
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O @jomaovitor lembra mais o Bart Simpson: irônico, desbocado, zoando tudo e todos, mas ao mesmo tempo com um lado esforçado que aparece quando o assunto é estudo. Ele tem um humor caótico e provocador, xingando geral em política e cultura, como em “'o mínimo q a pessoa tem q fazer é por pronome na bio né' pq q vc n vai tomar no seu cu” e “mto bom q agr os esquerdistas tão tacando fogo no NF mas como n tem dizer q o cara mentiu, tem q se preocupar em pedir pro governo censurar o vídeo”, bem no espírito anárquico do Bart. Ao mesmo tempo, ele se leva meio a sério como estudante, reclamando do ENEM e de notas, em “ficar um ano todo estudando e tirando notas absurdas em redação pra ter vergonha de aparecer com minha nota por aí é sacanagem demais” e “Reinstalei essa merda só pra dizer: EU QUERO QUE O INEP VÁ TOMAR NO CU”, que soa como o Bart quando ele se importa, mas não admite. A persona de “110%” também casa com o adolescente que faz pose de rebelde mas se dedica por trás, como em “vou parar de dar 100%, daqui em diante é 110%” e com a bio “cento e dez porcento”. Esse misto de rebeldia, sarcasmo e vida escolar intensa encaixa muito mais no Bart do que em personagens mais certinhos como a Lisa ou mais adultos como o Homer.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: apesar de serem muito ativos no Twitter, o foco é comentário e análise, não socialização ou exposição da própria vida social; há várias queixas de estudo, política e prova, mas quase nada de festas ou rolês, e até decisões de se afastar da rede, como em “como forma de preservar minha saúde mental e mirar nos estudos desse ano, decidi desinstalar o twitter por um tempo”. A preferência por intuição (N) aparece na tendência a analisar contextos amplos, política, mídia e comportamento social, como em “ganhar like no twitter é mto fácil é só ser pacheco de esquerda” e “pessoal se perde nisso de ser contra a estética de arquitetura vigente, n dá pra apoiar essa estética the last of us nos prédios grandes po”, indo além do detalhe concreto para discutir padrões, ideologia e estética. A postura é marcadamente Thinking (T): ele argumenta com sarcasmo e lógica impessoal, mesmo em temas sensíveis, como em “até pq todo site de notícias só fala a verdade né filho da puta” ou “fake news completa, só pra atrair like de qm acha que não foi bem”, priorizando coerência e crítica a vieses, ainda que soe duro. O lado Julging (J) aparece no foco em planejamento, metas e estrutura: fala de cursinho, vestibular, ENEM, desempenho e frustração com organização institucional, como em “Ferretto assinado agr é ficar o ano todo pensando no vestibular + curso”, “ficar um ano todo estudando e tirando notas absurdas em redação pra ter vergonha de aparecer com minha nota por aí é sacanagem demais” e na irritação com prazos do INEP em “7 DE ABRIL???? CARALHO INEP?”. A combinação de análise fria, ironia política, foco em desempenho acadêmico e necessidade de estrutura sugere fortemente INTJ: alguém orientado a objetivos, crítico, com visão de sistema, que usa o Twitter como válvula de expressão intelectual e sarcasmo, mais do que como espaço de socialização afetiva.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Vestibulando em tempo integral, comentarista político em horário estendido. Reclamando do ENEM desde que descobri o que é competência C3.– @jomaovitor

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida forte representa o jeito intenso de viver e estudar, tipo quando ele fala que vai parar de dar 100% e passar pra “daqui em diante é 110%”, e também a meta de gabaritar tudo como em “se quem estuda pro ITA se frustra... eu vou começar a estudar pro ITA e aí eu gabarito o ENEM”. O licor de café amargo é a insônia de vestibulando e a pior semana de estudos, lembrando o desespero de “pior semana de estudos do ano pt1” e o drama do ENEM em “Reinstalei essa merda só pra dizer: EU QUERO QUE O INEP VÁ TOMAR NO CU”. O xarope de pimenta com toque de limão é a acidez das respostas e o ódio declarado, tipo “irmão pq vc nao vai se fuder” e “até pq todo site de notícias só fala a verdade né filho da puta”. A espuma doce de baunilha vem por cima pra lembrar que por baixo da pistolagem tem afeto, como em “a cada 3 segundos eu digo pra mim mesmo 'estou com saudade da minha mulher'” e no carinho em “posso não concordar com o que minha mulher fala mas eu ouço... só pra ouvir a voz dela”. Por fim, o bitter de laranja fecha com aquela nota cínica e política de quem vive chamando o caos de inacreditável, como em “tem coisas que são inacreditáveis” e nas porradas em Lula, esquerda e afins em “pode acusar o lula de genocida tmb?”. Esse drink é forte, ligeiramente amargo, picante e com uma camada doce: exatamente um timeline líquido de alguém que é, como diz a bio, cento e dez porcento.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais marcante dele é a ambição focada em resultado e autoaperfeiçoamento, bem cara de Slytherin. Ele vive falando de estudo e vestibular com mentalidade de grind: assinou o Ferretto e já associou isso a um ano inteiro de foco pesado em prova e curso (“Ferretto assinado agr é ficar o ano todo pensando no vestibular + curso 🥶🥶🥶”), pensou estrategicamente em mirar num alvo ainda mais difícil pra gabaritar o ENEM (“se quem estuda pro ITA se frustra com a prova que estuda mas sempre gabarita o ENEM, eu vou começar a estudar pro ITA e aí eu gabarito o ENEM”) e até aumentou a própria meta pessoal (“vou parar de dar 100%, daqui em diante é 110%”). Ele também é extremamente combativo e sem medo de confronto, xingando o INEP ao reinstalar o app só pra reclamar (“Reinstalei essa merda só pra dizer: EU QUERO QUE O INEP VÁ TOMAR NO CU”) e partindo pra cima de quem discorda dele em política e cultura, muitas vezes de forma agressiva (“até pq todo site de notícias só fala a verdade né filho da puta”). A forma como ele enxerga o Twitter em termos de números e ‘meta-jogo’ também tem um quê de cálculo e oportunismo slytheriniano – ele lê like/comentário como ferramenta e padrão, não só validação (“54k de likes, 260 respostas (90% criticando) NUNCA falha”, “200K de like e só 1K de comentários twitter é um lugar extremamente organico”). Apesar de ter momentos de frustração e autoironia, o fio condutor é: ambição alta, obsessão com performance, disposição pro conflito e um certo orgulho em ir contra a manada — um perfil bem típico de Slytherin.

Seu filme

Sua música
A música CARTA ABERTA combina bem com o jeito intenso, irônico e revoltado do joao, que vive tudo no talo — ele mesmo assume isso quando diz que vai largar o 100% e subir pra 110% em “vou parar de dar 100%, daqui em diante é 110%”, o que lembra o tom de desabafo e entrega total da música. A faixa tem essa vibe de catarse contra tudo que irrita, o que combina com surtos dele como “Reinstalei essa merda só pra dizer: EU QUERO QUE O INEP VÁ TOMAR NO CU” e “NÃO PREENCHI O CARTAO RESPOSTA TODO VAI SE FDER”. Ao mesmo tempo, o som passa aquela energia de corre, pressão e frustração constante, muito parecida com a rotina dele de vestibulando em “pior semana de estudos do ano pt1” e com a cobrança em cima de si mesmo em “ficar um ano todo estudando e tirando notas absurdas em redação pra ter vergonha de aparecer com minha nota por aí é sacanagem demais”. A postura crítica, meio pistola com política e internet, também tem tudo a ver com o tom de resposta ao mundo que a música carrega, como se cada tweet ácido dele fosse mais um verso dessa carta aberta pra timeline.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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jomaovitor
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