
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O @Leonardo_Panke parece mais com a Lisa Simpson: analítico, idealista e muito mais preocupado com estrutura, planejamento e justiça do que com narrativas fáceis. Ele critica leitura de jogo e gestão de elenco com argumentos racionais, como quando fala que “o Pezzolano fez uma leitura bem equivocada do quão prontos estão os meninos que ele botou pra jogar” e quando diz que reforço tem que ser alguém “MELHOR do que o titular da posição, reserva não se compra na nossa situação”. Assim como a Lisa, ele se incomoda com decisões pouco inteligentes do sistema, seja no futebol ou nos esports, como quando chama de “assustador” o planejamento da W7M FX em “O planejamento (ou falta de) da W7M FX é um tanto quanto assustador” ou quando fala que jogar CBLOL em time fraco pode ser um grande retrocesso em “Um projeto sólido de tier 2 normalmente é melhor do que um projeto bomba de tier 1”. Ele também demonstra visão de longo prazo e preocupação com formação, típico da Lisa, ao pensar o Inter em ciclos de anos em “minha expectativa pro ano do Inter é: não cair no Brasileiro e dar minutagem de qualidade pros principais guris [...] pra voltar a ser competitivo em 2028”. Até o bio com referência a MBTI (INFP) e a postura mais idealista e crítica combinam com a Lisa, que está sempre tentando consertar um mundo bagunçado por decisões emocionais e pouco racionais dos outros.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ele mesmo se descreve como INFP T na bio, mas o padrão dos tweets mostra um funcionamento mais analítico e crítico do que típico de F: ele desmonta decisões com frieza lógica, como quando diz que jogar CBLOL em time fraco é um grande setback e compara cenários de projeto (“Um projeto sólido de tier 2 normalmente é melhor do que um projeto bomba de tier 1”). A preferência por I aparece porque quase não fala da própria vida social; o foco é em análises de futebol/esports e comentários técnicos, sem buscar atenção pessoal ou exposição emocional, como nas montagens de escalação ideal (“Inter vs Caxias, eu iria de: Anthoni, Aguirre, PK…”). A dicotomia N se nota nas projeções de médio/longo prazo e cenários hipotéticos, como quando traça um plano de anos para o Inter (não cair agora para ser competitivo só em 2028) (“minha expectativa pro ano do Inter é: não cair no Brasileiro… pra voltar a ser competitivo em 2028”), ou quando analisa o modelo econômico da vaga convidada do CBLOL (“A vaga de convidado do CBLOL é insustentável financeiramente…”). A preferência T é clara na forma brutalmente direta de avaliar jogadores e decisões, focando em desempenho e lógica, como em “Bruno Henrique e Bruno Tabata são horríveis. Não dá” e “O problema do Inter não é a defesa ser uma peneira, o problema do Inter é ser absolutamente incapaz de criar grandes chances de gol”. Por fim, ele parece mais P do que J porque está sempre reabrindo possibilidades e cenários, montando variações de escalação e esquemas táticos (“vai ter que jogar em um 4132 ou num 3412. Ou pode ser só minha visão enviesada pq odeio o 4231”), e criticando planejamentos justamente por falta de flexibilidade inteligente, como no caso do W7M FX (“O planejamento (ou falta de) da W7M FX é um tanto quanto assustador”). Somando tudo — introversão analítica, foco em cenários e princípios, crítica lógica e mente aberta para múltiplas estruturas — o tipo que melhor se encaixa é INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Agente de jogadores, consultor esportivo e colorado sofredor. Já vi reserva ser solução e titular atrapalhar. CBLOL, base, Inter e um pouco de caos tático.– @Leonardo_Panke

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida forte representa o torcedor colorado cascudo que já viu de tudo e fala sem filtro, como quando solta um “FALARAM SEMANA TODA DE GOLEADA DO GREMIO, GOLEADA É MEU PAU” ou desabafa com um “bah gurizada, na moral mesmo, bota os guri pra jogar”. O licor de chimarrão doce-amargo é o gaúcho analítico e ferrenhamente opinativo, capaz de mandar um “Bruno Henrique e Bruno Tabata são horríveis. Não dá” e, ao mesmo tempo, defender projeto de longo prazo com “minha expectativa pro ano do Inter é: não cair no Brasileiro e dar minutagem de qualidade pros principais guris”. O suco de maracujá entra como essa veia de consultor/analista de esporte que pensa projeto e carreira, como em “Um projeto sólido de tier 2 normalmente é melhor do que um projeto bomba de tier 1”, trazendo calma em meio ao caos do futebol e do LoL. O bitter de café simboliza o pessimismo lúcido e as críticas duras, tipo “Assinamos com os Diaz até dezembro do ano que vem [...] O ano já vai começar errado de novo” ou o clássico “COMO O ALAN BENITEZ É JOGADOR PROFISSIONAL?”. A espuma cítrica de laranja é a camada criativa e sonhadora do INFP T, que ainda acredita em acaso salvando o Inter, como em “Paulo Pezzolano no Inter é provavelmente o melhor nome [...] É o acaso arrumando o Inter de novo”, e que segue fazendo listas e indicações detalhadas de jogadores como se estivesse montando o elenco perfeito na prancheta.

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra um pensamento extremamente analítico sobre futebol e esportes eletrônicos, sempre destrinchando contexto, planejamento e tomada de decisão. Por exemplo, ao avaliar o uso dos jovens no Inter, ele fala em leitura de prontidão e gestão de oscilação em vez de apenas xingar o técnico, mostrando visão sistêmica: “Acho que o Pezzolano fez uma leitura bem equivocada do quão prontos estão os meninos que ele botou pra jogar. Talvez seja absoluta incapacidade de gerir a oscilação deles até dentro de um jogo…”. Em LoL, ele discute estrutura de projeto, tier 2 x tier 1 e impacto de carreira, o que é bem racional e planejado: “Um projeto sólido de tier 2 normalmente é melhor do que um projeto bomba de tier 1. Muita gente caiu no conto de Rensga, Fluxo, entre outros, nem todos vão conseguir se recuperar disso.”. Ele também pensa o Inter em termos de ciclo de anos e formação, quase como um estudo de longo prazo, em vez de pura emoção imediatista: “Minha expectativa pro ano do Inter é: não cair no Brasileiro e dar minutagem de qualidade pros principais guris, já pensando em um 2027 de titularidade deles e em um 2028 mais competitivo.”. A maneira como monta elencos ideais, sugere reforços específicos e discute encaixe tático (como quando fala que o elenco pede um 4-1-3-2 ou 3-4-1-2 e admite seu viés contra o 4-2-3-1: “Da forma que tá se formando o elenco do Inter do Pezzolano, vai ter que jogar em um 4132 ou num 3412. Ou pode ser só minha visão enviesada pq odeio o 4231.”) reforça um perfil de raciocínio crítico típico da Ravenclaw. Mesmo quando critica, ele costuma embasar, como ao discutir planejamento da W7M FX com histórico do coach e fatores extra-jogo: “O planejamento (ou falta de) da W7M FX é um tanto quanto assustador. Aoshi fez um 2025 bastante ruim no geral… teve problemas bastante graves de relacionamento com jogadores (alegadamente).”. Essa combinação de olhar estratégico, preocupação com contexto e tendência a ‘estudar’ elencos, janelas e sistemas indica mais uma mente de Corvinal do que de qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música Dias de Luta, Dias de Glória combina com o Leonardo porque fala de resiliência em meio ao caos, algo que aparece tanto na visão dele sobre o Inter quanto sobre o cenário de LoL e CBLOL, como quando comenta sobre projetos ruins em times grandes e a importância de contexto para jovens jogadores (“As vezes jogar Cblol em um time bomba é um setback gigantesco pra um jogador jovem.”). Ele demonstra uma mistura de crítica dura com esperança de reconstrução, por exemplo ao projetar o Inter a longo prazo (“minha expectativa pro ano do Inter é: não cair no Brasileiro e dar minutagem de qualidade pros principais guris [...] pra voltar a ser competitivo em 2028.”). Isso dialoga com o tema da música de encarar as fases ruins como parte do caminho. Ao mesmo tempo, ele é passional e intenso, como nas reclamações sobre arbitragem e decisões técnicas (“Como ele não deu pênalti? O jogador do Grêmio empurra com as duas mãos nas costas do Carbonero” e “CINQUENTA JOGADOR NA ÁREA DO VITORIA, MEU DEZ COBRA CURTO NO PÉ DO TABATA, VAI TOMA NO CU”), algo que também combina com o tom emocional da letra. Mesmo criticando duro jogadores, dirigentes e técnicos, ele mantém uma perspectiva de seguir em frente e buscar soluções, como quando defende apostar na base e planejar o futuro (“bah gurizada, na moral mesmo, bota os guri pra jogar e tenta conseguir umas venda boladona pra pagar parte das dívidas”). Essa alternância entre frustração, crítica e esperança é exatamente o espírito de "dias de luta, dias de glória".

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Leonardo_Panke
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