
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ele parece mais com a Lisa Simpson, mas em versão gay carioca, irônica e internet-core. Assim como a Lisa, ele é articulado, sensível e cheio de opinião, misturando militância e crítica social com humor em tweets como “uns gays se passam muito verdade ok mas fico de cara como as pessoas sao tao fodase com homofobia como se nao fosse opressao crime um bgl que mata ne”. Também demonstra preocupação intelectual/estética e orgulho de desempenho acadêmico, bem no espírito CDF da Lisa, quando fala de notas e trabalhos: “tirei 10 em laboratório... na minha opinião foi tipo um 10 da pitchfork” e “estética i tirei 10 estética ii tirei 9,8 estética iii tirei 10”. A veia artística e conceitual reforça isso, como em “criar coisas mais conceituais malucas faz com que as pessoas se distanciem” e no apego a referências culturais específicas, de Björk a K‑pop. Ao mesmo tempo, mantém um lado caótico, sensorial e meio exagerado (comidas, chocotone inteiro, bananinha com gelo) que lembra a intensidade emocional da Lisa quando ninguém entende o que ela sente.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: falam muito de interações sociais, dão opinião em tretas da timeline e se expõem sem pudor, como quando relatam comer um cento de salgadinho sozinho com foto (“comendo sozinho um cento de salgadinho”) ou contam do caixa surtando com a nota de 100 (“que pavor! fui em uma loja e paguei com uma nota de 100…”), claramente curtindo transformar qualquer experiência em narrativa pública. A preferência por intuição (N) aparece nas associações criativas e interpretações conceituais: eles ligam estética, arte e conceitos com facilidade (“criar coisas mais conceituais malucas faz com que as pessoas se distanciem…”) e poetizam até nota de laboratório comparando com review da Pitchfork (“na minha opinião foi tipo um 10 da pitchfork”). O eixo Feeling (F) se destaca pela forma como se posicionam a partir de valores e empatia, por exemplo na indignação com homofobia (“fico de cara como as pessoas sao tao fodase com homofobia como se nao fosse opressao crime um bgl que mata ne”) e na relação afetiva com infância e My Little Pony (“meu deus a vida e um sopro”). Já o Perceiving (P) surge na espontaneidade, impulsos e certa desorganização: comer chocotone inteiro várias vezes (“comi um chocotone inteiro”), decidir a comida pelo sobrenome italiano (“lembrei que eu também tenho sobrenome italiano e precisei pedir uma lasanha no ifood”) e esconder um desastre de cabelo para comprar tinta às pressas (“me dei conta da merda que eu fiz com o meu cabelo…”). O tom geral é brincalhão, imagético, emocional e cheio de associações livres, o que combina muito com um perfil ENFP: sociável, criativo, guiado por valores e pouco rígido em rotina e planejamento.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
20y, RJ. Estudo estética, como chocotone inteiro e dou aula quando precisa. Uma vez pedi lasanha só porque lembrei que tenho sobrenome italiano.– @iquecaqui

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte porém doce, igual a energia de quem janta um copo de bananinha porque “as vezes um copo de bananinha com gelo e janta sim” “as vezes um copo de bananinha com gelo e janta sim”. O licor de chocolate e o creme de chocotone representam a obsessão gostosa e meio caótica de “comendo um chocotone inteiro sozinho de novo” e “comi um chocotone inteiro” “comendo um chocotone inteiro sozinho de novo” “comi um chocotone inteiro”. O xarope de mate com limão vem da persona carioca de metrô e praia, que reclama do calor mas tá sempre no corre, como em “na minha opinião eu nao deveria passar calor, nao como carne vermelha, uso roupa de brecho e transporte publico” “na minha opinião eu nao deveria passar calor, nao como carne vermelha, uso roupa de brecho e transporte publico”. O bitter de ervas simboliza a acidez cult e meio irritada com o mundo, presente em “que preguiça eu tenho do povo do tiktok” “que preguiça eu tenho do povo do tiktok” e nas críticas à homofobia “uns gays se passam muito verdade ok mas fico de cara como as pessoas sao tao fodase com homofobia como se nao fosse opressao crime um bgl que mata ne”. Por fim, a espuma de proteína de soja é uma piada interna com o deboche ao macho de academia, como em “o cara que deve acreditar que proteína de soja dá ginecomastia” “o cara que deve acreditar que proteína de soja dá ginecomastia”, deixando o coquetel tão conceitual quanto os trabalhos estéticos de quem tirou 10 em estética “estética i tirei 10 estética ii tirei 9,8 estética iii tirei 10”.

Sua Casa de Hogwarts
A conta demonstra um interesse muito forte por aprendizado, análise e reflexão estética, o que é típico de Ravenclaw. Ele fala do desempenho acadêmico com orgulho técnico e comparações conceituais, como quando descreve o portfólio: “tirei 10 em laboratório [...] na minha opinião foi tipo um 10 da pitchfork, as obras foram as músicas e o portfólio foi o album !” e detalha as notas em Estética: “estética i tirei 10 estética ii tirei 9,8 estética iii tirei 10”. Há também uma preocupação com linguagem, analogias e excesso de conceitos, como em “nossa para que tanta analogia??? tipo assim a gente já tinha entendido na primeira” e na autocrítica sobre obras conceituais: “criar coisas mais conceituais malucas faz com que as pessoas se distanciem, sinto que meus trabalhos mais elaborados conceitualmente não atraem mt qm apreciaria algo mais figurativo”. Ele demonstra curiosidade cultural bastante ampla, indo de Ailton Krenak a k-pop e reality show: “após ler ailton krenak estou muito ocupado assistindo idol school no youtube”, além de referências a Björk, Monster High, My Little Pony e cultura pop em geral. O humor é frequentemente irônico e inteligente, como em “confundiram autista com barista” e “muitos são gays poucos são viados”, mostrando sagacidade verbal mais do que bravura Gryffindor ou ambição Slytherin. O conjunto aponta para alguém intelectual, criativo e analítico, encaixando muito mais em Ravenclaw do que nas outras casas.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com @iquecaqui é BRUACA, da Pabllo Vittar, porque tem essa mistura de deboche, orgulho viado e drama engraçado que aparece o tempo todo na forma como ele twitta. Ele é extremamente performático e caricato, desde o humor sexual-escrachado da bio (“Meu piru tá cheio de leite minha cabeça de neurose #blessed 💯”) até coisas como comer compulsivamente, tipo “almocei 4 hambúrgueres” e “comendo sozinho um cento de salgadinho”, que lembram o exagero de novela que tem na letra. Ao mesmo tempo, ele é todo consciente e crítico, como quando fala de homofobia em “uns gays se passam muito verdade ok mas fico de cara como as pessoas sao tao fodase com homofobia como se nao fosse opressao crime um bgl que mata ne”, o que dialoga com o orgulho ferido, mas empoderado, que a música traz. Tem também o lado sensível e meio dramático de artista conceitual, tipo “criar coisas mais conceituais malucas faz com que as pessoas se distanciem” e momentos de vulnerabilidade como “nao estou legal quero ficar no meu quarto”, que combinam com a persona intensa da música. No fim, ele é essa mistura de viado debochado, sentimental, exagerado e autoirônico — exatamente a energia de BRUACA.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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iquecaqui
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