
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Kalle lembra mais a Lisa Simpson: sensível, autoconsciente, crítica com o mundo e muito dura consigo mesma. Ela mostra lucidez e senso de justiça em relação a transtornos alimentares e saúde mental, como quando desabafa sobre comparações e invalidações: “PUTA QUE PARIU, parem de postar foto de vcs no menor peso como “antes da recuperação”. isso faz quem já tá mal achar que precisa piorar pra merecer ajuda. sofrimento não tem peso mínimo...” e “Certos comentários que eu leio são tão ignorantes q me fazem querer processar a professora que me ensinou a ler. Para se recuperar de um t.a [...] a pessoa NÃO precisa estar em peso baixo...”. Ao mesmo tempo, se sente sobrecarregada, cansada e "diferente" dos outros, como quando fala de atrasos de vida e do impacto do TDAH e do t.a nos estudos: “eu me sinto mto atrasada em comparação com as outras pessoas, pq enquanto as pessoas da mesma idade estavam preocupadas em namoro,crush e ect... eu tava ocupada pensando em emagrecer” e “odeio ter q escolher entre ser magra ou ter notas que prestem, eu já sou toda fudida de tdah e transtorno de aprendizagem ai ter essa porra de t.a só me fode mais ainda”. Como a Lisa, ela é muito reflexiva sobre a família e mágoas da infância, questionando o cuidado dos pais: “se meus pais realmente tivessem me protegido e cuidado de mim de verdade eu poderia ter tido uma infância bem mais leve” e “PUTA QUE PARIU EIN, minha mãe culpa meu pai pelo meu t.a e meu pai culpa minha mãe pelo meu t.a, sendo q no final a culpa É DOS DOIS PORRA”. Ela também tem um lado fofo, sensível e carente de afeto, muito Lisa-criança, quando fala de bichinhos de pelúcia e de querer colo: “ADORO BICHINHOS DE PELÚCIAAAA ! :3” e “eu quero receber colo, receber amor e conforto enquanto eu fico com meus brinquedos e bichinhos de pelucia, quero ser a criança que eu não pude ser por conta desse transtorno maldito”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela parece mais introvertida (I) do que extrovertida: fala muito de se isolar, como em “fdskkk vou me trancar no meu quarto hj pra ela endender q eu nao quero conversa”, e de recusar eventos sociais por insegurança corporal, como em “acabei de recusar ir em uma festa de aniversario q eu queria ir pra dar uma socializada mais recusei pq não quero engordar.”. Mostra traços claros de intuição (N) ao refletir sobre infância, família e identidade, por exemplo em “se meus pais realmente tivessem me protegido e cuidado de mim de verdade eu poderia ter tido uma infância bem mais leve, queria saber como eu seria essa 'eu' se eles tivessem realmente cuidado de mim”, indo além de fatos concretos e entrando em significados emocionais e hipotéticos. A preferência por sentimento (F) aparece na forte ênfase em sofrimento, validação e empatia com outras pessoas com T.A, como em “sofrimento não tem peso mínimo” e na irritação com comentários que invalidam a dor alheia em “Geralmente, esse pessoal nunca passou nem por 1% do que qualquer pessoa aqui do ed passa e quer dar opinião como se nós fôssemos um bando de adolescentes frescos”. Ela também parece mais perceptiva (P) do que julgadora: vive em ciclos de recaída e tentativa de recuperação, sem planos rígidos, como em “eu nao sei oq eu to fazendo, eu quero me afundar no t.a mais ao mesmo tempo eu quero melhorar pq minha psicóloga tá enchendo o saco no meu pé” e “voltei pra essa porra, to fazendo omad hj e amanhã eu vejo oq eu vou fazer”, mostrando decisões muito momentâneas. Além disso, o jeito emotivo, idealista e autocrítico com que fala de amor, acolhimento e cicatrizes, como em “meu sonho é achar alguém que beije minhas cicatrizes e diga que está tudo bem”, combina bastante com o padrão INFP: introspectiva, movida por sentimentos profundos e valores pessoais, mas com dificuldade em estruturar esses valores em ações estáveis.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
lesbian nerd com TDAH que ama pelúcias, café da manhã e thread organizada. entre recaídas e recuperação, tentando existir sem perder a prova de matemática.– @Kallekcals

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte, mas fofinho, igual a vibe de alguém que solta um “PQP EU ME ODEIO MTO” e ao mesmo tempo posta bichinho de pelúcia dizendo “ADORO BICHINHOS DE PELÚCIAAAA ! :3”. A vodka de baunilha representa o gelo no peito e o perfeccionismo de contar cada caloria desde criança, como quando ela fala “to pensando em começar a andar com as minhas cicatrizes de sh expostas”. O licor de cereja azedinha é o drama, a raiva e a língua afiada dos surtos tipo “Puta que pariu ein, agr todo mundo tem ana, né sua songa monga do crlh”. A espuma de iogurte com whey e calda de cheesecake é a parte sonhadora e foodie que diz “Eu ADORO comer mingau com whey e barrinha” e grita “EU ADORO CHEESECAKE É UMA DAS MELHORES COMIDAS DO MUNDOOOOO”, mas sempre com culpa. O bitter de cacau entra como o peso do t.a, da insônia e da fase lútea infernal de “a fase lútea é uma merda mesmo né?”. E o açúcar rosa na borda é o lado infantil, lesbiânico e colorido que vibra com “OBAAAAA, eu adoro a pinkie pie !!” e quer só colo, brinquedos e recuperação, como em “eu quero receber colo, receber amor e conforto enquanto eu fico com meus brinquedos e bichinhos de pelucia”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra um padrão forte de coragem para se expor e bater de frente, mesmo em temas sensíveis. Por exemplo, enfrenta diretamente comentários ignorantes sobre transtornos alimentares, como em “PUTA QUE PARIU, parem de postar foto de vcs no menor peso como “antes da recuperação”. isso faz quem já tá mal achar que precisa piorar pra merecer ajuda. sofrimento não tem peso mínimo...” e em “Certos comentários que eu leio são tão ignorantes q me fazem querer processar a professora que me ensinou a ler. Para se recuperar de um t.a [...] a pessoa NÃO precisa estar em peso baixo...”, o que mostra que ela se posiciona publicamente contra injustiças mesmo em uma comunidade cheia de gatilhos. Ela também confronta diretamente pessoas que diminuem o sofrimento alheio, como em “Puta que pariu ein, agr todo mundo tem ana, né sua songa monga do crlh [...] sofrimento é algo que não se mede !” e em “caralho ein, comentar uma merda dessas em um post de alguem em REC DE T.A só pra pagar de the best é feio pra cacete...”, revelando um senso combativo e impulsivo bem típico de Gryffindor. Além disso, ela se arrisca a falar de temas pessoais e vulneráveis em público, como auto lesão e recuperação, em “quebrei meu rec de 1 ano sem sh” e “to pensando em começar a andar com as minhas cicatrizes de sh expostas ano q vem na escola, tipo fds, nao aguento mais usar casaco”, o que indica ousadia em mostrar quem é apesar do medo de julgamento. Mesmo quando reconhece medo e sofrimento, ela encara conflitos com a mãe, com o pai e com a própria comunidade, mantendo uma postura de enfrentamento e defesa do que considera certo, o que se alinha mais à coragem impulsiva de Gryffindor do que à estratégia fria de Slytherin ou à discrição típica de outras casas.

Seu filme

Sua música
A faixa Traumatized combina muito com a forma como a Kalle fala de crescer em um ambiente difícil e carregar essas marcas até hoje, como quando diz que “se meus pais realmente tivessem me protegido e cuidado de mim de verdade eu poderia ter tido uma infância bem mais leve”. A música fala de tentar seguir em frente mesmo estando cheia de cicatrizes emocionais, o que aparece em posts como “meu sonho é achar alguém que beije minhas cicatrizes e diga que está tudo bem” e “to pensando em começar a andar com as minhas cicatrizes de sh expostas ano q vem na escola”. Ela oscila entre querer se afundar no transtorno alimentar e desejar melhorar, como mostra em “eu nao sei oq eu to fazendo, eu quero me afundar no t.a mais ao mesmo tempo eu quero melhorar”, o que combina com o tom ambivalente da música sobre trauma e tentativa de cura. Além disso, a sensação de estar "atrasada" e roubada pela doença, em “eu me sinto mto atrasada em comparação com as outras pessoas [...] eu tava ocupada pensando em emagrecer”, ecoa o clima melancólico e introspectivo da canção. No geral, a mistura de vulnerabilidade extrema, humor ácido e cansaço emocional que ela mostra em tweets como “porra eu tô dês dos meus 9 anos com essa merda de transtorno e até hoje nada nunca é suficiente” reflete bem a atmosfera de Traumatized.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Kallekcals
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