
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Amanda tem um lado muito opinativo, politizado e crítico, bem no estilo da Lisa. Ela fala abertamente sobre conservadorismo e direitos LGBT, como em “o conservadorismo em ascensão, a transfobia virando moda, milhares de pessoas lgbt sendo mortas, mas certeza que o problema é uma gravidez”, o que lembra a consciência social da Lisa. Também se irrita com hipocrisia religiosa e moralismo, vide “porra a vizinha uma hora dessa com gospel nas alturas, depois falo que não gosto de crente e tô errada ainda” e “imagina ver uma mulher dessas se empinando, de salto alto,carinha de quero pica e se sentir desconfortável”. Ao mesmo tempo, é extremamente fã, sensível e intensa com o que ama (Jão, filmes, livros sáficos), como em “meu peito ta doendo de saudades do jão” e “EU VOU VER O JOÃO VITOR AAAAAAAAAAAAAAAAAA (na tela de cinema, mas fds”, refletindo a paixão quase obcecada que a Lisa tem por suas causas e ídolos. E ainda mostra um lado nerd/cinéfila e leitora, com Letterboxd e livros, como em “queria seguir mais gente” e “Finalmente tenho o físico de uns dos meus livros saficos preferidos”, o que combina demais com a personalidade estudiosa e curiosa da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que reservados: interagem pedindo indicações e perfis, como em “moots me indiquem álbuns, pode ser qualquer artista, qualquer gênero” e “falando em letterboxd, qual o de vcs? quero seguir mais gente”, além de comentar constantemente a vida alheia e tretas de fandom, algo típico de quem ganha energia na troca com os outros. Há forte traço de intuição (N): pensam em padrões, metáforas e leituras profundas de relações, como em “penso demais sobre como o pedro em momento nenhum desistiu dele, com defeitos, paranoias, inseguranças, o pedro não desistiu. Ele escolheu ficar” e na análise de narrativas de eras e músicas de Jão, em vez de focar só nos fatos objetivos. A dominância do sentimento (F) é clara: posicionam-se a partir de valores e empatia, indignando-se com injustiças sociais em “o conservadorismo em ascensão, a transfobia virando moda, milhares de pessoas lgbt sendo mortas, mas certeza que o problema é uma gravidez” e defendendo artistas/fandoms com forte carga emocional, como em “propagandas que eu não caio (versão jão)… falar mal de pejão”. No eixo J–P, parecem mais perceptivos (P): são espontâneos, reagem no calor do momento (“acabei de voltar da natação e esse homem já quer me matar”), assumem mudanças de humor constantes com o sumiço do ídolo (“20 dias sem o jão e eu não sei por mais quanto tempo eu aguento”), e não demonstram grande foco em planejamento ou organização de rotina, mas sim em viver intensamente emoções e acontecimentos online. A combinação de sociabilidade, leitura simbólica de relações, alta intensidade emocional e espontaneidade se alinha bastante com o perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Fã profissional do Jão, crítica de filme em horário de almoço, leitora de fanfic à noite. Uma vez comprei ingresso de cinema só pelo drama.– @jaobizantino

Seu coquetel exclusivo
A Supernova do Pejão é forte, dramática e um pouco caótica, igual a alguém que sente o peito doer de saudade quando diz “meu peito ta doendo de saudades do jão” e ao mesmo tempo ri da própria desgraça em “ser fã do Jão e pobre é um castigo”. A cachaça envelhecida representa a intensidade e a brasilidade dela, que defende o pop nacional em “muito do pop americano é bem parecido com isso aqui... a unica diferença é que ta em ingles então todo mundo baba o ovo”. O licor de maracujá traz o drama azedinho-doce de quem vive o ship em “penso demais sobre como o pedro em momento nenhum desistiu dele” e surta com cada aparição de Jão e Pedro. O xarope de flor de sal com açúcar mascavo é a mistura de sal na ferida e carinho, ecoando a nostalgia melancólica de “devia ter dado mais valor pra epoca que o jão aparecia 2 vezes no mês, não era muito, mas tinha”. A espuma de água de coco é o toque de mar e de leveza, inspirado no bio poético “Algo entre o cheiro do mar e da casa de alguém que eu já fui”, enquanto o bitter de cacau fecha com um amarguinho adulto, igual à lucidez política de “o conservadorismo em ascensão, a transfobia virando moda... vcs tão focando em barriga de aluguel”.

Sua Casa de Hogwarts
A Amanda é muito guiada por paixões e lealdades fortes, mas a forma como ela se posiciona e se defende é bem mais estratégica, irônica e combativa do que suave ou conciliadora, o que puxa mais pra Slytherin do que pra Hufflepuff. Ela demonstra um senso de autopreservação e de “definir lado” muito claro, por exemplo quando comenta sobre o cenário político e LGBTQIA+: “o conservadorismo em ascensão, a transfobia virando moda, milhares de pessoas lgbt sendo mortas, mas certeza que o problema é uma gravidez. Por isso vocês são feitos de idiota, enquanto as pessoas de real poder querem nos ver mortos, vcs tão focando em barriga de aluguel”, usando um tom duro e estratégico para apontar quem é o verdadeiro inimigo. Ela também não tem medo de confrontar figuras e comportamentos problemáticos com ironia afiada, como em “imagina passar anos sem saber a própria sexualidade [...] e mesmo assim beijar o cara numa live pro mundo ver +” e quando fala do criador “pilantra” e da internet movida a hype: “ele ta no hype, ele vai onde da view e as pessoas chamam prq sabem que ele tem um público enorme. O que mais tem por ai é criador colando com o felca pelo mesmo motivo, mesmo ele sendo um bosta, a internet é assim”. Além disso, ela mostra um certo orgulho em ser provocativa e “perturbar a vida dos outros”: “eu adoro perturbar a vida dos outros vsfKKKKKKKKKKKKKK”, e uma ironia agressiva com moralismo religioso, como em “MARCA DA BESTA KAKAKAKAKAKAKAKVTMC não podem ver um loiro servindo que já vira a xuxa com dvd ao contrário e madonna fazendo pacto com diabo” e “'já vi muitas pessoas julgando as religiões, especialmente o catolicismo' KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK”. Essa combinação de lealdade intensa ao que ama (Jão, “pejão”, fandom), aliada a um jeito sarcástico, combativo, pouco paciente com hipocrisia e muito atento a jogos de poder e imagem, é um encaixe bem típico de Slytherin.

Seu filme

Sua música
A música Rádio combina com ela porque fala de um amor exposto, cheio de defeitos e paranoias, mas que persiste — exatamente como ela descreve o relacionamento de Jão e Pedro em tweets como “penso demais sobre como o pedro em momento nenhum desistiu dele, com defeitos, paranoias, inseguranças, o pedro não desistiu. Ele escolheu ficar”. Ela é assumidamente obcecada pela narrativa deles, como mostra em “quando você tinha certeza que jão tinha voltado com o pedro na era pirata mas não tinha como provar” e “acho muito interessante como o jão escolheu deixar as partes dele e do pedro discutindo pra mostrar que eles são um casal real e que nenhum relacionamento é perfeito”, e Rádio é justamente sobre transformar esse caos íntimo em algo público. A bio dela, “Algo entre o cheiro do mar e da casa de alguém que eu já fui”, também combina com o clima nostálgico e melancólico da música, que olha para o passado com carinho e dor ao mesmo tempo. Além disso, ela vive falando de como tudo lembra eles, como em “tudo me lembra #eles” e na fixação com o filme e as eras de Jão, o que reforça como Rádio — uma síntese desse relacionamento — é a trilha perfeita para quem ela é como fã e como pessoa.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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jaobizantino
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