
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil parece mais próximo da Lisa Simpson: intelectualizado, autoconsciente e meio melancólico, oscilando entre teoria pesada e crise existencial. Ele faz referências a filosofia, teoria crítica e psicanálise, como em “Leiam Castoriadis e Kuper, merda de site”, “As pessoas TÊM que ler esse texto do Badiou” e “psicanálise é um bom nome pra filosofia do fetiche”, algo bem Lisa: nerd, leitora voraz e obcecada por teoria. Ao mesmo tempo, mostra uma sensibilidade emocional forte e meio dramática, como em “é realmente um dos piores sentimentos e queria poder fazer algo pra não ser mais assim”, “how can your absence be so wrong” e “nunca estive tão apaixonado”, o que lembra a vulnerabilidade da Lisa adolescente. Ele também critica a superficialidade de debates online, como em “Crítica sem substância. Taxar alguém de guru é fácil e não exige esforço intelectual algum…”, ecoando a postura moral e intelectualmente exigente da Lisa diante da mediocridade à sua volta. Até a mistura de referências culturais (literatura, Coetzee em “infeliz felicidade esse coetzee, que merda e que bom”, música, religião em “God sees me through Christ”) com humor ácido parece algo que a Lisa adulta e online faria. No geral, é alguém muito culto, autoirônico, um pouco triste e constantemente pensando demais — perfeitamente alinhado com uma versão mais velha e terminalmente online da Lisa Simpson.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles soam claramente mais voltados para dentro do que para fora: não há relatos de festas, vida social ou exposição pessoal expansiva, mas sim comentários lacônicos, melancólicos e poéticos, como em “how can your absence be so wrong” e “sinto estar mascando meu fígado”, o que aponta para I de introvertido. A linha do tempo é cheia de referências teóricas e filosóficas (Castoriadis, Kuper, Badiou, psicanálise), abstrações e metacomentários sobre cultura e teoria, por exemplo “Leiam Castoriadis e Kuper, merda de site” e “psicanálise é um bom nome pra filosofia do fetiche”, sugerindo forte preferência por ideias e conceitos, isto é, N (intuição). O tom é mais analítico, irônico e crítico do que conciliador, como em “Crítica sem substância. Taxar alguém de guru é fácil e não exige esforço intelectual algum…” e no deboche a certas correntes teóricas em “Essa turma theorycel não sente vergonha de postar essas coisas na internet…”, o que aponta para T (thinking) pela ênfase em consistência intelectual e crítica lógica, mesmo que ácida. A linha entre J e P pende para P porque o perfil parece pouco estruturado, altamente associativo e espontâneo, misturando citações literárias e pensamentos soltos como em “small talk rides to work to get paid to work…” e na forma poética e fragmentada de “A tableau of war raging over the surface of bodies dreaming of death…”, dando a impressão de alguém que explora ideias livremente em vez de organizar conclusões fechadas. No conjunto, a combinação de introspecção, foco em teoria e metalinguagem, crítica intelectual mordaz e fluxo espontâneo de pensamentos encaixa melhor com o perfil INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Filósofo de busão, leitor de Badiou, Coetzee & Castoriadis. Já perdi um ponto de ônibus discutindo teoria crítica na DM.– @lagosnente

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e um pouco amargo, porque foi destilado na mesma raiva com que ele escreve coisas como “Leiam Castoriadis e Kuper, merda de site” e “psicanálise é um bom nome pra filosofia do fetiche”. A cachaça envelhecida traz a porrada alcoólica necessária pra alguém que sente estar “mascando meu fígado” e vive entre Coetzee e Badiou. O licor de ervas amargo representa a acidez teórica com shade pra todo lado, tipo quando fala de “essa turma theorycel” ou das críticas vazias “taxar alguém de guru é fácil”. O limão siciliano corta tudo com uma acidez elegante, como quem cita Beckett em “Well, shall we go? ... They do not move.” enquanto reclama da vida. O mel com gengibre é o lado apaixonado e vulnerável, que aparece em “nunca estive tão apaixonado” e na confissão de que é “um dos piores sentimentos”, tentando adoçar o amargor. Por fim, a espuma de clara com sal é a camada estética-irônica: parece suave por cima, mas tem um salzinho cínico que combina com chamar as coisas de “merda total” e ainda brindar depois.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do @lagosnente transborda interesse intelectual e reflexão teórica, o que é bem característico da Ravenclaw. Ele recomenda leitura de autores complexos como Castoriadis e Kuper em tom de correção teórica, como em “Leiam Castoriadis e Kuper, merda de site”, e também insiste na importância de textos filosóficos específicos, como em “As pessoas TÊM que ler esse texto do Badiou”. Há um interesse contínuo por teoria, filosofia e psicanálise, visível em comentários como “psicanálise é um bom nome pra filosofia do fetiche”, o que mostra gosto por conceitos abstratos e análise crítica. Além disso, ele cita literatura e dramaturgia de forma criativa, como em “ESTRAGON: Well, shall we go? VLADIMIR: Yes, let's go. They do not move.” e “infeliz felicidade esse coetzee, que merda e que bom”, revelando não só erudição como também um senso de humor intelectual. Mesmo quando critica outros, como em “Crítica sem substância. Taxar alguém de guru é fácil...”, o foco é na falta de profundidade analítica alheia, reforçando que ele valoriza profundidade, teoria e argumentação — marcas fortes de uma mente ravenclaw.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com @lagosnente é How Soon Is Now?, dos The Smiths, pela mistura de angústia existencial, solidão e ironia intelectualizada. A sensação de isolamento aparece em posts como “sempre me senti isolado por não ter todos os canais o tempo todo”, que ecoa diretamente o tema de alguém deslocado do mundo à sua volta. A melancolia intensa, quase física, do eu lírico lembra tweets como “sinto estar mascando meu fígado” e “merda total”. Ao mesmo tempo, há um tom literário/filosófico e autoconsciente, visível em “ESTRAGON: Well, shall we go? VLADIMIR: Yes, let's go. They do not move.” e no interesse em teoria e crítica, como em “Leiam Castoriadis e Kuper, merda de site” e “As pessoas TÊM que ler esse texto do Badiou”. Essa combinação de sensibilidade afetiva, ironia amarga e referências cult se encaixa perfeitamente com o clima de desajuste e desejo de conexão da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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lagosnente
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