
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A usuária parece muito emocionalmente intensa, introspectiva e autoconsciente, o que combina bastante com a Lisa. Ela fala de terapia e autoconhecimento com uma naturalidade irônica, como em “eu tinha uma ex que falava que só voltava comigo se eu fizesse no mínimo dois anos de terapia, fiz três e quem ficou doida foi ela”, algo que ecoa o jeito da Lisa de tentar se entender e entender os outros. Ao mesmo tempo, ela tem posicionamentos firmes e senso de justiça, como em “imoral a pauta que tão tentando jogar nas costas da ana paula nesse bbb, banalizando totalmente uma luta séria só pra ter razão dentro de um JOGO”, o que lembra a Lisa militante e crítica. A sensibilidade exagerada dela aparece em coisas como “ser uma mulher chorona é terrível” e no fato de chorar vendo The Secret of Us, como em “eu choro que nem uma PUTA toda vez que assisto tsou e chega a cena da mãe da lada pedindo pra earn voltar com ela”, algo muito compatível com o lado emotivo e dramático da Lisa. Ela também é nerd de seus próprios interesses (GL tailandês, livros, teorias), como se vê em “comecei a ler pretend achando que ia me cagar de medo e tô é enlouquecendo com tanta teoria”, bem na linha da Lisa mergulhando obcecada nas coisas que ama.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: apesar de falarem de rolês e rave, o tom é muito mais de cansaço social e vontade de se isolar, como em “tenho certeza que se eu morasse no meio do mato sem sinal algum de vida humana todos meus problemas desapareceriam” e “meu deus eu enjôo muito rápido de gente, tenho que me curar”. Há forte preferência por intuição (N): são movidos por teoria, simbolismo e imaginação, falando de universos alternativos e vibes, como em “na minha cabeça lmsy ainda vai fazer um gl no universo vampiresco pq na minha cabeça elas tem o padrão de crepúsculo” e “comecei a ler pretend achando que ia me cagar de medo e tô é enlouquecendo com tanta teoria”. O eixo F (Feeling) é bem nítido: priorizam emoção, afetos e empatia, chorando com cenas específicas (“eu choro que nem uma PUTA toda vez que assisto tsou e chega a cena da mãe da lada pedindo pra earn voltar com ela”) e se incomodando com injustiças morais em reality show (“imoral a pauta que tão tentando jogar nas costas da ana paula nesse bbb, banalizando totalmente uma luta séria só pra ter razão dentro de um JOGO”). Já no eixo P (Perceiving), o estilo é espontâneo, desorganizado e guiado pelo momento: reclamam de adiamentos e improvisos, como em “cheguei num capitulo de pretend que apareceu o primeiro aviso de algo sensível e já tô a três dias adiando a leitura pq tô com medo” e “aqui pensando se durmo ou espero o especial de denied love”, além de demonstrarem certa dificuldade em manter constância, como em “baixeI stardew valley joguei dois dias e parei pois achei muito trabalho conquistar uma mulher pra casar”. Somando a introspecção emotiva, a imaginação fértil centrada em ficção e ships, o idealismo afetivo e o jeito espontâneo, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Especialista em GL tailandês, leitora de Pretend e ex-jogadora de Stardew que desistiu de casar pixelado. Aqui se vive de teorias e surtos controlados.– @klcandyj

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida representa a intensidade dramática, tipo quando ela fala de celibato e só conseguir se envolver com amor, como em “tava pensando aqui comigo que o celibato ficou tão mais fácil depois que a ideia de ser tocada por alguém sem amor envolvido entrou na minha cabeça”. O licor de lichia é pelas tailandesas que ela ama e pelo mundo GL que salvou o inglês dela, como em “tailandesas, hipocrisia e taylor swift.” e “não ironicamente eu fui começar a entender mais inglês depois que entrei no mundinho do gl”. O suco de lima-da-pérsia traz o azedinho dos surtos com trailers e spoilers, tipo “esse trailer ACABOU com meu dia” e “BOTARAM UM VÍDEO DE KHEMRIN SE BEIJANDO NA MINHA TL VSFD EU NEM ASSITI ESSA PORRA AINDA”. O xarope de hibisco é o lado romântico e chorão, lembrando “eu choro que nem uma PUTA toda vez que assisto tsou e chega a cena da mãe da lada pedindo pra earn voltar com ela” e o desespero fofo de fangirl em “lingorm namora muito né eu fico tão emocionada”. Por fim, a espuma leve de cerveja clara é o toque de carnaval, rave e caos etílico, direto de “não vejo a hora de tá às 7h da manhã com uma cerveja na mão escutando jetski em pleno carnaval” e “fui falar hoje que não queria mais ir pra rave e me meteram a desculpa que vamo passar só um tempinho lá e depois procurar outro rolê, tão tentando me enrolar”.

Sua Casa de Hogwarts
Os tweets da @klcandyj mostram uma mente muito analítica e curiosa, típica da Ravenclaw. Ela demonstra hiperfoco e prazer em destrinchar obras, como quando fala de Pretend: “comecei a ler pretend achando que ia me cagar de medo e tô é enlouquecendo com tanta teoria” e “cheguei num capitulo de pretend que apareceu o primeiro aviso de algo sensível e já tô a três dias adiando a leitura pq tô com medo”, o que mostra envolvimento intelectual e emocional com histórias complexas. Ela também repara em detalhes finos de filmes e performances, como em “tava revendo the secret of us e fico pegando uns detalhes tão bobinhos mas que dá pra ver que era lingorm e não as personagens” e “fico assim com as escolhas de música que a autora de pretend coloca em partes específicas da história”, evidenciando atenção quase acadêmica à construção narrativa. Além disso, há um senso de humor ágil e observador em coisas como “não ironicamente eu fui começar a entender mais inglês depois que entrei no mundinho do gl”, que junta autoanálise e consciência do próprio processo de aprendizado. Ela não parece movida principalmente por ambição (Slytherin) ou heroísmo/impulsividade (Gryffindor), e seu afeto é mais voltado a fandoms e narrativas do que a comunidade próxima de forma Hufflepuff clássica; o que domina é a curiosidade, a análise e o encantamento intelectual com mídia e teorias – núcleo de uma autêntica Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música Anti-Hero combina bem com o jeito autoirônico e dramático com que ela fala de si mesma e das próprias relações. Ela vive rindo do próprio caos emocional, tipo quando diz “ser uma mulher chorona é terrível” e também quando comenta “tenho certeza que se eu morasse no meio do mato sem sinal algum de vida humana todos meus problemas desapareceriam”, bem na vibe de alguém que se enxerga como ‘o problema’ e quer sumir do mundo às vezes. O fato de ela ter uma bio com “hipocrisia e taylor swift” e de se contradizer de forma bem humorada, tipo “tava pensando aqui comigo que o celibato ficou tão mais fácil depois que a ideia de ser tocada por alguém sem amor envolvido entrou na minha cabeça” e ao mesmo tempo “quero namorar e dedicar essa daqui pra minha muié”, é muito ‘it’s me, hi, I’m the problem, it’s me’. Além disso, ela demonstra cansaço de gente e de drama – “meu deus eu enjôo muito rápido de gente, tenho que me curar” – mas continua intensamente apaixonada por mulheres e por suas ficções favoritas, o que casa com o tom agridoce e autoexplosivo de Anti-Hero. A música traduz bem essa mistura de humor ácido, auto-sabotagem e romantismo intenso que aparece o tempo todo na TL dela.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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klcandyj
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