
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O jeito do @kalrypton lembra mais a Lisa Simpson: muito opinativo, analítico e obcecado por detalhes de estudo, notas e sistemas, como quando discute corte de Medicina e TRI em vários tweets, por exemplo em “nota de corte de medicina na uftm 822” e “em média simples eu nunca vi o enem chegar a isso…”. Assim como a Lisa, ele vive meio frustrado com a mediocridade alheia e a desinformação, tipo em “mano, acabei de me deparar com alguém perguntando se autismo é herança masculina. não dá” e “as pessoas são mentirosas descaradas mesmo e querem atribuir cultura pra essa porra”. Ele também tem uma autoconsciência meio amarga e uma sensação de deslocamento social, como em “cara, em certo momento da minha vida era um hábito me comunicar com ao menos uma pessoa durante o dia… hoje eu facilmente fico sem conversar por anos”. A combinação de intelectualização (Enem, Sisu, cursos, engenharia, possibilidade de trocar pra matemática em “o que me deixa um pouco complexado é que se eu mudar pra matemática eu vou ter que fazer cálculo i e gaal DE NOVO”) com indignação política e social, como em “o que prejudica a esquerda é garantir um lugar que qualquer pessoa possa mijar, claramente.”, é muito Lisa. Até o humor ácido e levemente dramático em coisas como “parem de falar para as pessoas seguirem os sonhos delas” combina com o jeito dela de ser lúcida demais pro mundo em volta.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro, falando de férias longas, ficar sem conversar por muito tempo e de angústias acadêmicas em tom introspectivo, como em “cara, em certo momento da minha vida era um hábito me comunicar com ao menos uma pessoa durante o dia, não importa o meio, hoje eu facilmente fico sem conversar por anos” e “eu ainda fico impressionado que meus pais não aceitam bem a ideia de eu continuar engenharia porque eles realmente tinham em mente que eu faria algo que eu fosse apaixonado”, o que sugere I. A forma como discutem ENEM, TRI, notas de corte e dinâmicas de ingresso em faculdade com foco em sistemas e padrões, por exemplo em “em média simples eu nunca vi o enem chegar a isso e acho que esse ano a média simples mais alta ficou por volta de 890” e “tem quanto tempo que o enem deixou de ser exame nacional do ensino médio? como que cogitam isso mano”, mostra um interesse em estruturas e possibilidades abstratas típico de N. A argumentação é fortemente analítica e crítica, priorizando coerência lógica e apontando contradições, como em “como uma pessoa tenta sustentar que reposição de testosterona ferrou com o corpo dela e apresenta como evidência a suposição de que ela estaria com os dias contados e um câncer de endométrio com horário marcado para a próxima semana” e “eu imploro que as pessoas parem de associar disforia de gênero a 'se odiar' meu deus gente vocês conseguem argumentar sem precisar recorrer a isso”, indicando predominância de T sobre F. A relação deles com estudos e carreira sugere pouca rigidez estrutural e mais improviso e reavaliação constante — cogitando mudar de curso e refazer matérias em “o que me deixa um pouco complexado é que se eu mudar pra matemática eu vou ter que fazer cálculo i e gaal DE NOVO” e falando de não saber como montar a própria grade em “não sei como eu vou fazer com a minha grade” — algo mais alinhado com P do que com J. Além disso, o tom geral é de observador que desmonta ideias alheias, ri do absurdo de certas narrativas e vive testando hipóteses sobre pessoas e sistemas, como em “eu tenho a impressão que alguns acreditam que tea é um tipo de personalidade e se encaixa em algum lugar entre mbti, eneagrama ou temperamento”, o que combina bastante com o estilo questionador e analítico de um INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Eng. química em formação, leitor de 2 mil mangás e crítico de ENEM/TRI nas horas vagas. Um dia imitei um bode na TV e nunca mais parei de comentar o mundo.– @kalrypton

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida representa o jeitão ácido e opinativo, sempre pronto pra thread sobre ENEM, Sisu e notas de corte, como quando ele comenta a nota de medicina na UFTM em “nota de corte de medicina na uftm 822”. O licor de café é a vibe meio exausta, meio ligada, de quem diz “já se passou 1 mês de férias” e ainda assim tá surtando com cronograma de faculdade e grade horária. O xarope de bolacha de maizena é homenagem direta ao bio “gato comendo bolacha de maizena”, adoçando o drink com drama cômico de “não acredito meu deus meus 2 mil mangás”. O limão siciliano traz a acidez fina das patadas militantes, tipo quando ele solta “eu quero banimento de castradas desse site” e critica distorções sobre gênero e disforia em “eu imploro que as pessoas parem de associar disforia de gênero a 'se odiar'”. A água tônica bem gelada é o toque amargo-irônico, borbulhando igual os surtos poéticos de “mas vão pôr só catu catu catu catu catucadão catucadão...” e o existencialismo social de “cara, em certo momento da minha vida era um hábito me comunicar... hoje eu facilmente fico sem conversar por anos”. O resultado é um coquetel forte, meio doce, meio amargo, que parece brincadeira mas acerta igual thread bem formulada às três da manhã.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do @kalrypton mostra um interesse muito forte por análise, debate e entender como as coisas funcionam, o que é bem característico da Corvinal. Ele discute TRI, notas de corte, médias e estrutura de acesso ao ensino superior com detalhe e espírito crítico, como em “em média simples eu nunca vi o enem chegar a isso e acho que esse ano a média simples mais alta ficou por volta de 890”, “tem quanto tempo que o enem deixou de ser exame nacional do ensino médio?” e “de fato, é a realidade de muitos, mas todos estão cientes que na maioria das faculdades [...] não é possível conseguir uma vaga com 520 de média”. Ele também refuta simplificações e distorções conceituais (sobre disforia, autismo, testosterona, etc.), por exemplo em “eu imploro que as pessoas parem de associar disforia de gênero a 'se odiar' meu deus gente vocês conseguem argumentar sem precisar recorrer a isso” e “eu tenho a impressão que alguns acreditam que tea é um tipo de personalidade e se encaixa em algum lugar entre mbti, eneagrama ou temperamento”, o que mostra apego a precisão e lógica. Além disso, ele pensa em trocar de curso e reflete racionalmente sobre currículo e reaproveitamento de disciplinas, como em “o que me deixa um pouco complexado é que se eu mudar pra matemática eu vou ter que fazer cálculo i e gaal DE NOVO” e “minha sala no primeiro período tinha 100 cadeiras, mas foram 30 40 ingressantes [...]”, revelando um olhar organizado e quase estatístico para a própria vida acadêmica. Mesmo quando está irritado, ele estrutura argumentos, questiona coerência alheia e identifica absurdos, como em “como uma pessoa tenta sustentar que reposição de testosterona ferrou com o corpo dela e apresenta como evidência [...]” e “acabei de procurar e é verdade, incrédulo com o absurdo”. A combinação de senso crítico, foco em informação correta, interesse por educação e tendência a destrinchar sistemas complexos aponta mais para Corvinal do que para a impulsividade grifinória, a ambição sonserina ou a centralidade em laços e gentileza típica de Lufa-Lufa.

Seu filme

Sua música
A escolha de Céu Azul combina com o jeito meio autocrítico, meio cansado, mas ainda irônico e lúcido do @kalrypton. Ele oscila entre o humor e um certo desânimo com a vida acadêmica e o futuro, como quando comenta sobre engenharia e expectativas dos pais em “eu ainda fico impressionado que meus pais não aceitam bem a ideia de eu continuar engenharia porque eles realmente tinham em mente que eu faria algo que eu fosse apaixonado” e o caos do Sisu/Enem em “eu ainda não me acostumei com ter apenas 1 sisu e acho um erro grotesco”. A música fala de frustração, de sentir que as coisas não saíram como o esperado, mas sem abrir mão de uma certa sensibilidade e autoironia — o que aparece muito no humor ácido dele, como em “as pessoas são mentirosas descaradas mesmo e querem atribuir cultura pra essa porra, gente, vocês são ruins”. Ao mesmo tempo, dá pra ver que ele sente tudo muito intensamente, seja com a própria vida, seja com debates de gênero e sexualidade, como em “eu imploro que as pessoas parem de associar disforia de gênero a 'se odiar' meu deus gente vocês conseguem argumentar sem precisar recorrer a isso”. Céu Azul é uma música melancólica mas combativa, perfeita para alguém que vive entre o deboche, a indignação e uma certa vontade de que as coisas fossem menos absurdas, como se sente em “não é possível isso” e “to ferrado”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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kalrypton
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