
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A usuária se parece mais com a Lisa Simpson: extremamente intelectualizada, vive cercada de livros, teoria e filosofia, como mostram tweets em que fala de Stirner, Nietzsche, Bataille e até pergunta se vale a pena ler Dark Enlightenment (“pessoinhas, vale a pena ler o Dark Enlightenment (NRx) puramente pela crítica ao Iluminismo, ou nem?”). Assim como a Lisa, ela tem um senso crítico ácido e meio desencantado com a sociedade, chamando a internet de erro e falando em “tirania da maioria” no Twitter (“uma coisa q só to reparando agr é como o twt funciona de maneira tirânica [...] É a tirania da maioria”). Ao mesmo tempo, há uma postura ética e política forte, mas nada normie: ela critica moral de escravo, fala em egoísmo e vontade de potência, ecoando a sensação de ser “avançada demais” para o meio, tal como a Lisa é deslocada na própria família (“n existe 'a transfeminilidade' e sim AS transfeminilidades, cada transfem expressa sua feminilidade de diferentes maneiras, cada uma se expressa de acordo com a sua vontade de potência”). O lado dramático e femcel também lembra a sensibilidade exagerada e o sentimento de inadequação da Lisa, como quando ela desabafa com intensidade quase trágica (“n me sobrou nada cara, n sobrou NADA pra mim, eu to juntando os grãos de areia tentando encontrar um pingo de Fracasso”).

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser introvertidos: falam várias vezes de cansaço social e preferência por ficar no próprio mundo, como em “eu agradeço todos os dias pelo fato de existirem pessoas extrovertidas q são falastronas, assim n preciso falar mt” e na autoimagem femcel em “como nietzscheana, eu admito q sou femcel”. O foco em filosofia, teoria e abstrações indica forte intuição (N), por exemplo quando discute Stirner/Nietzsche/Bataille e linguagem em “ontem eu tava pensando umas loucura q meio q se vincula com Nietzsche, Stirner, Acephale e Frieren. Q é sobre o 'dom' da linguagem” ou formula uma visão abstrata de transfeminilidades em “n existe 'a transfeminilidade' e sim AS transfeminilidades [...] de acordo com a sua vontade de potência”. A forma de argumentar é predominantemente pensamento (T): faz distinções conceituais, corrige outros e usa ironia lógica, como em “se os anarquistas são contra o Estado [...] ent os anarquistas são contra o bem estar social! [...] 'comunismo é quando o governo faz coisas'” ou ao criticar interpretações políticas em “eu me cago de rir com essas coisas pois deixa claro q eles n sabem nem oq é socialismo nem oq é fascismo”. A preferência por estrutura, coerência e tomadas de posição firmes sugere julgamento (J): fala em "guerra" conceitual e projeto político/teórico em “É GUERRA ENT!!! [...] EU N FAREI A REVOLUÇÃO PELO POVO, EU QUERO Q O POVO FAÇA A REVOLUÇÃO!!!!!!” e descreve metas de estudo e organização intelectual em “preciso começar a estudar logo economia, tenho bastante vontade de aprender mais sobre liberalismo, dirigismo, corporativismo [...] tudo mt fascinante”. Somando a introversão, o foco abstrato, o pensamento crítico e a orientação para sistemas/planos, o tipo que melhor encaixa é INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
20y, transfem, leitora de Nietzsche/Stirner, gamer de Hytale e femcel em tempo integral. Uma vez sonhei que tinha passaporte pra China e Coreia do Norte.– @kaminadot

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, noturno e ligeiramente existencialista, como alguém que acorda dizendo “bodi, cada vez mais me convenço q a internet foi um erro, q a democracia é uma degeneração e q o capitalismo é a decadência” (link), merece uma base de vodka com café pra combinar com o ritmo de quem passa a madrugada jogando Hytale (“n consigo parar de jogar hytale, socorro”). O licor de ervas amargas representa a pegada filosófica intensa, cheia de Stirner, Nietzsche e Bataille (“Max Stirner Friedrich Nietzsche Georges Bataille”) e a crítica à moral de escravo (“vc quis dizer 'abolir a moral de escravo'”). O hibisco traz a cor vermelha dramática, lembrando tanto a transfem schizo que declara guerra à bolha (“ENT EU DECLARO GUERRA!!!”) quanto a vontade de ser tudo menos normie (“meu medo é meu perfil ficar parecendo aqueles perfil libleft normoide, irei me esforçar continuamente pra minha conta ficar o mais schizo possível”). Por cima, uma espuma leve de leite de banana é a piada interna filosófica doce, fazendo eco a pérolas como “o leite de banana está para Pook tal qual Lula está para Hegel!!” (link), suavizando a amargura existencial femcel (“como nietzscheana, eu admito q sou femcel”). O toque defumado final é a aura sinistra que faz até conta random bloquear só de ser marcada (“eu tenho uma aura sinistra, bastou a mewmew me marcar num post dessa conta pra ela me bloquear”), selando um drink que é simultaneamente fracasso dramático e vontade de potência.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante da @kaminadot é a curiosidade intelectual intensa, a análise filosófica e a vontade de entender conceitos complexos, o que é bem típico de Corvinal. Ela demonstra amor por teoria e por filosofia quando comenta seus estudos de Nietzsche, Stirner, Bataille, etc., como em “ontem eu tava pensando umas loucura q meio q se vincula com Nietzsche, Stirner, Acephale e Frieren. Q é sobre o 'dom' da linguagem. Na crítica stirneriana é estabelecido 3 estirpes ao longo da história...” e em “já dizia Nietzsche, em O Anticristo: 'Se com recompensa e punição se exclui a causalidade natural do mundo, carece se então de uma causalidade antinatural...'”. Ela também mostra uma curiosidade sistemática por economia e correntes teóricas diversas, o que é bem "nerd" e pouco tribal, em “preciso começar a estudar logo economia, tenho bastante vontade de aprender mais sobre liberalismo, dirigismo, corporativismo, keynesianismo, socialismo (comunismo, mutualismo, etc) [...] tudo mt fascinante”. Além disso, há um gosto por debates conceituais abstratos, como em “a lógica e a razão tem uma conexão intrínseca ou é possível matar a razão e manter a lógica?”, o que reforça a inclinação analítica corvinal. Embora haja elementos de ambição e postura combativa que poderiam apontar para Sonserina, a ênfase central dela está em pensar, ler, discutir conceitos e refinar ideias, o que encaixa melhor na identidade de Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música I’m Not a Girl, Not Yet a Woman combina bem com a forma como ela vive um processo de transição, crise e potência ao mesmo tempo, sempre se descrevendo como "fracassada" e femcel, mas com um ego gigante, como em “sempre q vou viajar de busão pego 2 assentos: um pra mim e outro pro meu ego”. A letra fala de um sujeito que está num entre-lugar identitário, algo que ecoa com a transfeminilidade múltipla que ela defende em “n existe 'a transfeminilidade' e sim AS transfeminilidades [...] cada transfem expressa sua feminilidade de diferentes maneiras”. Ao mesmo tempo, a canção tem um tom dramático e introspectivo que combina com surtos como “n me sobrou nada cara, n sobrou NADA pra mim, eu to juntando os grãos de areia tentando encontrar um pingo de Fracasso pra pelo menos isso me sobrar!!!”. Por trás da autoironia e do niilismo estilizado, aparece alguém que está se construindo e tentando afirmar um eu próprio contra a moral, a norma e a tirania da maioria, como em “ser queer é ser o mais distante possível do 'ser humano'. Nos erguemos contra todo humanismo, moralismo [...] Qualquer revolução só acontecerá por nossas mãos”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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kaminadot
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