
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito a Lisa Simpson: extremamente introspectivo, autoconsciente, intelectual e angustiado com o próprio lugar no mundo. A pessoa reflete sobre identidade e existência de forma bem lisa, como em “se tudo que sou só pode ser dito pelo vínculo, então nada sou quando estou sozinho. eu só sou alguém quando sou visto. agora, quem sou eu para mim mesmo?” e “não existe encontrar a felicidade... nenhuma dessas coisas farão mais sentido no momento em que você as tiver”. Há um traço forte de ansiedade e autoexigência típico da Lisa, aparecendo em “ansiedade é uma doença fdp… é uma realidade completamente paralela isso n existe” e no desespero com concentração em “como desenvolve concentração… como não constantemente fugir das obrigações”. Ao mesmo tempo, existe uma sensibilidade artística e intelectual bem marcada, com referências a arte performática, bandas alternativas e psicanálise, como em “marina abramović, um dos maiores nomes da arte performática” e “me sentindo o doutor em batman escrevendo ensaio lacaniano/canguilhem de asilo arkham”. Por fim, o tom melancólico, a sensação de não pertencer e a busca por um sentido num mundo meio vazio ecoam muito a solidão da Lisa, visível em “queria poder dizer que eu faço a diferença” e “eu quero não sentir mais nada… preciso ser dormente a tudo que me toca”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser introvertidos (I): falam muito sobre se sentir afastado e inexistente para os outros, como em “essa sensação de que todo dia eu adoeço. me curo e adoeço novamente… é como se eu tivesse deixado de existir pra cada uma delas” e “se tudo que sou só pode ser dito pelo vínculo, então nada sou quando estou sozinho”, revelando foco em mundo interno e solidão. O eixo N (Intuição) aparece na maneira altamente abstrata e filosófica de pensar, como em “não existe encontrar a felicidade… nenhuma dessas coisas farão mais sentido no momento em que você as tiver” e no uso de conceitos psicanalíticos e existenciais em “n vejo a hora de dronar no cogumelo e evoluir a neurose a um quadro psicótico… dissolver a inscrição do simbólico e permitir q o real me invada”. A preferência por F (Feeling) é clara na centralidade das emoções e da dor afetiva: “ao contrário do que todos dizem eu não venci… você era minha doença… eu não poderia estar mais vazio” e “eu quero tudo que essa vida não pode me oferecer”, além da sensibilidade com temas de comunidade em “é impressionante como a comunidade lgbtqia+ é a q mais vejo se mostrar contra ela própria”. Quanto ao P (Perceiving), ele descreve dificuldade com responsabilidade, foco e organização, como em “quem diria q viver como se eu n tivesse responsabilidades me trariam árduas consequências”, “como desenvolve concentração… como não constantemente fugir das obrigações” e o irônico “a responsabilidade chama mas eu to de fone”, sugerindo vida mais caótica e flexível do que planejada. O tom geral é de imaginação, idealismo dolorido e busca de sentido em meio à angústia, como em “see, there are plenty ways to find meaning in life… you against the nothingness” e “fazer meses que arranjo forças pra levantar por um só motivo e ele sequer existe de vdd mas lutar por uma felicidade inalcançável é a minha sina”, o que se alinha fortemente ao perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
psicanálise, arte e cidade grande demais pra minha ansiedade. já quase morri de amor e de cogumelo, voltei só pra twittar sobre isso.– @kvinnivk

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, introspectivo e meio caótico, como quem admite que talvez precise voltar para os remédios em "acho que eu preciso voltar com os remédios" mas segue atravessando Cariacica como se fosse Onett em "andar por Cariacica é tipo andar em onett". A cachaça envelhecida é a base intensa, meio crua, que lembra a vontade de tudo e de nada de "eu quero tudo que essa vida não pode me oferecer". O licor de café amargo representa as noites insones e a sensação de adoecer e sarar todo dia em "essa sensação de que todo dia eu adoeço. me curo e adoeço novamente". O xarope de hibisco traz a cor dramática e romântica de quem sangra por amor em "você era minha doença sangrar era tudo que eu sabia fazer", enquanto o maracujá azedo-doce é a mistura de angústia e ternura de ver sentido na vida ao falar da filha em "eu agora tenho uma filha um dia vou dizer pra ela quando eu mais chorei na vida". O bitter de cacau fecha com um aftertaste melancólico, ecoando o desejo de desaparecer emocionalmente em "eu quero não sentir mais nada quero cessar, ser completamente alheio a tudo" e a percepção de que só existe quando é visto em "se tudo que sou só pode ser dito pelo vínculo, então nada sou quando estou sozinho". É um coquetel performático, meio Marina Abramović de boteco, perfeito para alguém que transformaria até um gole em ensaio lacaniano como em "me sentindo o doutor em batman escrevendo ensaio lacaniano/canguilhem de asilo arkham".

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante nos tweets dele é uma reflexão intelectualizada sobre si mesmo e o mundo, muito típica de Ravenclaw. Ele articula questões existenciais e filosóficas com vocabulário teórico, como em “n da pra n ver o enzo rizzi vmtncc [picture]” e especialmente em “n vejo a hora de dronar no cogumelo e evoluir a neurose a um quadro psicótico pra que lidar com a angústia da falta se posso dissolver a inscrição do simbólico e permitir q o real me invada deliciosamente”, onde ele usa conceitos psicanalíticos com naturalidade. Há um interesse claro por teoria e arte, como quando se compara a um “doutor em batman escrevendo ensaio lacaniano/canguilhem de asilo arkham” em “me sentindo o doutor em batman escrevendo ensaio lacaniano/canguilhem de asilo arkham” e quando defende Marina Abramović e a arte performática em “marina abramović, um dos maiores (senão o maior) nomes da arte performática e da arte corporal, reduzida a 'uma zé' q foi 'instruída a encarar estranhos' porra vei”. Ele também analisa a própria subjetividade de forma conceitual, por exemplo em “se tudo que sou só pode ser dito pelo vínculo, então nada sou quando estou sozinho. eu só sou alguém quando sou visto. agora, quem sou eu para mim mesmo? uma efemeridade.”, o que revela uma mente voltada para abstrações e metalinguagem sobre identidade. Embora haja traços de sensibilidade (Hufflepuff) e um certo autodesprezo dramático (que poderia lembrar um Slytherin sombrio), o eixo central dele é a curiosidade intelectual e a interpretação analítica da própria dor e do mundo – a marca registrada de um Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música How to Disappear Completely combina com eles pela sensação constante de dissolução de si e de não pertencimento. Em tweets como “essa sensação de que todo dia eu adoeço. me curo e adoeço novamente no momento em que me afasto das pessoas, não consigo assimilar que elas foram pra casa e seguiram suas vidas mas é como se eu tivesse deixado de existir pra cada uma delas”, aparece a mesma ideia de sumir do mundo dos outros que a música explora. A reflexão sobre identidade via olhar do outro em “se tudo que sou só pode ser dito pelo vínculo, então nada sou quando estou sozinho. eu só sou alguém quando sou visto. agora, quem sou eu para mim mesmo?” também ecoa o desencaixe existencial da letra. Além disso, o desejo de se anestesiar em “eu quero não sentir mais nada quero cessar, ser completamente alheio a tudo que me cerca” e a recorrente angústia, como em “acho que eu preciso voltar com os remédios”, dialogam com o refrão "I'm not here, this isn't happening". A mistura de dor, lucidez e uma certa poesia sombria nas postagens faz a canção do Radiohead parecer uma trilha sonora natural para a forma como eles narram a própria vida.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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kvinnivk
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