
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do léo lembra muito o Bart Simpson: caótico, debochado, apaixonado por zoeira e vivendo de surtos emocionais com futebol e cultura pop. Ele vive fazendo piada pesada e exagerada, como em “4º desejo: que o ct da Gávea EXPLODA” e em tiradas políticas como “Não se esqueçam crianças Ao soletrar fascismo sempre vai ter SC no meio”, bem no espírito de rebeldia irresponsável do Bart. A relação intensa com futebol, os surtos de ódio e amor pelo próprio time, aparecem em coisas como “Meu sonho é te ver na miséria Abel Ferreira Meu sonho é você sair daqui logo” e “Pode anotar mais 20 brasileiros na conta do meu verdão”, que parecem os chiliques do Bart com o Krusty ou a escola. Ao mesmo tempo, ele tem um lado nerd/gamer muito forte, como em “Watch dogs 2 sempre vai estar no meu coração meu joguinho de conforto” e “Wolfenstein é minha franquia centrista favorita afinal de contas eu estou neutralmente fuzilando nazistas”, algo que combina com o Bart viciado em videogame e cultura pop. E apesar da pose de caos permanente, ele demonstra afeto e entusiasmo genuíno com amigos e ídolos, como em “Facilmente o melhor dia da minha vida” e “Eu fui eu tava eu tirei foto com a lenda”, o que lembra aquele coração mole que o Bart tenta esconder atrás da marra.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets do léo mostram muita sociabilidade, interação constante com amigos e torcida, indo a eventos como BGS e jogos de futebol, o que aponta para extroversão: ele fala de gritar no prédio por causa de jogo (“Fazem dois anos que acordei todo mundo do meu prédio…”) e de sair com amigos (“Fui na bgs com meus melhores amigos.provavelmente a melhor experiência que tive na minha vida”). A forma como comenta política, cultura pop e futebol é bem conceitual e cheia de comparações irônicas, o que sugere Intuição (N), como quando chama alguém de “Pablo marcal do cinema” ou faz piada com “revolução cultural equivalente a 5 chinas” (link). Ele mostra um estilo Thinking (T): é direto, ácido, muito crítico e pouco preocupado em ser diplomático, por exemplo em “Ser humano mais desgracado maldito miserável que eu já tive o desprazer de conhecer pessoalmente…” e nas listas de xingamentos ao próprio time (“Vai tomar no cu: Sociedade esportiva palmeiras Abel Ferreira Leila Pereira…”). O lado Perceiving (P) aparece na espontaneidade caótica, nas reações impulsivas e no humor improvisado, como quando diz que vai desinstalar o TikTok (“rede maldita… vou desinstalar essa merda”) ou inventa desejos absurdos para ferrar times rivais (“1º desejo: mais 5 bilhões de dívida para o Corinthians…”). O conjunto – extrovertido, irônico, voltado a ideias e debates, crítico e caótico – encaixa bem no perfil ENTP, o “debater”/troll inteligente que vive de comentar, zoar e problematizar tudo ao redor.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Palmeirense surtado, fã de O Terno, comunista de RU e jogador de Silent Hill 2 em PC de geladeira. Uma vez acordei o prédio inteiro por futebol.– @leoceura

Seu coquetel exclusivo
Esse drink começa com cachaça envelhecida forte, porque o nível de intensidade futebolística e de ódio apaixonado em coisas como “Meu sonho é te ver na miséria Abel Ferreira Meu sonho é você sair daqui logo eu não aguento mais ver meu time…” exige algo que bata forte. Entra um licor de jiló bem amargo pra representar o ranço generalizado com capitalismo, Flamengo, Corinthians e afins, na vibe de “MALDITO SEJA O CAPITALISMO SELVAGEM” e do desejo de mais 5 bilhões de dívida pro Corinthians em “1º desejo: mais 5 bilhões de dívida para o Corinthians…”. O xarope de maracujá azedinho é o lado afetivo, nerdola e emocionado que chora com jogo, filme e artista favorito, como em “Watch dogs 2 sempre vai estar no meu coração meu joguinho de conforto…” e na devoção ao Palmeiras em “Brasileirão:Palmeiras Libertadores: Palmeiras… (PALMEIRAS PRA CARALHO)”. O espumante seco bem gelado simboliza o caos festivo gamer/otaku/nerd, misturando BGS, Alan Wake 2, Silent Hill, Wolfenstein e Fortnite, no espírito de “HBP (HIPER BAZINGA PLAYS)” e “EU E DAVI MESTRINHO USAREMOS ESSA NO FORTNITE”. Por fim, as raspas de limão com pimenta na borda do copo representam a acidez política e as alfinetadas antinazista/anticapitalista, como em “Wolfenstein é minha franquia centrista favorita afinal de contas eu estou neutralmente fuzilando nazistas” e na revolução cultural de “Mas pqp a revolução cultural q tem que ser feita nesse país é o equivalente a 5 chinas”. É um coquetel forte, meio amargo, meio azedo, mas perigosamente viciante – igual timeline de torcedor palestrino puto e feliz ao mesmo tempo.

Sua Casa de Hogwarts
Léo transborda um estilo de coragem impulsiva e de partir pra briga, bem a cara da Grifinória. Ele se arrisca a tretar publicamente com tudo e todos, como quando despeja ódio contra o próprio time e dirigentes sem medo de queimar o filme: “Agora finalmente posso falar Vai tomar no cu: Sociedade esportiva palmeiras Abel Ferreira Leila Pereira...”. Tem também a disposição de se jogar em situações intensas e meio caóticas, como acordar o prédio inteiro por causa de futebol e depois ainda rir da história: “Fazem dois anos que acordei todo mundo do meu prédio... apenas respondi rouco e quase sem voz ‘não não escutei nada não’”. Ele demonstra um senso forte de indignação moral, reagindo com fúria a injustiças e nojeiras sociais, por exemplo em “Vídeo nojento n tenho nem palavras é só nojo genuíno” e em críticas ao capitalismo ou a figuras escrotas, o que remete ao espírito combativo típico dos grifinórios. Ao mesmo tempo, vive tudo de forma exagerada e passional – chamando certos dias de “o melhor dia da minha vida” e tratando jogos e debates como eventos épicos – como em “Facilmente o melhor dia da minha vida” e “Hoje é o equivalente ao Natal não ironicamente”. Essa mistura de intensidade emocional, impulsividade e prontidão pra entrar na briga por aquilo que sente e acredita encaixa muito mais com a Grifinória do que com qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música “É Com Esse Que Eu Vou” na voz da Beth Carvalho combina com o jeito intenso, debochado e apaixonado com que o léo vive futebol, política e cultura pop. Ele vibra e sofre com o Palmeiras e o esporte em geral, como em “Brasileirão:Palmeiras Libertadores: Palmeiras Sul americana: time b do Palmeiras...” e em “É o time mais fudido do Brasil esqueça tudo”, sempre na expectativa de "ir com esse time" até o fim, mesmo xingando meio mundo. O tom da música, de confiança e apego a um caminho escolhido, lembra o modo como ele abraça suas paixões nerd/gamer, como em “Watch dogs 2 sempre vai estar no meu coração meu joguinho de conforto...” e “Wolfenstein é minha franquia centrista favorita afinal de contas eu estou neutralmente fuzilando nazistas”. Além disso, a mistura de ironia e amor genuíno que ele demonstra em coisas como “Critiquei e muito a má fase dele... mas na partida de despedida dele eu vou chorar...” casa com a vibe da música de seguir junto, mesmo reclamando. No fim, assim como na canção, ele sempre acaba “indo com esse que eu vou”: o Verdão, os jogos, os rolês com amigos e as loucuras de internet que ele abraça com paixão.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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leoceura
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