
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra bem o Bart Simpson: sarcástico, caótico, mas no fundo só um nerd de mídia viciado em anime, mecha e jogos. Ele vive fazendo piada de tudo, inclusive de sexo e vergonha alheia, tipo em “Perdoem me pelas próximas palavras que irei dizer, elas não ditam meu caráter... Quatro vaginas? Eu só preciso de uma.” e “Garotas me chamam de MegaMan X, porque eu pego Zero.”, o que combina com o humor adolescente e sem filtro do Bart. Ao mesmo tempo, é muito viciado em cultura pop e nichos específicos, como quando comenta Kamen Rider e Gundam em “Kamen rider Ryuki is that good” e “Seja Federação Terrestre, Zeon, Titans, AEUG, Neo Zeon ou qualquer outra facção, no fim quem ganha é a Anaheim Electronics...”, lembrando o lado nerd e obcecado do Bart com TV, quadrinhos e jogos. Ele também demonstra uma certa rebeldia e irritação constante com internet e trends, como em “Twitter de merda funciona aplicativo da desgraça” e “Esse tipo de post irrita minha alma, meu espírito, tudo que compõe o meu ser...”, o que ecoa a postura do Bart contra tudo que ele acha chato ou hipócrita. E por trás das zoeiras, aparece uma autoconsciência meio insegura e autoirônica, como em “Eu sou meio egoísta tlgd, se alguém quiser...” e “É triste enfrentar a realidade de que eu sou um total lixo em jogos de ritmo”, algo que combina com o Bart quando ele baixa a guarda e mostra que não é só pose de moleque problema.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para o mundo interno do que para vida social: falam muito de ficar no PC e consumir mídia, como em “Olha, se eu pudesse escolher eu tenho certeza que seria uma vida onde eu tivesse acesso a um computador bom desde o momento que eu pudesse usar eles” e “pathologic 3 lançou e eu tenho que terminar os outros dois”, e não comentam quase nada de festas, rolês ou vida social intensa, sugerindo I. A forma como pensam é bem voltada a ideias, interpretações e padrões em mídia, em vez de detalhes concretos do dia a dia, como quando fazem paralelos e teorias em mecha/anime, por exemplo em “O filme de Gundam vai ser tipo o Eren no final de attack on Titan” e “Asakura William afton theory”, o que aponta fortemente para N. Na dimensão T/F, eles tendem a argumentar de modo direto e às vezes agressivo, priorizando análise fria ou deboche em vez de empatia, como em “Esse tipo de post irrita minha alma […] E eu não tô errado não, pro inferno” e “Ué, livros também tem um monte de slop fi, toda mídia tem slop porra”, indicando preferência por T. Sobre J/P, eles não parecem muito estruturados ou planejadores: falam de procrastinar mídia (“DEPOIS DE MUITO VAGABUNDAR, TERMINEI EXTRA”) e de ir pegando coisas conforme dá vontade, além de serem bem caóticos no tipo de conteúdo e humor, o que é bem típico de P. O conjunto – foco em hobbies solitários e pensamento interno (I), foco em conceitos e paralelos de ficção (N), tom lógico e crítico (T) e estilo mais improvisado e pouco organizado (P) – combina melhor com INTP do que com qualquer outro tipo.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Paraense, consumidor de mídias, tentando fazer jogo e tocar teclado. Um dia termino meus mecha e Pathologic, no outro reclamo do calor e do Twitter.– @liwyathbs

Seu coquetel exclusivo
Um highball bem otaku-gamer combina com alguém que vive dizendo que passa muito tempo no PC e sonha com mechas, como em “Tem algum jogo de mecha bom multiplayer?” e “Falta jogo de mecha nessa plataforma”. O uísque japonês suave representa o amor por tokusatsu e Kamen Rider, como em “Kamen rider Ryuki is that good” e “Seja Federação Terrestre, Zeon [...] no fim quem ganha é a Anaheim Electronics...”, trazendo aquele ar de clássico otaku. O ginger ale dá gás e leveza, igual à energia meio reclamona-meio animada de tweets como “Caralho que calor da desgraça vou ter que ficar na frente do ventilador” e “Twitter de merda funciona aplicativo da desgraça”. O licor de melão verde entra como o lado colorido, horny e zoeiro, ecoando coisas tipo “Kakegurui e Kaiji prendem por duas diferentes razões [...] ver kakegurui e estar edging a todo tempo” e “Sabe, eu vivo na esperança de um dia uma garota de street fighter acabar com a minha raça”. O twist de limão com borda de sal é o amarguinho irônico contra posts irritantes e ragebait, como “Esse tipo de post irrita minha alma, meu espírito, tudo que compõe o meu ser” e “Eu não vou cair em ragebait hoje”, mas ainda assim mantendo o drink refrescante. No fim, é um coquetel relativamente leve, doce-amargo e meio experimental, perfeito pra alguém que declara metas de mídia e criação de jogo em “Metas pra 2026: consumir mídias, tocar teclado e fazer jogo” enquanto continua nerdando sobre Gundam, Kaiji e sonhos lúcidos.

Sua Casa de Hogwarts
Zeta mostra uma curiosidade constante e bem ampla: se interessa por cinefilia, literatura, jogos, anime e teoria de ficção, como quando diz que está querendo ler Corto Maltese (“Pior que tô querendo ler corto maltese a um tempo”) ou quando se pega filosofando sobre memória e leitura (“Eu queria me lembrar da primeira coisa que eu li, desde sempre eu sabia que tinha uma voz interna pra leitura??”). Há também um lado bem analítico e metatextual: ele reflete sobre por que certas cenas funcionam como piada e fala de timing cômico e estrutura (“Pq essa cena funciona muito bem como uma piada, tem um timing cômico muito bom”), e discute diferenças de tensão e apelo entre Kaiji e Kakegurui de forma comparativa (“Kakegurui e Kaiji prendem por duas diferentes razões…”). Ele também se mostra um consumidor quase acadêmico de mídia, fazendo observações sobre "slop" em todas as mídias (“livros também tem um monte de slop fi, toda mídia tem slop porra”) e analisando discursos recorrentes no Twitter (“o meninos vs meninas vivem na alma de todo twiteiro, que vai sempre voltar a esse discurso ou um similar”). Além disso, há um humor espirituoso e referencial – como o trocadilho com Mega Man (“Garotas me chamam de MegaMan X, porque eu pego Zero.”) – que reforça o perfil de alguém rápido de raciocínio e cheio de referências. Apesar de algum cinismo e ranço em certos posts, a tônica geral é de alguém que pensa muito sobre as coisas que consome, gosta de teorizar e analisar, e vive dentro da própria cabeça – tudo bem típico de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música Unravel combina bem com o jeito meio caótico, autoirônico e intenso do Zeta. Ele vive falando de se consumir por mídia e ficar preso em telas, o que lembra o sentimento de estar preso em outro mundo da letra – como quando ele diz ser um “Paraense consumidor de mídias aqui” e que passa muito tempo no computador. O lado meio existencial e confuso da música conversa com posts em que ele se descreve como ódio puro diante de certos conteúdos, como em “Esse tipo de post irrita minha alma, meu espírito, tudo que compõe o meu ser...”. Ao mesmo tempo, o clima otaku/midiófilo da abertura de anime casa perfeitamente com alguém obcecado por Kamen Rider, Gundam e jogos, que tuita coisas como “Kamen rider Ryuki is that good” e “Metas pra 2026: consumir mídias, tocar teclado e fazer jogo”. No geral, Unravel representa bem esse misto de humor, angústia e fuga para a ficção que aparece o tempo todo na timeline dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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liwyathbs
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