
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito a Lisa Simpson: alguém obcecado por leitura, teoria e política, com um cinismo ácido sobre o mundo. Ele vive comentando teoria crítica e filosofia, como em “Michel Foucault e o Fim do Humanismo é uma puta aula teórica sobre o careca” e “mais dois livros do Foucault. falarei francês ate fevereiro.”, o que ecoa a nerdice intelectual da Lisa. A combinação de engajamento político de esquerda e ironia aparece em tweets como “diga o q quiser, é inegável q o Lula ta no top 3 figuras da história brasileira...” e “a América Latina persiste em negar a memória do Condor...”. Ao mesmo tempo, ele demonstra frustração com burrice alheia e senso crítico constante, como em “gente burra realmente existe e me assusta” e “acho legal como nos comentários há um orgulho em ser burro...”, bem no espírito de Lisa se sentindo deslocada em Springfield. Por fim, há um toque de autoironia e angústia intelectual — “há um tesão inexplicável q reside no parágrafo racha cuca, chato. sair não entendendo absolutamente porra nenhuma, esse é o sentido de tudo” — típico da Lisa tentando conciliar idealismo com um mundo que não acompanha sua linha de pensamento.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets sugerem alguém mais voltado pra dentro que pra fora, com um humor auto‑depreciativo e pouca sinalização de vida social expansiva, o que inclina a Introversão: ele fala de ler Foucault e Huizinga, vestibular, bebedeira e obsessões intelectuais, mas quase nunca de agito social em si, só em tom irônico, como em “sexta ou eu me mato ou bebo muito pela unesp”. A preferência por Intuição aparece na obsessão com teoria, história e política em chave abstrata — Foucault, Condor, imperialismo, Araguaia — por exemplo em “a guerra é um espetáculo narrativo. o sentimento de distante, a sensação de ocasional vacinam o sujeito de descontentar se diante da invasão do país alheio. o regime do Capital só reitera individualismo” e em “akinator tornou se um panoptico da informação”. O eixo T/F pende forte pra Thinking: ele argumenta com categorias históricas e políticas, chama visões de “erro conceitual crasso” em “ler o varguismo como simpatizante do nazismo é um erro conceitual crasso” e critica marxistas e decoloniais de forma dura em “o choro marxista referente aos de/contracoloniais delira e muito”, priorizando análise e coerência mais que harmonia interpessoal. A preferência por Perceiving aparece no tom caótico, improvisado e pouco planejado da vida: ele fala de beber demais em “eu bebi MUITO. puta que pariu”, de acordar com uma nova obsessão teórica em “acordei sem ressaca, mas com uma obsessão por revoluções moleculares” e não passa a imagem de alguém metódico ou estruturado, mas sim de quem segue o fluxo mental. No conjunto, o retrato é de um intelectual irônico, teórico, crítico, pouco soft nas interações e com vida meio desorganizada, o que se encaixa bem em INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Leio Foucault por esporte, defendo Petro por convicção e ainda zerei o jogo da Peppa. Em busca de um bom Guinness e de uma vaga na FFLCH.– @j_trimeto

Seu coquetel exclusivo
Um drink denso, escuro e um pouco cínico, como alguém que diz “preciso tomar a cerveja preta da guinnes.” e depois sai escrevendo thread sobre imperialismo e Araguaia no mesmo fôlego. A base de stout remete ao humor autodepreciativo de quem se define como “um inútil. mas é tão justo sê lo!” enquanto cita Foucault em rolê, embalado pela cachaça envelhecida que lembra o gosto por história, ditaduras e Condor em tweets como “a América Latina persiste em negar a memória do Condor.”. O licor de café é o combustível das madrugadas lendo o careca, tipo “Michel Foucault e o Fim do Humanismo é uma puta aula teórica sobre o careca” e comprando mais dois livros dele pra “falar francês até fevereiro” em “mais dois livros do Foucault. falarei francês ate fevereiro.”. O bitter de cacau traz o amargor político de quem solta pérolas como “os web comunistas e os nutricionistas são psyops da CIA.” e pede pra Deus derrubar salário de médico em “por favor deus faça o salário de médico cair pra acabar com essa leva de mediciners”. Por fim, o twist de laranja queimada é o toque teatral, dramático e meio sensual de quem sofre com o bigode natimorto em “a maior angústia da minha vida é meu bigode ser natimorto” mas ainda sonha em ser o Big Boss em “o sonho de todo homem reside na tentativa de mullet dar certo igual ao big boss”. É forte, amargo, irônico e inesperadamente sofisticado – exatamente o tipo de coquetel que alguém beberia depois de platinar o jogo da Peppa em “platinei o jogo da peppa.” e ir twittar sobre Marx, Pasolini e guerra como espetáculo narrativo em “a guerra é um espetáculo narrativo.”.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do Gui gira em torno de estudo, teoria e reflexão crítica, o que é bem característico da Ravenclaw. Ele demonstra amor explícito por leitura densa e filosofia, por exemplo quando celebra Foucault e teoria: “Michel Foucault e o Fim do Humanismo é uma puta aula teórica sobre o careca” e “há um tesão inexplicável q reside no parágrafo racha cuca, chato. sair não entendendo absolutamente porra nenhuma, esse é o sentido de tudo”. Também se empolga com obras difíceis e canônicas, como em “estou decidido. lerei as palavras e as coisas.” e quando descreve Huizinga com admiração intelectual: “Huizinga faz a Idade Média virar um romance na prosa”. Seu jeito de comentar política e história é analítico e conceitual, como em “a América Latina persiste em negar a memória do Condor...” e “ler o varguismo como simpatizante do nazismo é um erro conceitual crasso”, mostrando preocupação em refinar interpretações. Mesmo quando fala de jogos ou cultura pop, ele conecta a temas teóricos e históricos (“akinator tornou se um panoptico da informação”), o que reforça um traço de curiosidade intelectual e jogo de referências típico de um ravenclaw. Há traços de coragem política e ironia ácida, mas o eixo central da persona é o prazer em pensar, ler e elaborar, mais do que a busca por poder (Sonserina), bravura impulsiva (Grifinória) ou foco principal em lealdade e acolhimento (Lufa-Lufa).

Seu filme

Sua música
A música London Calling combina a mistura de ironia, desespero político e senso de caos que aparece o tempo todo no perfil do Gui. Ele vive comentando imperialismo, guerra e América Latina com raiva lúcida, como em “não surpreende. o ocidente se acostumou com o imperialismo agindo no Oriente… nunca se sabe se amanhã recomeça o Condor” e “a América Latina persiste em negar a memória do Condor… quem comemora o Chile hoje ri do sangue alheio”, o que casa com o clima apocalíptico e anti‑imperialista da letra. Ao mesmo tempo, ele tem um humor autodepreciativo e meio niilista, como no bio “um inútil. mas é tão justo sê lo!” e em coisas como “sexta ou eu me mato ou bebo muito pela unesp”, que combinam com o tom de colapso pessoal em meio ao colapso social. A obsessão com teoria crítica e Foucault em “Michel Foucault e o Fim do Humanismo é uma puta aula teórica sobre o careca” e “mais dois livros do Foucault. falarei francês ate fevereiro.” coloca ele bem no espírito punk‑intelectual do Clash: politizado, irônico e permanentemente em crise com o mundo moderno. No geral, London Calling representa bem essa mistura de desespero histórico, crítica ao sistema e vontade de rir enquanto tudo pega fogo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

Você gostou do seu Horóscopo?
Seu horóscopo tem 17 dias! Gere um melhor a partir dos seus tweets mais recentes, desbloqueie mais insights e use uma IA profissional mais inteligente!
j_trimeto
verde: confiante, amarelo: palpite, vermelho: incerto
Seguidores inativos? Verifique os seus!
Seguidores falsos/bots? Verifique os seus!
patrocinado por Circleboom