
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é a Lisa Simpson, porque a conta mistura muita autocrítica, reflexão e frustração com o mundo em volta, mas sem deixar de ser apaixonada por arte e mídia. Assim como a Lisa, a pessoa é muito ligada a cultura pop e analisa tudo com espírito crítico, reclamando de representações ruins e decisões criativas, como em “eu quando n entendo nada de representatividade lgbt (nem os duffer brothers entendem)” e “cute but they’re all white lol”. Também mostra consciência de mercado e de arte, falando sobre apoio a artistas nacionais em “é sempre ‘apoie artistas nacionais’...” e sobre shadowban e commissions em “CRIEI OUTRA CONTA PRA POSTAR DESENHO!!!” e “comprem minhas commissions pra eu poder pedir demissão n aguento mais”. O tom é simultaneamente ácido e sensível, com desabafos sobre trabalho e cotidiano como em “eu realmente quero MUITO sair do meu trabalho” e “odeio os ônibus dessa merda de cidade”, o que lembra a forma como a Lisa sente que o mundo é meio injusto e cansativo. Por fim, a combinação de ser muito fã de jogos/anime, ter um senso de humor irônico e ainda assim se importar bastante com ética (IA, representatividade, fandoms) encaixa muito bem no arquétipo da Lisa mais velha, geek e politizada.

Seu tipo de personalidade MBTI
Default personality type.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Jayson ✦ ilustrador, roteirista em crise e sobrevivente de ônibus lotado. Faço fanart, livro em produção e reclamo do Twitter nas horas vagas.– @keya_dayo

Seu coquetel exclusivo
O shochu/vodka forte mas de sabor suave representa a fadiga existencial de quem vive dizendo que quer largar o trabalho e só viver de arte, tipo em “comprem minhas commissions pra eu poder pedir demissão n aguento mais” e “eu realmente quero MUITO sair do meu trabalho”. O xarope de café bem amargo é o ranço acumulado pelo cuitter, shadowban e ônibus: “tomei shadowban real eu odeio cuitter” e “odeio os ônibus dessa merda de cidade”. O licor de laranja sanguínea traz a parte dramática e fangirl de animes, jogos e séries, indo de “melhor anime do ano já” a “minhas obsessões de dezembro lies of p … persona (5 anos consecutivos)”. A espuma de maracujá azedinha é o humor ácido porém divertido, tipo em “twitter ta uma merda só tem gente postando coisa sobre nada” e “gente q leva autismo com um e único traço de personalidade ew”. Já o açúcar mascavo queimado na borda é aquele caramelinho meio queimado de carinho queer caótico, como em “meu namorado me chama de boiola o tempo todo 😔” e todo o amor por found family em “esse é um dos meus found family favorito”.

Sua Casa de Hogwarts
Jayson demonstra um jeito muito analítico e opinativo, típico de Ravenclaw: ele problematiza conceitos e linguagem, como em “oq caralhos resenha significa” e no incômodo com o uso errado de termos de TV em “not hate but why do they call the episode 1 of every show ‘pilot’? that’s not what pilot episode means”, mostrando atenção a definições e precisão. Há também um forte traço de reflexão metalinguística e crítica de fandom, quando ele discute hype e memória coletiva em “odeio qnd falam q o fandom tá morto tem q entender q nem todo hype dura pra sempre…”, o que revela capacidade de pensar além da superfície. Ele demonstra senso de humor e sagacidade, como na ironia de “twitter ta uma merda só tem gente postando coisa sobre nada” e no comentário sobre representatividade em “eu quando n entendo nada de representatividade lgbt (nem os duffer brothers entendem)”, o que combina com a veia espirituosa ravenclaw. A criatividade é central na vida dele: vive de desenho, faz commissions (“comprem minhas commissions pra eu poder pedir demissão n aguento mais”) e até fala em abrir um Catarse para um livro em “gente e se eu abrir um catarse pro meu livro?”, reforçando a imagem de alguém movido por ideias e criação. Embora haja frustração com trabalho e redes sociais, o foco recorrente em arte, mídia, análise de narrativas e linguagem pesa mais para um perfil claramente alinhado à casa dos curiosos e criativos: Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A vibe meio dramática, cansada do mundo, mas ainda apaixonada por mídia e arte combina muito com Welcome to the Black Parade. Eles vivem naquela mistura de humor, frustração e sensibilidade, tipo quando reclamam do trabalho e dos ônibus, mostrando um cansaço constante do dia a dia: “odeio os ônibus dessa merda de cidade” e “eu realmente quero MUITO sair do meu trabalho”. Ao mesmo tempo, são super ligados a fandoms, animação e jogos, defendendo animes que o povo chama de "morto" e se envolvendo com várias obsessões: “minhas obsessões de dezembro lies of p [...] persona (5 anos consecutivos)” e “desabafo odeio qnd falam q o fandom tá morto”. A música fala de seguir em frente mesmo esgotado, algo que ecoa quando tentam viver de arte e commissions: “comprem minhas commissions pra eu poder pedir demissão n aguento mais”. E o tom meio emo-irônico da música combina com o jeito ácido e afetivo com que falam do namorado e de si mesme: “meu namorado me chama de boiola o tempo todo 😔”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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keya_dayo
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