
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O Lazarus parece se encaixar melhor na Lisa Simpson: é estudante dedicado, vive em ambiente acadêmico e está constantemente preocupado em aprender mais, como quando comenta sobre a diferença entre UF e IFF e diz que “Eu preciso ler mais e saber mais” em “Participar da Jornada na UFJF me fez pensar diferença que é o ambiente acadêmico de uma UF em comparação ao IFF. Eu preciso ler mais e saber mais.”. Ele demonstra amor genuíno por literatura teórica e clássica, citando Fausto, Antonio Candido, Benjamin e ecoando aquele lado nerd da Lisa em “Decidi encarar o Fausto de novo e sinto que dessa vez eu termino e puta que pariu como o pode o ser humano ser dotado de tanto poesia” e “Coloquei os livros que meu orientador me emprestou na mochila pra devolver hoje, mas a vontade era roubar o livro do Antonio Cândido.”. Também tem uma veia ética e crítica social bem forte, alinhada com a Lisa politizada, quando fala de direitos e educação em “Estudar é um direito” e denuncia situações de machismo na docência em “Já não basta a docência ser um trabalho desgastante, pra mulher é ainda pior.”. Ao mesmo tempo, é sensível e emocional, se emociona com música e arte em “Fui ouvir Belchior depois de um tempão sem escutar arrepiei ouvindo tudo outra vez pqp o bigodudo sabia muito” e admite medo e inseguranças com estágio e sala de aula em “Tô com medo da SEDUC não aprovar meu estágio” e “Tô com medo de quando eu for entrar em sala de aula pqp”. Por fim, o humor sarcástico e a ironia constante lembram a Lisa quando ela fica cínica com o mundo adulto, como em “Crítica rasa de quem não entende porra nenhuma” e “Odeio Lúcio Costa com todas minhas forças.”, mas sempre partindo de um lugar de leitura, reflexão e consciência política.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de academia, leitura e rotina de estudos de forma individual, como em “Assistindo twin peaks depois de enrolar um tempão” e “Decidi encarar o Fausto de novo”, além de comentar o constrangimento social em “mandando e mail… e me sentindo um maníaco”. A preferência por Intuição (N) aparece na fascinação por teoria e abstrações: ecocrítica e romantismo na bio, referências a Benjamin, análise do discurso, semiótica e reflexões como “Participar da Jornada na UFJF me fez pensar diferença que é o ambiente acadêmico de uma UF…”. O eixo Thinking (T) se manifesta no tom crítico e analítico, muitas vezes direto e pouco diplomático, como em “Crítica rasa de quem não entende porra nenhuma” e “shape de merda + não vai passar dos 40 + pele horrível parabéns amigão”. Há forte traço de Julging (J) na disciplina com estudos e trabalho acadêmico — falando de PIBIC, artigo, estágio, TCC, oficinas — e em atitudes planejadas como “15 exemplares do meu livro na mochila, se eu vender uns 3 hoje tá bom” e “Nunca fiz o esboço de um slide tão rápido… O que a cafeína não faz né”. O conjunto das características (inteiro teórico, crítico, organizado, focado em estudo e projetos) casa melhor com um perfil INTJ, alguém voltado a ideias, planejamento e análise racional, mas com toques de ironia e autocrítica em vários tweets.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Licenciando em Letras no IFF, entre uma aula de semiótica e outra tô na academia, vendendo meu livro ou reclamando da burocracia e do Lúcio Costa.– @LazarusSampaio

Seu coquetel exclusivo
Esse drink começa com tereré gelado com limão e hortelã, porque você literalmente assumiu o vício em tereré e a vibe refrescante e irônica combina demais com seu humor (“Como pode eu estar viciado em tereré?”). Entra uma dose de cachaça envelhecida pra representar a força, a resiliência de aguentar 8 matérias + IC e ainda passar direto (“8 matérias + IC deu bom (quase surtei no processo...)”; “Passei direto mesmo achando que ia perder na matéria igual todo semestre”). O licor de café é a noite em claro acadêmica, a cafeína salvadora e o tesão de estudo depois de análise do discurso e semiótica (“Sai da aula hoje de análise do discurso com uma vontade bizarra de estudar mais”; “Eu amo as aulas de semiótica (chegar uma hora da manhã em casa nem tanto mas faz parte)”). O xarope de mel e ervas traz um dulçor meio medicinal: é o cuidado com as amigas professoras e a consciência crítica sobre educação e docência (“Já não basta a docência ser um trabalho desgastante, pra mulher é ainda pior.”; “Estudar é um direito”). Por cima, uma espuma leve de leite com raspas de chocolate amargo junta o shape, a proteína matinal e o romantismo meio melancólico de quem lê Goethe e encara o Fausto no amor e na marra (“ingerindo casualmente 30g de proteína de manhã...”; “pqp nem ia beber hoje mas hoje é aniversário do Goethe”; “Decidi encarar o Fausto de novo...”).

Sua Casa de Hogwarts
Lazarus demonstra um apego forte à vida intelectual e acadêmica, típico de Corvinal. Ele volta de uma aula de análise do discurso dizendo que saiu com vontade de estudar mais: “Sai da aula hoje de análise do discurso com uma vontade bizarra de estudar mais”, e comenta o contraste entre IFF e UF ressaltando que precisa ler e saber mais: “Eu preciso ler mais e saber mais.”. Há também um entusiasmo constante com teoria literária, semiótica e disciplinas mais abstratas: “eu sempre que trocava ideia com meu professor de teoria literaria” e “Eu amo as aulas de semiótica”. Ele encara leituras densas por prazer e desafio intelectual, como ao retomar Fausto: “Decidi encarar o Fausto de novo e sinto que dessa vez eu termino e puta que pariu como o pode o ser humano ser dotado de tanto poesia”. O fato de participar de IC, escrever artigo e caçar revista científica (“Não sei como consegui escrever esse artigo… Agora é só caçar revista...”) reforça um perfil de curiosidade, estudo sério e prazer em conhecer, todos traços centrais da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Como Nossos Pais, na voz de Elis e escrita pelo Belchior, combina muito com o jeito meio irônico, crítico e ao mesmo tempo sensível do Lazarus. Ele mesmo demonstra um apego forte ao Belchior em “Fui ouvir Belchior depois de um tempão sem escutar arrepiei ouvindo tudo outra vez pqp o bigodudo sabia muito”, o que já mostra identificação estética e afetiva. A letra fala de amadurecer, de encarar o mundo com lucidez e certa melancolia, o que conversa com tweets como “As coisas têm dado tão certo e fluido tão organicamente, que coisa boa que decidi viver!” e com a pressão acadêmica em “Participar da Jornada na UFJF me fez pensar diferença que é o ambiente acadêmico de uma UF em comparação ao IFF. Eu preciso ler mais e saber mais.”. Além disso, o tom crítico da música lembra o modo como ele comenta política e sociedade, como em “essa página tinha q ser banida” e “Às vezes o preconceito contra crente é justificável sim.”, mostrando um olhar atento e inconformado. A combinação de nostalgia, engajamento intelectual (eco-crítica, romantismo, teoria literária) e senso de humor ácido faz essa canção do Belchior soar como a trilha sonora perfeita para a timeline dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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LazarusSampaio
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