
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Lice parece uma versão bem mais caótica e autodepreciativa da Lisa Simpson: super focada em estudo, mas sempre em crise com a própria inteligência. Ela vive girando em torno de prova, faculdade e desempenho, tipo quando fala que vai estudar 12h de histologia em “Hj eu espero estudar 12h de histologia e matar todos os tópicos de revisão ou então n irei me perdoar. Eh isto” e quando sofre com patologia em “Eu vou reprovar em patologia eu tô sentindo meu Deus qq eu fiz pra merecer???? Pq eu sou tão BURRA?”. Ao mesmo tempo, ela é muito crítica, irônica e opinativa, tipo em “Mds mano a disney só sabe cagar em qualquer conteúdo das sequels de star wars” e “Pq congresso é tão caro mds eu sou pobre”, o que combina com o lado politizado e ranzinza da Lisa. Também tem o drama existencial constante sobre ser ‘burra’ apesar de claramente ser esforçada, como em “Cansada de ser feia e burra” e “Minha mãe tem um primo formado no ita e eu tenho convicção que a inteligência da famíla acabou ali”, bem semelhante às crises de autoimagem e perfeccionismo da Lisa. Além disso, ela curte literatura e artes – vide o interesse em segunda graduação na área em “Eu super faria como segunda graduação algum curso ligado a literatura e artes. Acho mt divo” – o que reforça ainda mais a comparação.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais voltados para o mundo interno do que para o social, falando muito de estudo, ansiedade e autocrítica, e menos de grandes turmas ou exposição; mesmo quando citam festas ou o beco da USP, é sempre com certa distância ou ambivalência, como em “Eu cogitando ir no beco da usp sexta feira…”, o que sugere I. O foco está mais em sentimentos, significados pessoais e expectativas do que em descrição prática e objetiva, como em “Como q eu vou fzr pra desaparecer de mim mesma, véi?” e “Minha mãe tem um primo formado no ita e eu tenho convicção que a inteligência da famíla acabou ali”, o que aponta para N. A forma de raciocinar é fortemente emocional, com linguagem carregada de autodepreciação e empatia, p.ex. “Minha mãe é fã do Drummond… como uma mulher tão inteligente pôde parir uma bosta seca e burra dessa (eu)” e “Eu vou reprovar em patologia… Pq eu sou tão BURRA?”, sugerindo preferência por F em vez de T. Apesar de fazer planos e metas rígidas ("estudar 12h", revisar tudo, pensar em orientadora), há muita oscilação, autossabotagem e improviso, como em “Eu vou me arrepender de estar adiantando matéria antes das aulas começarem? Sim ou claro?” e “Eu n creio que tô estudando a essas horas da madrugada q cu”, o que encaixa melhor em P do que em J. No conjunto, a ênfase em mundo interno, emoções intensas, idealização acadêmica (querer cair nas graças da orientadora, sonhar com literatura/artes como segunda graduação) e certa desorganização prática é muito compatível com o perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
USP • futura patologista que já caiu de bunda na escada do bandejão • estuda muito, surta um pouco e ainda arruma tempo pra Star Wars e fanfic– @liceestuda

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, porque quem ameaça “Eu me mato na frente de todos q forem responsáveis por isso” pra falar de prova claramente precisa de uma base de cachaça envelhecida pra aguentar o tranco. O licor de café entra pra representar as madrugadas estudando e surtando em histologia e patologia, tipo quando diz “Hj eu espero estudar 12h de histologia e matar todos os tópicos de revisão”. O xarope de frutas vermelhas é o drama doce-azedo de quem se chama de burra em todo tweet, mas se gaba com razão em “considero eu ter fechado com 9 em bioquímica e imunologia o meu grande feito universitário”. O suco de limão bem ácido é a acidez dela com Disney e Star Wars, tipo em “a disney só sabe cagar em qualquer conteúdo das sequels de star wars”. Por cima, a espuma com glitter representa o lado diva-studygram que quer dominar ranking, thread de lugares da USP e maquiagem, como em “Vou voltar a usar o yeolpumta quero ser toxica e dominar o ranking da classe” e “Quero aprender a me maquiar pra copiar essa. Mdssss”, porque no fim a vibe é caos, autoironia e brilho.

Sua Casa de Hogwarts
A Lice é obcecada por aprender e desempenho acadêmico, o que é bem característico de Ravenclaw. Ela fala sobre estudar 12h de uma matéria só em “Hj eu espero estudar 12h de histologia e matar todos os tópicos de revisão ou então n irei me perdoar. Eh isto” e sobre revisar conteúdos antigos em “Como que pode eu nem lembrar uma matéria que eu tive no primeiro semestre. vou ter q dar a vida revisando isso”. O humor dela gira em torno de se chamar de ‘burra’, mas sempre atrelado a estudo e prova, como em “Eu vou reprovar em patologia eu tô sentindo meu Deus qq eu fiz pra merecer???? Pq eu sou tão BURRA?” e “Como q eu vou estudar patologia se eu sou uma mula uma anta uma fudida em histologia?”, o que mostra autoexigência intelectual típica de Ravenclaw. Ela também demonstra gosto por literatura e reflexão, citando Os Irmãos Karamázov em “Eu com 14 anos após ler os irmãos karamázov” e discutindo autores como Guimarães Rosa e Machado em “Assim, n precisa. Só saber que Guimarães Rosa, Fernando Sabino, Graciliano Ramos e Euclides da Cunha são TODOS modernista [...]. O livro que a questão fala é de 1881, então só pode ser uma obra do Machado”. Além disso, ela gosta de analisar provas, cortes de vestibular e TRI em “Pq será que as notas de corte antigamente eram menores??? As pessoas eram mais 'burras'? Juro, não tanko” e “Ainda com medo das questões de eletrodinâmica que acertei pq os profs falaram que tava mt difícil. Meu TRI vai vir só o pó de chorume”, o que mostra um pensamento analítico sobre sistemas de avaliação. Ela tem disciplina de estudo (revendo aulas, usando apps de estudo e mirando ranking da turma) como em “Vou voltar a usar o yeolpumta quero ser toxica e dominar o ranking da classe” e “Revendo todas as aulas da diva”, reforçando o perfil de alguém que valoriza conhecimento e desempenho intelectual, marca registrada de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música this is me trying combina muito com a Lice porque fala sobre se sentir insuficiente e, ainda assim, continuar dando tudo de si — exatamente a vibe de alguém que diz coisas como “Como q eu vou estudar patologia se eu sou uma mula uma anta uma fudida em histologia?” e “Cansada de ser feia e burra”, mas segue estudando. Ela está sempre revisando matéria, mesmo exausta, como em “Hj eu espero estudar 12h de histologia e matar todos os tópicos de revisão ou então n irei me perdoar.” e “Como que pode eu nem lembrar uma matéria que eu tive no primeiro semestre. vou ter q dar a vida revisando isso”, o que lembra muito o refrão "at least I'm trying". A autocrítica pesada e o perfeccionismo aparecem tanto no vestibular (“Eu ter ficado abaixo do corte na unicamp por causa de HUMANAS e PORTUGUÊS”) quanto na graduação (“Eu vou reprovar em patologia eu tô sentindo meu Deus qq eu fiz pra merecer???? Pq eu sou tão BURRA?”). Ao mesmo tempo, ela demonstra paixão gigante pelos estudos e pela USP, falando do campus e dos professores com carinho, como em “Me sinto mt iluminada de ter achado todos mt queridos até agora”, o que ecoa a tentativa constante de se encaixar e fazer dar certo. Essa mistura de auto-sabotagem, esforço absurdo e sensibilidade é exatamente o coração da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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liceestuda
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