
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil parece se alinhar mais com a Lisa Simpson: alguém muito interessado em conhecimento, método e política pública, que gosta de discutir as coisas com rigor conceitual e técnico. Ele fala de filosofia da ciência e método hipotético-dedutivo em economia em tom entusiasmado, como em “Lembro que comecei a estudar filosofia da ciência e cheguei em Lakatos… Quando vi o Marcos Lisboa trazer isso como um debate sobre método hipotético dedutivo, as coisas se encaixaram”, algo bem “Lisa nerd acadêmica”. Também há forte inclinação para política pública baseada em evidências e instituições, como em “Defender independência de agências… não é apenas um importante contrapeso a política, é projeto de país” e na recomendação de literatura técnica em segurança pública “Manual de segurança pública baseada em evidências”. A crítica cuidadosa e didática, por exemplo ao corrigir o uso de uma equação do PIB em “Com todo respeito a deputada, digo de forma categórica: você errou”, lembra o jeito da Lisa de corrigir os outros tentando elevar o debate. Ao mesmo tempo, ele tem senso de humor meio nerd e referências culturais (Fullmetal Alchemist Brotherhood, SpaceX, Eisenhower jingle), como em “It is what it is” e “🎶You like Ike, i like Ike…🎵”, algo que a Lisa também mostra quando mistura cultura pop, política e curiosidade intelectual.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de temas técnicos, acadêmicos e institucionais, e pouquíssimo de vida social ou busca de atenção; mesmo quando mencionam hobbies, é de forma contida, como em “Cinema!!!” e referências pontuais a animes e Fórmula 1. A ênfase forte em conceitos, estruturas e teoria indica intuição (N): discutem filosofia da ciência e método, como em “Lembro que comecei a estudar filosofia da ciência e cheguei em Lakatos… debate sobre método hipotético dedutivo”, ou modelagem econômica e indicadores, como em “É possível desenvolver isso aplicando o índice Herfindahl Hirschman…”. O tom é predominantemente analítico e lógico, típico de thinking (T): corrigem argumentos com objetividade em “Com todo respeito a deputada, digo de forma categórica: você errou” e fazem críticas estruturadas a desenho institucional em “Defender independência de agências… é projeto de país”. Também há foco em desenho de políticas, regras e critérios, sugerindo judging (J): falam em incrementalismo institucional e condicionalidade em “mexer no FPM sim, condicionar a requisitos e protocolos, um incrementalismo com bom impacto”, bem como na importância de critérios técnicos e autocontenção em cortes superiores em “decidir com critérios, precedentes e auto contenção, não por ciência”. Somando a preferência por análises estruturais, foco em sistemas complexos (segurança pública, regulação, macroeconomia) e um tom seguro e categórico, o perfil mais compatível é INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Economia, segurança pública e instituições. Já tentei explicar Lakatos em mesa de bar e quase virei ‘o cara do PIB’ entre os amigos.– @Kawann0

Seu coquetel exclusivo
O Vogon Negroni Evidencial é um coquetel forte e técnico, como quem separa Direito de ciência e fala em "modelos tratáveis" com naturalidade, inspirado em reflexões como “Vale separar técnico, científico e político, o Direito não é ciência...” e “No final do dia, é sobre modelos tratáveis...”. O gin cítrico representa a mente analítica e curiosa, que vai de Lakatos a segurança pública baseada em evidências, ecoando “Lembro que comecei a estudar filosofia da ciência e cheguei em Lakatos...” e “Manual de segurança pública baseada em evidências”. O amaro italiano é a dose de realismo e amargor necessário pra discutir FPE, FPM e Bacen sem dourar a pílula, como em “Cuidado, o Bacen lançou três resoluções...” e “Olhar apenas para o FPE é um erro”. O vermut seco com ervas traduz o lado institucional, de quem pensa em agências, incentivos e arcabouço regulatório, lembrando “Defender independência de agências... é projeto de país”. O bitter de cacau adiciona profundidade nerd e um toque de cultura pop/científica – de biologia a anime – em linha com “Biology is fucking cool.” e “#FullmetalAlchemistBrotherhood”. Por fim, o twist de casca de laranja flamejada é a faísca caótica do “caçador profissional de vogons” que encara política, economia e futebol com humor ácido, como em “O futebol definitivamente pertence aos meio campistas” e o lacônico “It is what it is”.

Sua Casa de Hogwarts
O padrão dominante nos tweets do @Kawann0 é de curiosidade intelectual e raciocínio analítico, típico da Corvinal. Ele se interessa explicitamente por filosofia da ciência e método, como quando conta que estudou Lakatos e só se sentiu confortável ao ver o Marcos Lisboa discutir método hipotético-dedutivo: “Lembro que comecei a estudar filosofia da ciência e cheguei em Lakatos… Quando vi o Marcos Lisboa trazer isso como um debate sobre método hipotético dedutivo, as coisas se encaixaram”. Em outros momentos, aplica conceitos técnicos a áreas diversas, como sugerir o uso do índice Herfindahl-Hirschman para medir concorrência em ligas de futebol: “É possível desenvolver isso aplicando o índice Herfindahl Hirschman… Assim, é possível saber o grau de concorrência das ligas em comparação aos playoffs”. Ele também discute detalhes regulatórios e institucionais com precisão, como na análise das resoluções do Bacen e da Receita sobre criptoativos: “Cuidado, o Bacen lançou três resoluções… iguala o rigor de ativos virtuais a câmbio… alinhando se ao padrão OCDE CARF” e na decomposição do PIB: “O que a imagem mostra é uma dedução pra decompor o PIB… introduzir termos que se cancelam pra chegar em uma equação que tenha a população ocupada, produtividade e horas trabalhadas”. Esse prazer em destrinchar métodos, modelos e instituições – mais do que foco em poder ou mera militância – é classicamente corvinal.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com o @Kawann0 é “Heroes”, do David Bowie, pela mistura de idealismo racional, interesse por instituições e um certo senso de épica cotidiana. Ele vive discutindo estado, política pública e instituições com rigor técnico, como quando fala de independência de agências reguladoras em “Defender independência de agências e deferir mais funções, recursos e capital humano não é apenas um importante contrapeso a política, é projeto de país” e de segurança pública baseada em evidências em “Um conselho, vejam quem é o Alberto Kopittke… 'Manual de segurança pública baseada em evidências'”. Esse tipo de postura lembra a ideia de Heroes: não heróis míticos, mas pessoas tentando melhorar o mundo com método, limites institucionais e algum otimismo. Ele demonstra curiosidade científica e entusiasmo nerd — de Lakatos em “Lembro que comecei a estudar filosofia da ciência e cheguei em Lakatos…” a biologia em “Biology is fucking cool.” e espaço em “So amazing @elonmusk @SpaceX” — o que combina com a aura futurista e experimental do Bowie. Até o humor de “caçador profissional de vogons 🔥🪐” na bio e o tom meio irônico em “It is what it is” dão a ele um ar de herói cético, que sabe das limitações do mundo, mas continua tentando empurrar o debate pra frente.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Kawann0
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