
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A vibe da @lalaavsz lembra muito a Lisa Simpson: sensível, intensa, meio dramática, mas também irônica e cheia de opinião. Ela é super emotiva e autoconsciente, como quando diz “de todos, talvez o sentimento de não pertencimento seja o que mais me aflige” e “algum dia alguem ainda vai me amar e fazer de tudo por mim”, algo que combina com a solidão e a busca por afeto da Lisa. Ao mesmo tempo, demonstra senso crítico e posicionamento, como em “nao sabia q pra ser socialista tinha q dormir debaixo da ponte do bragueto” e na ironia de “nossa mas ela precisou mesmo ir pra ÁFRICA pra ver que as pessoas passam fome?”, o que lembra a indignação política da personagem. Ela também vive os altos e baixos emocionais com humor e certa autodepreciação, tipo “acho engraçado como as vezes to mt bem e do nada me bate uma tristeza absurda” e “estou #doida pra me matar”, bem no estilo Lisa adolescente cansada do mundo. Além disso, tem um lado nerd/gamer diário com os posts do Termo, como “joguei #1463 *1/6 🔥 26 ... MLK ACERYEI DE PRIMEIRA EU TO SEM ACREDITAR”, que lembra a dedicação e o perfeccionismo da Lisa com as coisas que gosta.

Seu tipo de personalidade MBTI
A timeline da @lalaavsz mostra alguém mais voltado para o mundo interno do que para a exposição social, falando muito de sentimentos, séries, joguinhos e pensamentos próprios, com pequenos desabafos existenciais, o que sugere introversão (I); por exemplo, ela comenta sobre oscilações emocionais e paranoias sem descrever uma vida hiper-social, como em “acho engraçado como as vezes to mt bem e do nada me bate uma tristeza absurda” e “indo dormir pq meio q ficar acordada ta me deixando com 47 paranoias diferentes e eu sinto que vou enlouquecer a qualquer momento”. A forma como ela fala é muito voltada a sentimentos, romantização e dor emocional, com foco em significado afetivo mais que em fatos práticos, o que aponta forte para Feeling (F) e um olhar intuitivo para o sentido das coisas (N), como em “de todos, talvez o sentimento de não pertencimento seja o que mais me aflige”, “algum dia alguem ainda vai me amar e fazer de tudo por mim e ai nao vai sobrar mais nada pra vcs vcs vao ver!” e “tudo que eu ouvi sobre esse tal amor me assusta”. Ela é altamente movida por emoção, ressentimento, saudade, amor e frustração (mais do que por argumentação lógica), como em “pqp eu nunca mais empresto dinheiro pra ninguém vsf que ódio” e “nao acredito mais no amor”, o que encaixa claramente em F. Quanto ao eixo J/P, ela parece viver em fluxo, em espiral de sentimentos, com impulsos (descolorir o cabelo de manhã, se dizer "doida pra me matar", reclamar de trabalhar muito mês que vem mas sem plano detalhado), refletindo um estilo mais espontâneo e caótico do que organizado: “bateu a necessidade de mudança, agora estou descolorindo meu cabelo 09h de uma quinta feira qualquer” e “o que eu vou me matar de trabalhar mes q vem é sacanagem viu”. O foco forte em sentimentos, dor, esperança romântica e pertencimento, misturados com introspecção e um certo ar poético/melancólico, encaixa melhor com o arquétipo INFP do que com outros tipos próximos.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Baiana, viciada em Termo, GOT e fofoca de bar. Já chorei por Hodor e por boleto atrasado, mas sigo editando foto e reclamando na internet.– @lalaavsz

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça baiana envelhecida é óbvia: ela é a gatinha baiana e tem essa mistura de doçura e porrada, igual quando diz “quem me tem sem ego, me tem demais”. O licor de cacau com pimenta representa o romantismo dramático e intenso, aquele combo de amar, sofrer e desconfiar do amor em frases como “tudo que eu ouvi sobre esse tal amor me assusta” e “nao acredito mais no amor”. O xarope de flor de laranjeira entra como a parte sensível e carente que ainda sonha em ser mimada, tipo quando ela confessa “gosto e sei pedir mas preferia que me fosse oferecido” e sonha com alguém que faça de tudo por ela em “algum dia alguem ainda vai me amar e fazer de tudo por mim”. O suco de limão siciliano dá o azedinho das paranoias e dias pesados, lembrando momentos como “indo dormir pq meio q ficar acordada ta me deixando com 47 paranoias diferentes” e o sentimento de não pertencimento em “de todos, talvez o sentimento de não pertencimento seja o que mais me aflige”. Por cima, a espuma leve de água de coco é aquela casca de humor e leveza que ela põe mesmo quando tá mal, seja no vício de jogar Termo todos os dias (“joguei #1463 *1/6 🔥 26 [...] MLK ACERYEI DE PRIMEIRA EU TO SEM ACREDITAR”) ou rindo do próprio caos em “falando desse rolinho pra todo mundo pq se der errado eu falo q foi inveja 😛😛😛”. Este drink é forte, doce-azedo e com um toque dramático: perfeito pra alguém que diz “let me go and i will want you more” enquanto canta “call my name and save me from the dark”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra um lado extremamente afetivo, ligado a vínculos e lealdade, que é muito característico de Hufflepuff. Fica claro o quanto ela se apega às pessoas e sente falta delas em tweets como “ja to com saudades da minha elaine” e “dia 78 de dezembro e a elaine em aula”, além de falar com carinho da mãe em “como pode mamae ser tao querida”. Ela também valoriza muito ser bem tratada e cuidada, o que aparece em coisas cotidianas como “adoro quando pego uber confort e ele realmente é confort” e em reclamações sobre quem não a retribui, como em “pqp eu nunca mais empresto dinheiro pra ninguém vsf que ódio”. Ao mesmo tempo, há uma sensibilidade grande, um sentimento de não pertencimento e de desilusão com o amor em “de todos, talvez o sentimento de não pertencimento seja o que mais me aflige” e “nao acredito mais no amor”, que combinam com a profundidade emocional dos Hufflepuffs, que sofrem muito quando sentem que não são valorizados. Embora tenha momentos de ironia e impulsividade, o eixo central da personalidade dela gira em torno de afeto, lealdade e desejo de ser bem acolhida, o que a encaixa melhor em Hufflepuff do que nas outras casas.

Seu filme

Sua música
A melhor música para representar @lalaavsz é De Quem É a Culpa?, da Marília Mendonça, porque ela vive num misto de carência, ironia e coração partido. Ela demonstra um sentimento de desencaixe e dor afetiva em posts como “de todos, talvez o sentimento de não pertencimento seja o que mais me aflige” e “nao acredito mais no amor”, que dialogam diretamente com a culpa e a insegurança amorosa da música. A bio, “let me go and i will want you more”, já entrega esse padrão de apego contraditório que ecoa o eu lírico da canção, que sofre mas continua presa ao sentimento. Além disso, o jeito dramático-romântico aparece em tweets como “algum dia alguem ainda vai me amar e fazer de tudo por mim” e na longa declaração meio debochada, meio sincera de saudade em “amor, to morrendo de saudade de você...”, reforçando o clima de sofrência intensa. Essa combinação de vulnerabilidade, ironia e desejo de ser amada é exatamente o universo emocional da Marília Mendonça nessa música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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lalaavsz
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