
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela lembra muito a Lisa Simpson: inteligente, irônica, politizada e extremamente opinativa sobre tudo que consome. Ela mistura engajamento sério com humor ácido, como quando reage a casos de abuso de poder e violência de homens em geral em “já vomitei umas duas vezes vendo os vazamentos do epstein é incrível a capacidade de atrocidades que homens são capazes de fazer” e quando critica jornalismo sensacionalista em “mulher porra? mulher caralho? isso é uma adolescente inferno de jornalismo cúmplice”. Ao mesmo tempo, é completamente fangirl, analítica e sentimental com suas mídias favoritas, como em “eu sou completamente apaixonada por bridgerton meu deus eu amo os cortejos como o amor deve ser batalhado...” e em “maiores do mundo, 2026 é o ano de milklove”, algo muito Lisa obcecada pelos próprios interesses. Ela também tem forte senso de justiça e não mede palavras para criticar fandoms e empresas, como em “parte mais insuportável de consumir wlw media ocidental é ter que lidar com essas merdeteros...” e “daí aquela empresa de merda usando a # errada pra medir o engajamento das meninas”. No fundo, é alguém emocionalmente intensa, autoconsciente e verborrágica, exatamente o tipo de adolescente-adulta crônica que a Lisa seria no Twitter.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles soam bem mais energizados por interações externas do que reservados, comentando sem parar sobre fandoms, tretas e relações, com um tom muito social e performático, típico de E, por exemplo em “quem me segue na rant vendo eu falar absurdos seguido de absurdos” e em “meus lindinhos amados”, mostrando prazer em se expor e interagir. A preferência por N aparece na forma como viaja em narrativas, ships e leituras metafóricas, como em “toda geração tem sua maldição do harry potter” e em “pra mim é uma histeria coletiva isso aqui, mas gosto de comprar a narrativa pq me convém”, focando mais em ideias e interpretações do que em fatos concretos. A dominância de F é clara: o foco é sempre em afeto, injustiça, proteção e raiva moral, como em “tudo que sofreu foi pouco”, “mulher porra? mulher caralho? isso é uma adolescente inferno de jornalismo cúmplice” e “parte mais insuportável de consumir wlw media ocidental é ter que lidar com essas merdeteros…”. Quanto a P, ela parece reagir no impulso, mudar de assunto o tempo todo e admitir procrastinação e falta de estrutura, como em “um dia eu terei essa sensação com love design mas eu sempre deixo pra amanhã” e em “eu tenho muita coisa pra falar”. No conjunto, a mistura de energia social, paixão intensa por narrativas e ships, forte senso emocional e espontaneidade caótica sugere fortemente ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
jornalista e fã de gls, bridgerton e futebol; faço tcc, rant e thread com a mesma intensidade que defendo minhas meninas na timeline– @kimlipvr

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte mas ainda divertido, porque quem twitta coisas como “botou no cu dos democratas sendo que ia republicano em amontoado, tu não acerta UMA né minha filha” e “não há namoro nesse mundo que uma macumba bem feita não possa destruir. film rachanun também será minha!” claramente precisa de uma base intensa de cachaça envelhecida. O licor de morango vem do jeito venenoso-brincalhão com que fala de “mc shippers”: “mc shippers: tenho alergia a morangos mas amo frango eu fazendo uma pequena surpresinha:”. O limão siciliano entra como a acidez afiada das opiniões, tipo quando desce o pau em fandom, mídia hétero e jornalismo: “parte mais insuportável de consumir wlw media ocidental é ter que lidar com essas merdeteros” e “eu quando faço jornalismo ead e não aprendo a escrever uma manchete”. O xarope de chá preto com açúcar é a parte obcecada por séries, livros e fanfics – um amarguinho quente adoçado pela paixão, como em “eu sou completamente apaixonada por bridgerton meu deus” e “esse gl vai mudar minha vida”. Por cima, o espumante rosé é o toque glam sapphic/GL stan, borbulhante e dramático, do tipo que grita “A GENTE VAI TER ELAS BEIJANDO LOUCAMENTE NA BOCA” e se derrete dizendo “ai minha calcinha ta pingando” – um brinde caótico, romântico e perigosamente viciante, igual à timeline dela.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil da @kimlipvr transborda um tipo de ambição afetiva e de autopreservação muito característica de Slytherin, misturada com ironia e malícia. Ela fala abertamente em “vencer” na vida amorosa de forma quase estratégica, como em “não há namoro nesse mundo que uma macumba bem feita não possa destruir. film rachanun também será minha!”, que mostra essa vontade de conseguir o que quer, custe o que custar. Há também um humor agressivo e um certo prazer em ser cruel de forma calculada, como em “mc shippers: tenho alergia a morangos mas amo frango eu fazendo uma pequena surpresinha:” e “eu faço sem intimidade mesmo que é ora manter eles espertos”, o que revela um lado manipulador e provocador, mais do que apenas brincalhão. Ela demonstra um forte instinto de proteger os seus e de atacar quem considera ridículo ou inimigo, como em “parte mais insuportável de consumir wlw media ocidental é ter que lidar com essas merdeteros que ficam enchendo só pq não vão ganhar mais um dos seus 9999988899 casais revolucionarios de homem e mulher”, deixando claro um nós x eles bem marcado. Até quando fala de personagens, o discurso tende para o extremado e possessivo, por exemplo em “sou muito maternal com esse baby eu te entendo itachi eu tbm mataria todo planeta e deixaria só ele vivo”, que é uma fantasia de lealdade absoluta com traços sombrios bem slytherin. Essa combinação de ambição, sarcasmo, proteção dos seus, disposição para a crueldade estratégica e uma certa amoralidade afetiva é muito mais alinhada à Sonserina do que a qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música good luck, babe! fala de amores que não cabem mais nas narrativas heteronormativas e de alguém que está presa numa relação/identidade que não a contempla — exatamente o tipo de leitura que ela faz quando fala de Bridgerton e heterossexualidade compulsória, como em “queria pegar a francesca bridgerton no colo e cuidar meu bebê autista com heterossexualidade compulsória” e “francesca bridgerton vc ia adorar ouvir good luck babe by chappell roan”. Ela é extremamente apaixonada por narrativas de romance intenso e dramático, vide “eu sou completamente apaixonada por bridgerton meu deus eu amo os cortejos... como o amor deve ser batalhado”, o que combina com o tom emocional e teatral da música. Ao mesmo tempo, vive imersa em cultura queer e wlw media — “parte mais insuportável de consumir wlw media ocidental...” — e good luck, babe! já virou um hino sáfico contemporâneo, o que encaixa com o perfil dela. O humor ácido e dramático presente em tweets como “deus que me perdoe mas ela brava assim é de enlouquecer to toda me tremendo calcinha pingando” também conversa com a dramaticidade sensual da música. Por tudo isso, good luck, babe! parece sintetizar tanto o olhar crítico dela sobre romances quanto o caos afetivo e queer que ela ama acompanhar.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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kimlipvr
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