
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito a Lisa Simpson: intelectual, autocrítico e meio cansado da burrice geral, mas ainda assim obcecado em pensar o mundo. Várias postagens mostram interesse por teoria, filosofia e linguagem, como em “metaética é muito foda” e na mini-aula sobre japonês em “em '綾波 レイ' o 'レイ' é o nome da personagem...”, algo que combina com a curiosidade acadêmica da Lisa. Ao mesmo tempo, há um tom de frustração moral e existencial, como em “crise existencial é falta de oxigênio no cérebro e só” e “é pra idiota falar 'o mundo tá acabando mesmo' e se aproveitar desse engajamento de desespero alheio...”, que ecoa o jeito dela de criticar cinismo e superficialidade. O usuário também mistura cultura pop, estudo e sarcasmo em coisas como “gostar do ruim só por ser ruim é o que Baudrillard chamaria de fetichismo do simulacro” e “o Twitter é, na verdade, um lugar muito interessante, veja esta imagem...”, o que lembra a forma como a Lisa conecta referências cult com a vida cotidiana. Mesmo com explosões de irritação em posts como “vai tomar no cu”, a base é alguém que pensa demais, analisa demais e se irrita justamente porque se importa — bem no espírito da Lisa Simpson adolescente, um pouco mais cínica e online.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets sugerem alguém claramente mais voltado para dentro: ele fala muito de jogos, filosofia e divagações mentais, com pouco foco em vida social e mais em frustração ou observação irônica, como em “vou postar que estou triste e voltar daqui duas horas postando uma indireta e voltar daqui quatro horas...”, o que aponta para I. A ênfase constante em ideias abstratas, metacrítica e teoria (“metaética”, Baudrillard, análise de linguagem e símbolos em jogos e anime), como em “metaética é muito foda” e “gostar do ruim só por ser ruim é o que Baudrillard chamaria de fetichismo do simulacro...”, indica forte preferência por N. Ele argumenta de forma lógica e muitas vezes fria, criticando conteúdos e pessoas com dureza (“defensor de cu é rola no final do dia também” em este tweet e a análise estrutural de jogos em “como se um jogo fosse resumido em 'momentos fortes'...”), o que sugere T acima de F. Sua relação com organização e rotina parece caótica, marcada por procrastinação, cansaço e aversão a planejamento rígido, como em “nas últimas quatro horas eu pisquei e o tempo passou, odeio grindar em jogo” e nos surtos de digitação nonsense tipo “vvmkvfldms,pombtpoeklgbtor...”, o que combina mais com P do que com J. O conjunto — introspecção irônica, foco em teoria e análise, tom crítico-racional e vida prática meio desorganizada — se encaixa melhor no perfil INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Resenhópolis • escreve sobre jogos, cinema e filosofia entre um relatório e outro. Já quase dormiu vendo 4 homens cavando buraco na TV.– @leirbagbagbag

Seu coquetel exclusivo
Uma mistura meio esgotada, meio brilhante, o Cute Cake Cortisol Fizz é forte, ácido e meio amargo, igual postar “cortisol” às três da manhã. A cachaça envelhecida representa o rancor lúcido de quem manda um “vai tomar no cu, sequela” e depois escreve textão sobre cinema, jogos e arte em threads como “como se um jogo fosse resumido em ‘momentos fortes’...”. O licor de café é pra lembrar que “café é uma merda”, mas você continua bebendo mesmo assim, igual ficar em Twitter e YouTube que só recomendam “react de vtuber do rpg do cellbit”. O xarope de frutas vermelhas é o lado sensível e dramático que aparece em frases tipo “Aqui não há porquê” e nas referências poéticas como “Foi na ponta do míssil que enterrei o que nunca pude dizer”. A espuma cítrica faz a graça agressiva, o riso caótico de “HAHAHAHAHAHQHHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHJAHANAJAJAHAHAHHAHAH” e das tecladas possessas tipo “vvmkvfldms,pombtpoeklgbtor...”. Por fim, o bitter de cacau fecha com um fundinho filosófico e azedo, digno de alguém que solta que “metaética é muito foda” e cita Baudrillard enquanto manda o mundo se foder em “é o infartas”.

Sua Casa de Hogwarts
Os tweets do @leirbagbagbag mostram um interesse constante em teoria, análise e conceitos abstratos, o que é muito característico de Ravenclaw. Ele comenta filosofia e teoria crítica com naturalidade, como em “gostar do ruim só por ser ruim é o que Baudrillard chamaria de fetichismo do simulacro...” e em “metaética é muito foda”, revelando gosto por ideias complexas. Também demonstra atenção a linguagem e significados, como no detalhamento do nome da Rei Ayanami em japonês em “em '綾波 レイ' o 'レイ' é o nome da personagem, escrito em katakana...”. Há uma forte preocupação em analisar mídias (cinema, jogos, anime) de forma estrutural e conceitual, por exemplo em “como se um jogo fosse resumido em 'momentos fortes'... foda se o efeito total, a atmosfera e o modo como o jogo se apresenta sensorial e estruturalmente” e em “é impressionante como só falam de direção de arte enquanto design e imagens tiradas de print...”. Mesmo quando fala de coisas cotidianas, ele tende a intelectualizar ou problematizar, como em “crise existencial é falta de oxigênio no cérebro e só”. Esses padrões de curiosidade, análise e gosto por teoria se alinham muito mais com o perfil de Ravenclaw do que com a impulsividade de Gryffindor, o foco em lealdade de Hufflepuff ou a ambição estratégica de Slytherin.

Seu filme

Sua música
A música Stop Making Sense combina bem com o jeito caótico, autorreflexivo e irônico do @leirbagbagbag, que literalmente escreve coisas como “STOP MAKING SENSE STOP MAKING SENSE STOP MAKING SENSE”, quase como um manifesto pessoal. Ele oscila entre o pensamento filosófico e o colapso mental performático, como em “ter consciência da consciência da consciência da consciência da consciência…” e em surtos de teclado quebrado tipo “vvmkvfldms,pombtpoeklgbtor…”. Essa mistura de lucidez crítica e desorientação aparece também quando fala de arte e mídia, por exemplo em “como se um jogo fosse resumido em ‘momentos fortes’…” e “é impressionante como só falam de direção de arte enquanto design e imagens tiradas de print…”, o que casa com a tensão da música entre ritmo dançante e estranheza existencial. Até nas explosões de raiva meio cômicas, como “vai tomar no cu” e “EU ESPERO O DIA DA MORTE DO ANTI CRISTO.”, ele parece viver nessa fronteira entre sentido e absurdo que a estética dos Talking Heads abraça.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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leirbagbagbag
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