
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A personalidade dele lembra muito o Bart Simpson: debochado, caótico, com humor de moleque de bairro e sempre arrumando confusão verbal com alguma autoridade. Ele vive na zoeira com time rival e figuras de poder, como em "dever cívico moral de todo brasileiro de bem desejar o mal da instituição Flamengo" e "a brilhante ideia do romeu zema de juntar 30 mil alunos de ensino medio num estadio kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk o que poderia dar errado". Ao mesmo tempo, tem um lado sentimental e meio perdido, típico do Bart quando o episódio fica mais sério, em coisas como "se sentir triste ainda é melhor que não sentir nada" e "ninguém perdeu igual eu na vida nós últimos 3 meses não eu garanto". O jeito de falar do bairro, dos amigos e do Conjunto Betânia lembra muito a vibe de menino de rua de Springfield: "não consigo quantificar o quanto eu gosto do meu bairro. das tia da pracinha até os bebum, eu prezo por todos eles" e "8 horas no meu bairro e o thales ja entrou na casa de um desconhecido pra empurrar um carro isso é conjunto betania". Ele também mistura irresponsabilidade e afeto em frases como "beber até ficar com febre" e "antes que tudo isso acabe, ame", o que combina com o Bart que apronta mas no fundo tem coração enorme. Além disso, o lado político e de indignação, como em "Alice foi assassinada por transfobia e até agora nenhuma palavra do prefeito. ... Conivente, omisso e vagabundo", encaixa com o Bart que não respeita autoridade injusta e detesta hipocrisia.

Seu tipo de personalidade MBTI
A letra E aparece forte: ele vive em torno de gente, rua e torcida, falando de amigos, bairro e rolê, como em “8 horas no meu bairro e o thales ja entrou na casa de um desconhecido pra empurrar um carro isso é conjunto betania” e “enquanto isso nós atleticanos de verdade estaremos bafando um loló na madrugada do dia 23 em plena praça 7 como se não houvesse amanhã”, o que sugere energia voltada pra interação e ambiente externo. No eixo N, ele comenta cultura, política e estética de forma geral e abstrata, como em “nos vivemos na era esteticamente mais datada da história. tudo produzido nos últimos 10 anos nasce saturado” e “uma das maiores desgraças da modernidade foi a falência dos orelhões. Estética impecável”, mostrando foco em padrões e ideias mais amplas. Em F, embora seja agressivo na linguagem, ele é guiado por indignação moral e empatia, defendendo minorias e vizinhança, como em “Alice foi assassinada por transfobia e até agora nenhuma palavra do prefeito. [...] Conivente, omisso e vagabundo”, “não consigo quantificar o quanto eu gosto do meu bairro. das tia da pracinha até os bebum, eu prezo por todos eles” e “a falta de empatia me adoece”. A preferência por P aparece na espontaneidade, vida caótica de provas, TCC, chapação e procrastinação, como em “muito bonito quando a procrastinação só vira um 'não vou fazer essa poha nem fodendo'” e “aquele momento 10 minutos antes da prova que vc percebe que vai ter que meter uma performance lionel messi x liverpool champions 2019”, indicando menos planejamento rígido e mais improviso. Além disso, a mistura de humor, intensidade emocional, engajamento político e amor por amigos/bairro combina muito com o estereótipo de ENFP – idealista, caótico, afetivo e extremamente envolvido com o que considera injusto ou importante, como em “antes que tudo isso acabe, ame” e “queria amadurecer sem perder a ternura”.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
DEV em BH, atleticano convicto e curador de caos na timeline. Já ajudei vizinho a empurrar carro às 8h e ainda cheguei no código em produção.– @KonoLuizDa

Seu coquetel exclusivo
Uma base de cachaça mineira envelhecida homenageia o bairro, o rolê e o atleticano raiz que ameaça resolver tudo na pracinha, tipo quando ele manda o Junior Alonso encontrá-lo “atrás do coreto” em “junior alonso eu tenho um presentinho pra você me encontre na pracinha da amizade as meia noite e meia dessa madrugada atrás do coreto venha sozinho” e defende o Conjunto Betânia em “vem falar isso na minha cara la no betania pro c vê”. O licor de café entra pela vibe virada na noite, semana de prova e TCC, quando ele fala de performance Messi em prova em “aquele momento 10 minutos antes da prova que vc percebe que vai ter que meter uma performance lionel messi x liverpool champions 2019” e da semana fumando pesado em “semana de prova eu fumo mais ou menos essa quantidade ai mesmo”. O suco de limão-taiti traz a acidez necessária pra quem taca ‘flamerda’ em “flamerda”, esculacha QI em “quase 2026 e vcs falando de QI não ironicamente como pode 😭😭😭😭” e chama político de vagabundo em “Alice foi assassinada por transfobia e até agora nenhuma palavra do prefeito. Nenhum post sequer em rede social. Que mensagem é passada para sociedade? Conivente, omisso e vagabundo”. O xarope de rapadura adoça o drink com a ternura de quem gosta das tias da pracinha e dos bebum em “não consigo quantificar o quanto eu gosto do meu bairro. das tia da pracinha até os bebum, eu prezo por todos eles” e ainda sonha em amadurecer sem perder a doçura, como em “queria amadurecer sem perder a ternura”. O club soda gelado completa o highball com leveza e caos efervescente, refletindo o rolê chapado que sempre vira narrativa surreal em “sempre que nois chapa acontecem as coisas mais inacreditáveis da história só pra gente começar a questionar a realidade que vivemos” e aquele espírito de ‘antes que tudo acabe, ame’ de “antes que tudo isso acabe, ame”. No fim, é um drink forte, doce-ácido e bem brasileiro, igual ele descreve o próprio corre emocional em “ninguém perdeu igual eu na vida nós últimos 3 meses não eu garanto” e ainda assim crava que WE GONNA BE OKAY em “WE GONNA BE OKAY ❤️❤️❤️”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte do Luiz é a coragem combativa, típica da Grifinória. Ele se posiciona sem medo contra instituições poderosas e figuras públicas, por exemplo ao dizer sobre a polícia militar “que aula de preparo da polícia militar 👏👏👏👏 como sempre eles se mostram muito bem psicologicamente pra sairem por aí armados” e ao cobrar o prefeito no caso Alice: “Alice foi assassinada por transfobia e até agora nenhuma palavra do prefeito. (...) Conivente, omisso e vagabundo”. Ele demonstra um senso de justiça inflamado e disposto ao confronto, como em “fala mal da poha do boogie naipe do mano brown do meu lado pra ver se nois n vai te catar na pohada vagabundo” e “vem falar isso na minha cara la no betania pro c vê”. Também valoriza a lealdade ao bairro e aos seus, com afeto explícito em “não consigo quantificar o quanto eu gosto do meu bairro. das tia da pracinha até os bebum, eu prezo por todos eles” e no orgulho atleticano: “e como sempre o inevitável alvinegro está presente na cena do crime EU SOU GALO MEU PAI”. O tom geral é impulsivo, passional, às vezes agressivo, mas sempre guiado por senso de justiça e proteção dos seus — exatamente o arquétipo de um grifinório de bairro.

Seu filme

Sua música
A faixa Ainda Há Tempo combina melancolia, consciência social e amor pela quebrada, o que encaixa muito com o jeito do Luiz falar da própria vida e do bairro. Ele oscila entre humor e tristeza, como em “ninguém perdeu igual eu na vida nós últimos 3 meses não eu garanto” e “familiarizado com perdas”, o que lembra a visão do Criolo sobre viver na periferia e carregar cicatrizes. Ao mesmo tempo, demonstra carinho profundo pelo lugar e pelas pessoas em “não consigo quantificar o quanto eu gosto do meu bairro. das tia da pracinha até os bebum, eu prezo por todos eles” e identidade forte com o Conjunto Betânia em “isso é conjunto betania”. A revolta com injustiças e violência aparece em tweets como “Alice foi assassinada por transfobia... Conivente, omisso e vagabundo” e na crítica à polícia em “que aula de preparo da polícia militar 👏👏👏👏 como sempre eles se mostram muito bem psicologicamente pra sairem por aí armados”, ecoando o tom de denúncia presente na música. No meio disso tudo, ele ainda valoriza arte e música de forma intensa, como em “fala mal da poha do boogie naipe do mano brown do meu lado pra ver se nois n vai te catar na pohada vagabundo”, o que reforça esse espírito de rap brasileiro de quebrada, introspectivo e combativo que Ainda Há Tempo representa.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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KonoLuizDa
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