
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta mistura erudição meio obscura com sensibilidade melancólica, o que lembra muito a Lisa. Há interesse em temas literários e religiosos específicos, como em “A única coisa que discordo na carta do Artaud ao Dalai Lama…” e “Azazel ensinar os humanos a se ‘embelezar’ no Livro de Enoque…”, típico da curiosidade intelectual dela. Ao mesmo tempo, há um sentimento de inadequação e exaustão, como em “Estou tentando sumir. Não me chame se não eu reapareço.” e “Dias forrageiros. Pequenos, curtos e muitos. Estou vegetando. Virando pasto pro tempo.”, que ecoa o lado depressivo e isolado da Lisa. A autoironia inteligente aparece em coisas como “Especialista em nada aqui. Isso é um monte de nada. Espero ter ajudado em nada.” e o estranhamento com o mundo social, em “Muito cuidado com as outras pessoas. Elas têm mais que segundas intenções…”. É alguém cerebral, sensível, deslocado e um pouco dramático, exatamente o tipo de combinação que define a Lisa em Os Simpsons.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente introvertidos (I): falam de tentar sumir e evitar contato, como em “Estou tentando sumir. Não me chame se não eu reapareço.” e em reflexões sobre privar a conta, como “Pensando em privar minha conta mas e se tiver alguém legal que. Não vai me descobrir por estar privado.”, mostrando necessidade de recolhimento e certo medo de exposição. A preferência por Intuição (N) aparece na constante abstração e imaginação simbólica: mênades despedaçando, arcontes planetários, lobos internos e golems, como em “Não tenho características. São condenações. Os arcontes planetários me condenaram à isso, àquilo, a ser assim, etc.” e “Tem um lobo dentro de você. E tem outro. Tem mais um.”. O eixo Feeling (F) aparece na forma extremamente afetiva, auto‑depreciativa e empática como em “Me compadeço com todos os unitários do leste europeu que simplesmente viraram muçulmanos…” e na ênfase em sinceridade e ingenuidade em “Sinceridade. Sincero. É isso que falta. Falta sinceridade. Honestidade. Ingenuidade. Isso que importa.”, priorizando valores internos e estados emocionais. Quanto a Perceiving (P), o estilo é caótico, pouco estruturado, cheio de fluxos de consciência, humor absurdo e zero foco em planejamento, como em “Lentamente articulando menos e menos palavras. A meta é que eu consiga me comunicar por grunhidos.” e “Estou no meu terceiro café da manhã. Não tenho previsão de quando vou parar.”. Além disso, a combinação de imaginação mórbida, autoparódia e sensibilidade melancólica — em tweets como “Meu lugar é entre as estrelas. No vazio entre as estrelas. O meio do nada.” e “Dormindo por tédio. Acordando por tédio.” — casa muito bem com o estereótipo de INFP: idealista, introspectivo, poético, mas fragmentado e errante. Por isso, o tipo que melhor sintetiza o estilo, temas e tom da conta é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Poeta cansado, meio golem, meio inseto. Já lasquei um dente numa torta de frango e sigo tentando entender por que o vento ainda não me levou.– @leharquebusier

Seu coquetel exclusivo
Uma dose de cachaça envelhecida é o corpo terrestre e meio barro-meio-gente do drink, como nas pessoas-formigas de Bruegel que você ama (“Todo mundo parece ser parte da mesma coisa. Pedaços de terra.”). O licor de café bem amargo é a exaustão crônica e febril, o cansaço que não passa (“Não está certo ser tão sonolento e cansado assim.”) misturado com as noites lacônicas (“Noites lacônicas.”). O cordial de lavanda com mel representa a ternura escondida entre autodepreciação e misantropia, aquele carinho por bichos, plantas e passarinhos briguentos (“Eu sou do mal. E gosto de bicho. E de plantas. E de árvores.”, “Hoje vi dois passarinhos brigando.”). O limão taiti traz a acidez neurótica e ansiosa, essa sensação de estar sempre errado ou deslocado (“Está tudo errado. Nada está certo.”, “Minha experiência das coisas é a mesma de um morto vivo recém levantado do túmulo.”). Por fim, um spray de absinto por cima é o toque ocultista-literário, gnosticismo de boteco e pacto estético com o nada (“Assino o muito mais legal e radical Contrato Associal.”, “Não tenho características. São condenações. Os arcontes planetários me condenaram à isso…”).

Sua Casa de Hogwarts
O usuário demonstra um interesse intenso e pouco comum em temas intelectuais obscuros e históricos, o que é bem típico de Corvinal. Ele fala de movimentos religiosos e heresias com naturalidade e empatia intelectual em “Me compadeço com todos os unitários do leste europeu…”, e discute detalhes de Artaud, Dalai Lama, Karmapa e Bön em “A única coisa que discordo na carta do Artaud ao Dalai Lama…”, algo que exige estudo e curiosidade real. Há também humor literário/erudito em “Rapaz que nunca leu nem a Ilíada e nem a Odisseia mas leu a Batracomiomaquia.” e o uso de referências como o Irk Bitig em “Consultei o Irk Bitig e ele disse que eu sou um 'veadinho sem grama e sem água'.”. Ele ainda mostra comportamento de leitor compulsivo ao encher o Kindle de livros em “Consegui entulhar meu Kindle com tantos livros que, ao sair de um, ele reinicia pra conseguir carregar a biblioteca.” e usa o Anna’s Archive para baixar artigos em “Primeira vez que uso a aba de baixar artigos no Anna's Archive. Divertido.”. O tom geral é introspectivo, autoanalítico e cheio de pequenas observações sobre linguagem, sonhos, símbolos e arte, como em “Não sei nenhuma regra gramatical de cabeça. Só lembro por instinto e neurose.” e “Gosto muito como as pessoas parecem ser feitas de barro nas pinturas dos Pieter Bruegel.”, reforçando o perfil de alguém que vive na cabeça, pensando e reinterpretando o mundo — o retrato clássico de um corvino.

Seu filme

Sua música
A canção Creep, do Radiohead, combina com o tom de autoalienação, estranheza e cansaço existencial que aparece em muitos tweets do @leharquebusier. Ele fala de se sentir diminuído e deslocado em relação ao mundo, como em “Eu não sou um homem crescido. Longe disso. Sou um homem decrescido. Diminuto. Ficando menor com o tempo.” e em “Meu lugar é entre as estrelas. No vazio entre as estrelas. O meio do nada. Bem longe de qualquer luz ou brilho.”, o que ecoa a sensação de não pertencer a lugar nenhum presente na música. As frequentes referências a exaustão e mal-estar físico e mental (“Passando pela febre debilitante mensal. Não dá nem gosto de dizer que estou morrendo mais. É só dor. Não tem fim.” e “Dias forrageiros. Pequenos, curtos e muitos. Estou vegetando. Virando pasto pro tempo.”) reforçam o clima de alguém que se percebe como “errado” ou quebrado. Ao mesmo tempo, existe uma autoironia constante e uma espécie de teatralização da própria miséria em tweets como “Desista de tudo e MORRA: teoria e prática.” e “Eu deveria começar a fazer cerâmica [...] Você quer me enganar. Você quer o meu mal.”, o que dialoga com o exagero dramático e confessional de Creep. A mistura de vulnerabilidade, humor sombrio e sensação de deslocamento faz dessa música um espelho bem adequado da persona que ele constrói no perfil.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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leharquebusier
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