
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Juliane parece uma versão mais caótica e lésbica da Lisa Simpson: intelectual, politizada, meio deprimida, mas ainda assim irônica e afetuosa. Ela é de Biologia na UNIRIO e vive pensando demais sobre tudo, inclusive religião e ciência, como em “eu perguntando pro meu amg (ex)crente se os filhos de Adão e Eva tava transando entre si com a maior cara de nojo”, algo bem Lisa questionando a lógica do mundo. Também mostra engajamento crítico e consciência social em debates sobre gênero e trabalho, como em “o demográfico de mulher que NAO TRABALHAVA nos anos 70 era bem específico na real... trabalho doméstico também é trabalho.”. Ao mesmo tempo, lida com saúde mental e solidão de forma muito honesta, em tweets como “vc sabe q tá bem quando seus pais param pra conversar sobre a possibilidade de te internar” e “me sinto extremamente solitária mas meio q é minha culpa”, o que lembra a vulnerabilidade da Lisa. E, como a Lisa, ela tem um senso de humor afiado e meio dramático, oscilando entre autoironia e desespero cômico em coisas como “esse ano fiz speedrun de como destruir a própria vida” e o amor intenso por gatos em “amo gatinhos”.

Seu tipo de personalidade MBTI
A conta parece mais voltada pra desabafos, humor interno e hobbies solitários (sudoku, TFT, leitura na esteira), o que sugere introversão (I): ela fala de se sentir extremamente solitária (“me sinto extremamente solitária mas meio q é minha culpa”) e de dificuldade de interação presencial (“genuinamente acho q desaprendi a me comunicar pessoalmente”). O foco em emoções, identidade e significados – sexualidade, gênero, saúde mental, espiritualidade irônica – indica intuição (N): por exemplo, refletindo sobre discussões de identidade e transfobia (“engraçado que essa discussão de lesbica nb rapidamente virou transfobia generalizada…”) e sobre o impacto de estruturas sociais (“o demográfico de mulher que NAO TRABALHAVA nos anos 70 era bem específico…”). Ela prioriza claramente valores e sentimentos sobre lógica fria, típico de feeling (F), especialmente quando fala de si com extrema autocrítica (“odeio eu mesma”) ou da dor de amigos e de si mesma (“só queria desabafar 3 da manhã pq o mundo é tão cruel Deus da uma folga pro meu mano pfvr”, “vc sabe q tá bem quando seus pais param pra conversar sobre a possibilidade de te internar”). Apesar de ter metas e listas (malhar mais, sobriedade, bíceps bonitos) e de mostrar disciplina com academia (“fui pra academia, li livro na esteira, fiz hidratação do cabelo… = saúde mental reestabelecida”), o tom geral é caótico, autoimpulsivo e pouco estruturado – reclamando de noites trocadas (“uma noite em claro, e outra entrando em coma batendo 12h de sono virou rotina”) e de passar o dia jogando antes de fazer trabalho (“quando vc tiver q fazer trabalho as 2h da manhã pq passou a tarde tentando subir de elo no tft aí vc faz o L”) –, o que combina mais com perceiving (P) do que com J. O conjunto de introspecção intensa, foco em valores pessoais, sofrimento emocional exposto e vida meio desorganizada encaixa bem com INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Bióloga UNIRIO, defensora de gatos reais, sudoku e lesbianismo. Já li livro na esteira da academia e sobrevivi ao trânsito do Rio (quase).– @julianeepa

Seu coquetel exclusivo
Uma base de cachaça envelhecida defumada representa o álcool com vibe autodestrutiva e sexualizada de tweets como “álcool com gostinho de quero me sexualizar” e o caos de “esse ano fiz speedrun de como destruir a própria vida”. O licor de manga é doce e tropical, direto da fruta favorita dela em “fruta fav manga”, trazendo o lado carinhoso, fofo e meio caótico de quem tuita “amo gatinhos”. O xarope de mate gelado artesanal traduz o chá mate querido em “bebida fav chá mate caseiro geladinho” e o jeitinho carioca de “cant have shit in Rio de janeiro”. O suco de limão tahiti entra pra garantir a acidez irônica de quem manda “desista dos seus sonhos e morra” e reclama de Master Yi em “boa tentativa, mas master yi top 1 campeões para morrer antes de jogar”. Por cima, uma espuma de água tônica com glitter comestível verde homenageia as plantas de Biologia UNIRIO 🌿 e a Zyra em “eu e zyra (só que é uma versão humanizada e as barbatanas verdes foi o mais próximo que chegei das planta da cabeça dela”, além de brilhar tanto quanto a autoconfiança lésbica em “obrigada Deus por me fazer gostosa” e “mt bom ser lesbica”.

Sua Casa de Hogwarts
Juliane mostra um apego grande a estudar e aprender, tanto na faculdade de Biologia quanto fora dela: ela lê livro na esteira da academia (“fui pra academia, li livro na esteira, fiz hidratação do cabelo e passei matizador = saúde mental reestabelecida”) e se apresenta explicando fatos sobre si com prazer quase nerd (“Fatos inúteis sobre mim altura 1.58 signo aries música stupid intruders [...] hobby sudoku”). Ela também curte desafios lógicos, como sudokus, e chega a pedir algo mais difícil porque resolveu rápido demais (“resolvi o sudorkle em menos de 30 minutos me sinto igual uma drogada preciso de um sudoku mais difícil”), o que é bem típico do espírito analítico e competitivo de Corvinal. Em discussões, ela se preocupa em argumentar com informação e nuance, como quando corrige ideias simplistas sobre mulheres que "não trabalhavam" e fala de recorte de classe e raça (“o demográfico de mulher que NAO TRABALHAVA nos anos 70 era bem específico [...] trabalho doméstico também é trabalho”). Mesmo em assuntos leves, há um olhar crítico e metacognitivo, como na reclamação sobre nomes de ship “impesquisáveis” (“minha opinião impopular é que eu n gosto muito de nomes de ship assim pq apesar de bonitos, eles são IMPESQUISAVEIS !!!”) e na análise de golpes, internet e IA de forma bem racional (“vsf tentaram me passar golpe envolvendo dinossauro a população autista sendo alvo mais uma vez”, “não aguento mais ver vídeo de ia de bicho pqp me devolvam a Internet antiga cheia de gatos REAIS”). Esse conjunto de curiosidade, espírito crítico, prazer em resolver puzzles e gosto por conhecimento aponta muito mais forte para Corvinal do que para as outras casas.

Seu filme

Sua música
A música Brabo combina muito com a forma como a Juliane mistura vulnerabilidade, tesão e autoconfiança. Ela é assumidamente sapatão e bem direta sobre desejo, como em “tô com fome de lesbica nb” e “beijo lésbico quente”, o que casa com a vibe ousada e lésbica da música. Ao mesmo tempo, ela se afirma e se acha gostosa em “obrigada Deus por me fazer gostosa” e vive postando sobre corpo, treino e autoestima, o que combina com o refrão empoderado. A persona dela é meio caótica, irônica e dramática – tipo em “esse ano fiz speedrun de como destruir a própria vida” e “quero me matar da silva” – mas ainda assim cheia de fogo, o que também aparece na letra. Brabo é basicamente a trilha sonora de uma lésbica intensa, safada, cansada e ainda assim poderosa, exatamente a energia que ela transmite.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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julianeepa
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