
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil dele lembra muito o Bart Simpson: piadista, sexualmente inconveniente, meio caótico, mas no fundo carismático e sensível. Ele vive fazendo humor escrachado, tipo quando fala de tesão como superpoder em “Estar de pau duro é se sentir um super herói, a vergonha não te atinge de forma alguma” ou solta um “VSFD” sem dó em “Estou preso do lado de fora da minha própria casa com 1% de bateria, VSFD”, o que combina com o lado irreverente e impulsivo do Bart. Ao mesmo tempo, ele mostra insegurança e drama interno, como em “Quando eu falo que tenho autoestima baixa me sinto uma vadia implorando por atenção e elogio”, algo que lembra quando o Bart revela vulnerabilidades por trás da pose de moleque zoeiro. Ele é bagunceiro, fã de esportes e gosta de zuar futebol e times, em posts como “Flamengo x Corinthians, disputa de quem rouba mais”, bem na vibe anárquica do Bart zoando qualquer autoridade. Ao mesmo tempo, usa criatividade em jogos e música, como na bio “Desenvolvedor de jogos indies e tbm o maior músico da minha casa” e nas threads sobre design de menus em “Desenvolver um sistema decente de menus interativos pra um jogo de RPG tá sendo meu maior desafio agora”, o que combina com o lado inventivo e brincalhão do Bart quando ele foca em algum projeto próprio.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ele aparenta ser mais extrovertido (E) do que introvertido: fala muito de interações sociais, trote, calouros e festas, e se coloca como figura central em vários contextos, como em “Mais um ano tendo que ser o exemplo dos calouros de Ciência da computação da UFF, calm down the president is here” e “Eu prometo que nesse ano eu irei na cantareira, irei receber os calouros de Ciência da computação no trote e prometo que beberei um pouquinho”. Mostra forte inclinação para Intuição (N) ao refletir sobre padrões, repertório e estrutura, como em game design e UX em “Desenvolver um sistema decente de menus interativos pra um jogo de RPG tá sendo meu maior desafio agora, experiência de usuário é algo que só se aprende com repertório” e ao analisar Bleach em termos de narrativa e repetição estrutural em “o arco dos arrancar até aqui é basicamente uma repetição do arco da soul society, as mesmas estruturas, só que com muito menos diálogos”. A preferência por Thinking (T) é evidente no jeito direto, às vezes agressivo, de argumentar e criticar, priorizando lógica/opinião fria em vez de agradar, por exemplo em “Odeio fã de pop querendo tratar streams como medidor de grandeza no rap [...] sinceramente, vai tomar no cu, esse deve ser um dos argumentos mais pífios que eu já vi na vida” e “É meio impossível ter uma discografia melhor que o Kanye [...] é uma constância absurda de lançamentos históricos”. Já o estilo de vida e comunicação é muito Perceiving (P): ele se mostra impulsivo, caótico, auto‑debochado e pouco planejado, twittando coisas como “Pqp vou me dar um tiro”, “Vou abandonar a ciência da computação” e reclamando de decisões no calor do momento, além de abraçar a vida de dev indie cheio de trade-offs práticos em “eu quero um puta menu mega animado [...] mas isso vai demandar um tempo absurdo na arte e polimento”. Somando a sociabilidade escancarada, humor ácido, debates sobre música/esporte/anime e raciocínio rápido, o perfil bate mais com ENTP––o tipo que adora discutir ideias, provocar, improvisar e experimentar soluções criativas.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Dev de RPG indie, presidente não-oficial de CComp/UFF e crítico de rap e futebol. Já quase desisti da área por causa de um menu de jogo.– @kaua_nevess

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte, porque mesmo dizendo que é o aluno mais limpo da UFF e não bebe nem fuma, ele vive na pressão de dev indie e calouro exemplar, tipo em “Eu prometo que nesse ano eu irei na cantareira, irei receber os calouros de Ciência da computação no trote e prometo que beberei um pouquinho, sou o aluno mais limpo da UFF, pqp”. A cachaça envelhecida representa o brasileiro raiz que xinga futebol e sofre com Vasco/Flamengo/United, como em “Flamengo x Corinthians, disputa de quem rouba mais” e “Adoro humilhar meu amigo torcedor do mancheter united”. O licor de café é o grind de dev e estudante, sempre pensando em UX de RPG e ciência da computação, como em “Desenvolver um sistema decente de menus interativos pra um jogo de RPG tá sendo meu maior desafio agora” e “Vou abandonar a ciência da computação”. O maracujá azedinho traz o drama, o tilt e a autodepreciação bem-humorada, visto em “Não fode mano, sfd, sou um idiota do caralho por me importar” e “Pqp vou me dar um tiro”. O xarope de baunilha é o lado romântico/safado, meio cringe mas honesto, de tweets tipo “My blood just warms up when I hear your name” e “Meu deus eu sou muito safado”. Por fim, a espuma de gengibre é a parte experimental e criativa de músico e game dev indie, explosiva e diferente, como quando ele quer um menu mega animado em “eu quero um puta menu mega animado e cheio de transições especiais” e a confiança debochada de “Okay mami”.

Sua Casa de Hogwarts
Ele mostra um lado bem analítico, reflexivo e criativo, muito ligado à aprendizagem e repertório – marca registrada da Ravenclaw. Quando fala de design de jogo, ele pensa em UX de forma estruturada, como em “Desenvolver um sistema decente de menus interativos pra um jogo de RPG tá sendo meu maior desafio agora, experiência de usuário é algo que só se aprende com repertório…”, e sobre trade-offs técnicos e artísticos em “Ser desenvolver indie coloca vc sobre pressão pra achar a melhor solução e a solução que vai demandar menos trabalho…”. Ele também reflete com profundidade sobre narrativa e estrutura em mídia, como em Bleach: “o arco dos arrancar até aqui é basicamente uma repetição do arco da soul society, as mesmas estruturas, só que com muito menos diálogos, e mesmo assim, eu tô entretido pra caralho”, e critica seriados com foco na qualidade da trama em “que bosta insana, como aquela série de horror cósmico mega intimista e com tramas realmente interessantes virou esse lixo”. Há também curiosidade quase científica em coisas cotidianas, como em “Qual será a explicação científica pro fenômeno da post nut clarity”. Tudo isso, somado ao fato de ele ser estudante de Ciência da Computação e dev indie – áreas que exigem criatividade e pensamento lógico – aponta mais para Ravenclaw do que para as outras casas.

Seu filme

Sua música
A melhor música para representar o @kaua_nevess é Bound 2, do Kanye West, porque mistura romantização caótica da vida com humor e autodepreciação, exatamente como ele faz na timeline. Ele demonstra ser muito fã de Kanye e rap, elogiando a discografia do Ye em “É meio impossível ter uma discografia melhor que o Kanye…” e até usando bordões em inglês e referências de cultura pop, como em “She want this and that,What I tell her? 'Okay mami'”. Ao mesmo tempo, ele vive entre o deboche e a vulnerabilidade, falando de autoestima baixa em “Quando eu falo que tenho autoestima baixa me sinto uma vadia implorando por atenção…” e de vergonha em “A vergonha está corroendo minha alma”, o que combina com o tom agridoce e confessional da letra de Bound 2. O equilíbrio entre zoeira, paixão (por música, esportes e amigos) e uma certa bagunça emocional lembra muito a estética caótica e romântica da música e do clipe. Além disso, o próprio tweet “Esse é o bound 3” mostra que a referência a Bound já faz parte do jeito que ele vê o mundo, reforçando o encaixe perfeito da música com a personalidade dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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kaua_nevess
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