
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do Sauro lembra mais a Lisa Simpson: ele é obcecado por mídia, mas trata tudo com um tom meio intelectualóide-irônico, igual a Lisa quando mistura genuína paixão com elitismo cultural. Ele faz piada com consumir coisas “densas e complicadas” e com notas objetivamente corretas, como em “meu método é simples: 1. avalio a capa... com base nisso tudo eu dou uma nota objetivamente inquestionável e correta.”, o que soa como a versão shitpost da criteira Lisa cinéfila/leitora. Ao mesmo tempo, ele tem um lado muito autoconsciente e meta sobre consumir mídia, como quando diz que “eu também fazia a mesma coisa, até descobrir que eu não preciso mais consumir nenhum tipo de mídia (...) basta eu pedir um resumo simples pra alguma inteligência artificial”, algo que combina com a Lisa que vive comentando criticamente o próprio mundo. A fixação em ser “ético” até na zoeira, como em “fakelisters éticos estão lutando por um mundo aonde mídias vaõ ser consumidas em 3.25x!” e na sua localização/bio de "fakelister ético", lembra o senso moral forte (ainda que meio exagerado) da Lisa. Além disso, ele busca obras mais "cult, filosóficas, problemáticas" em “se a mídia: não é PROBLEMÁTICA, eu NÃO leio (...) não é CULT, eu NÃO leio (...) não é ASIÁTICA, eu NÃO leio (...) não é PEAK, eu NÃO leio”, o que ecoa a forma como Lisa procura sempre as coisas mais "elevadas" e fora do mainstream.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para o mundo interno do que para exposição social direta, falando muito de consumo de mídia, jogos e piadas internas de internet, e até fazendo humor com isolamento, como em "estou vivendo de forma maravilhosa todos os dias ou estou apenas tentando escapar do inevitável fudidocore...?", o que aponta para I. A maneira como tratam conceitos como “fakelisting ético”, consumo acelerado de mídia e metalinguagem sobre mídia — por exemplo "pessoal, já passou da época em que era crime fingir que assistiu ou jogou algo. ... normalizem o fakelisting por favor" e "eu também fazia a mesma coisa, até descobrir que eu não preciso mais consumir nenhum tipo de mídia basta eu pedir um resumo simples pra alguma inteligência artificial, algo que otimizou (e muito) o meu fakelisting." — mostra foco em ideias abstratas e sistemas conceituais, típico de N. Quanto a T vs F, mesmo quando falam de coisas pessoais ou de gosto, o tom é analítico, irônico e muitas vezes quase “teórico” (como em "meu método é simples: 1. avalio a capa... com base nisso tudo eu dou uma nota objetivamente inquestionável e correta."), com humor mais sarcástico do que acolhedor, sugerindo preferência por T. Em relação a J vs P, eles parecem caóticos, improvisados e brincam com falta de estrutura — mudando de jogo, mídia e obsessão com bastante flexibilidade, tipo "o bagulho é se render pra jogar gacha de menina cavalo mesmo" e "como faz pra abrir o uma musume sem o chefe do meu trabalho descobrir pqp" — o que se alinha bem com P. O fato de construir toda uma persona em torno de um conceito meio absurdo (fakelister ético), discutir metajogos de consumo de mídia e fazer piadas autorreferenciais como em "hoje é o meu aniversário ... infelizmente existe um protocolo da fakelistagem ética que me impede de fakelistar o meu próprio aniversário" é bem característico do estilo INTP: abstrato, autodepreciativo, irônico e altamente conceitual. Somando esses traços — introversão irônica, foco em ideias, análise lógica/humor seco e vida bem pouco estruturada — o tipo que melhor encaixa é INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Fakelister ético em tempo integral, avaliador de capas em 3.25x e sobrevivente de gachas de garota cavalo. Um dia eu termino uma VN de verdade.– @introbitionist

Seu coquetel exclusivo
O rum escuro envelhecido representa o lado culto, denpa e problemático das mídias que ele ama, em sintonia com o manifesto: “se a mídia: não é PROBLEMÁTICA, eu NÃO leio...”. O licor de café é a energia do viciado em midia que madruga em live, jogando e comentando, como quando chama alguém de “completo insano 5 da manhã ficando puto com kof2002” em este tweet. A cola zero é referência direta à sua tradição de ano novo e ao tom mais leve/irônico no meio de tanta densidade, como em “amanhã é dia de comprar aquela primeira coquinha zero do ano naquele modelo”. O xarope de gengibre picante simboliza o sarcasmo e a acidez com que fala de fandom, gatekeeping e cultura geek, por exemplo em “o gatekeeping está chegando a níveis assustadores”. Já o twist de laranja queimada é o toque performático e dramático do fakelister ético que vive entre telas e protocolos, ecoando o espírito de “existe um grande fakelister entre nossas telas” e sua cruzada por normalizar a fakelistagem em “normalizem o fakelisting por favor”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte dele é a obsessão meio irônica com conhecimento de mídia e metalinguagem, típica de Ravenclaw. Ele vive pensando em métodos de “otimizar” o consumo intelectual, como quando explica seu sistema de avaliação puramente analítico e estético em “meu método é simples: 1. avalio a capa, se for chamativa eu clico...” e quando assume que pode substituir o consumo de mídia por resumos de IA em “basta eu pedir um resumo simples pra alguma inteligência artificial, algo que otimizou (e muito) o meu fakelisting.”. Ele também demonstra um humor autoconsciente e muito referencial, citando personagens complexos e "edgy" como Ken Kaneki, Kim Dokja e Cid Kagenou em “Apenas três pessoas no mundo inteiro entenderam o Ken Kaneki de verdade...”, algo que aponta para uma identidade construída em cima de referências e interpretação de narrativas. Há um gosto explícito por obras densas, filosóficas e "problemáticas" em “se a mídia: não é PROBLEMÁTICA, eu NÃO leio [...] não é FILOSÓFICA, eu NÃO leio [...] não é ASIÁTICA, eu NÃO leio”, reforçando a valorização de complexidade intelectual. Mesmo o conceito de “fakelisting ético” mostra uma criatividade conceitual e um certo prazer em brincar com sistemas e categorias, como em “fakelisters éticos estão lutando por um mundo aonde mídias vaõ ser consumidas em 3.25x!” e “em breve farei um novo post explicando o básico sobre o fakelisting, podem aguardar.”. A combinação de ironia intelectualizada, amor por obras complexas e foco em “métodos” de consumo encaixa muito mais em Ravenclaw do que em Slytherin (ambição real) ou Gryffindor (heroísmo e impulso).

Seu filme

Sua música
A música Fake Plastic Trees combina perfeitamente com a persona de alguém obcecado com a ideia de falsidade e performance nas mídias, assim como o conceito de “fakelisting”. O próprio @introbitionist se define nesse universo de simulacro quando diz que existe um grande fingimento entre telas, como em “existe um grande fakelister entre nossas telas”. A letra de Radiohead fala de artificialidade, vidas encenadas e sentimentos verdadeiros em meio a coisas falsas, o que ecoa na maneira como ele romantiza e ironiza consumir (ou fingir consumir) mídia em posts como “pessoal, já passou da época em que era crime fingir que assistiu ou jogou algo... normalizem o fakelisting por favor”. Além disso, a melancolia existencial da música conversa com reflexões como “estou vivendo de forma maravilhosa todos os dias ou estou apenas tentando escapar do inevitável fudidocore...?”. No fim, Fake Plastic Trees captura tanto o humor autoconsciente quanto a sensação de vazio e artificialidade que ele transforma em estética pessoal.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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introbitionist
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