema é conseguir manter uma conversa qnd tô conhecendo alguém”. A forma como ligam coisas diferentes por associação subjetiva indica Intuição: por exemplo, ao conectar uma música específica com a 000 de ptn sem conseguir explicar racionalmente: “não sei explicar mas qnd escuto essa a 000 de ptn me vem na mente”, e o interesse em ler um filme pela “lente psicanalista” em formação: “pensando em rever reflexões de um liquidificador, porém dessa vez tentando assistir pela lente psicanalista que está nascendo e crescendo dentro de mim” – isso mostra foco em significados e camadas internas, típico de N. Na dimensão T/F, apesar de usarem muito palavrão e parecerem diretos, há um forte tom afetivo, moral e empático. Eles se irritam com desrespeito cultural e elitismo, por exemplo em relação à comida nordestina: “mt bizarro [...] ver pessoas chamando uma comida de 'comida nojenta' [...] só pq é uma coisa típica em algumas partes do nordeste”, e demonstram incômodo com o uso raso de termos de psicanálise: “me irrita a quantidade de gente que usa essa frase em vários contextos sem saber nada de psicanálise”. Também falam de medo de não ter vivido certas experiências como outras pessoas: “até hj tenho medo e agonia de não conseguir ter certas experiências que a maioria do meu ciclo teve”, o que mostra foco em valores, sentimento de pertencimento e dor subjetiva – tudo muito F. Na dicotomia J/P, o padrão é de vida meio caótica, sono desregulado e improviso, com mais reação do que planejamento. Eles falam de dormir tarde e sofrer quando as aulas voltarem: “ultimamente só tô indo dormir pelas 2/3 da manhã”, reclamam de faculdade, rematrícula e senha esquecida de forma meio desorganizada e reativa: “gag que botaram tutorial pra rematricula dps de 4 anos...” e “o conceito da sua senha do portal da faculdade ser um anime que vc nunca terminou nem a primeira temporada”. Mesmo em jogos, eles lidam com as coisas de modo flexível, tipo pegar personagem no pity e só depois pensar em time: “acho que nem tenho time pra ela mas veio no pity 30 então tá ótimo”, típico de P. Juntando tudo: introspecção forte, associações subjetivas, foco em valores pessoais, indignação moral e vida desorganizada, mas criativa e passional, se alinham muito bem com INFP – alguém idealista, sensível, com mundo interno rico, que desabafa intensamente online sobre frustrações, fandoms (JoJo, Genshin, Madoka, jogos, música alternativa) e injustiças cotidianas.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Psicologia, jojo e Genshin me criando desde 2000 e pouco. Nordestina míope que reclama da Enel, ama HIM além de Join Me in Death e ainda odeia a palavra ‘facul’.– @ilyzekey

Seu coquetel exclusivo
Um shot de café espresso bem forte representa as madrugadas viradas e o desespero de acordar às 5h, como em “não consigo dormir” e “amanhã vai ser um pesadelo pra voltar acordar as 5, capaz de ir virada amanhã pra faculdade”. O licor de chocolate amargo traz o lado azedo e amargurado, ecoando coisas como “acho que sou mt amargurada mesmo viu” e o ranço com certos termos e fãs em “palavras que tenho abuso de escutar: confra e facul” e “me sinto tão amargurada com esses fãs de join me in death”. A vodca com pimenta é o tempero explosivo que aparece quando ela surta com energia e queda de luz, como em “VAI SE FUDER ENEL” e “eu vou me matar ainda hj se essa merda cair de novo”. O xarope de frutas vermelhas simboliza o lado emotivo, otaku-gamer-romântico que vibra com games, anime e música – de “MEU DESTINO SEMPRE FOI SER JOJOFAG MESMO” a “you are my heaven tonight” e surtos com skins em jogos como “preciso que essa skin seja de SO”. Por fim, a espuma de leite com baunilha é o verniz fofinho de quem ama pão de queijo em “eu amo pão de queijo #amantesdepaodequeijo #paodequeijolover”, cuida do cachorro em jogos em “meu cachorro no stardew valley” e transita entre estudar psicanálise e sofrer com a faculdade em “pensando em rever reflexões de um liquidificador, porém dessa vez tentando assistir pela lente psicanalista que está nascendo e crescendo dentro de mim” e “faculdade desgraçada eu nao acreditoo”.

Sua Casa de Hogwarts
Os tweets mostram alguém com forte inclinação intelectual e analítica, muito típica da Corvinal. Ela demonstra interesse em teoria e crítica, como quando comenta o uso superficial de conceitos de psicanálise em “me irrita a quantidade de gente que usa essa frase em vários contextos sem saber nada de psicanálise” e quando fala de reassistir Reflexões de um Liquidificador sob a lente da futura psicóloga em “pensando em rever reflexões de um liquidificador, porém dessa vez tentando assistir pela lente psicanalista que está nascendo e crescendo dentro de mim”. Há também um gosto claro por aprender e discutir temas mais densos, como na crítica ao livro sobre a situação brasileira em “minhas críticas que ninguém pediu: apesar desse livro ser mt mt bom e bastante esclarecedor pra entender a situação brasileira [...]”. Ela curte estruturar opiniões, inclusive sobre música e fandom, como em “fico pra morrer qnd alguém pergunta em vídeo de banda x qual a melhor música ou melhor álbum, tipo é literalmente só vc escutar as músicas e decidir qual vc gosta mais...”, o que mostra um pensamento independente e crítico. Além disso, há um humor referencial e "nerd" (JoJo, Madoka, jogos, visual novels), como em “MEU DESTINO SEMPRE FOI SER JOJOFAG MESMO” e “se o filme de madoka sair no dia do meu aniversário acho que eu desmaio”, reforçando a identidade de alguém que vive muito no campo das ideias, referências e análises – o território perfeito da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música que mais combina com a eloisa é "Join Me in Death", justamente porque ela ama HIM ao ponto de reclamar de fã raso que só conhece esse hit, mostrando o quanto a banda é importante pra ela, como em “me sinto tão amargurada com esses fãs de join me in death, parece que him só tem aquela porra de música meu deus”. A letra, toda carregada de romantização da melancolia e do desespero, combina com o jeito intenso e dramático dela, visível em coisas como “sou a pessoa mais triste do mundo meu deus” e nos surtos de ódio e amor que ela tem no dia a dia. Ao mesmo tempo, ela é toda emo-irônica, falando de morte, se degolar ou se matar de forma exagerada, como em “eu vou me matar na frente dessa velha desgraçada” e “eu vou me matar ainda hj se essa merda cair de novo”, o que combina perfeitamente com o tom dramático e teatral da música. Mesmo quando está falando de rotina, faculdade, energia caindo ou insônia, tudo vem com esse peso emocional e uma certa doçura amarga, exatamente o tipo de vibe que Join Me in Death carrega. E o fato dela se incomodar com a superficialidade dos outros fãs reforça ainda mais que essa música é um símbolo forte da identidade musical e afetiva dela.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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ilyzekey
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