
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Apesar do jeito agressivo e debochado lembrar o Bart, o traço dominante aqui é o da "nerd irritada" que vive estudando e se frustrando com a mediocridade alheia, exatamente como a Lisa. Ele fala o tempo todo de leitura, prova e estudo, como quando comenta a OAB e desempenho acadêmico: “Passei na OAB?????? EU ACABEI O QUARTO ANO AGORA E PASSEI NA OAB” e “Confirmaram hoje. Passei na fase 1 da OAB.”. Também tem o ranço explícito pela burrice/barulho do entorno, igual a Lisa olhando pra Springfield, como em “Insano como todo mundo que me odeia é no mínimo iletrado digital e no máximo covarde. A melhor coisa do mundo é que meus inimigos são burros mesmo.” e no texto sobre Schopenhauer e gente barulhenta: “Achava que eu tinha ódio de gente barulhenta, até ver que ele desejava que gente barulhenta apanhasse na rua.”. Ele mistura alta cultura pop/otaku com teoria e estética – como Lisa misturando jazz, livros e ativismo – ao falar de anime, VN e filosofia: “Repito: Evangelion é tirado de complexo por motivos estéticos.” e “insano como a comunidade jeca fica em absoluto estado de pânico quando se deparam com o fato que as pessoas conseguem ler...”. No fundo, é alguém idealista, estudioso e verborrágico, cercado por gente que considera rasa, o que o coloca muito mais próximo da Lisa Simpson do que de qualquer outro personagem principal.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: apesar de terem vida social (namorada, viagens, protesto), o foco dos posts é em mídia, estudos e reflexões, muitas vezes em tom de observador crítico, e não em socializar; por exemplo, preferem comentar o barulho do ambiente natalino de forma distanciada em vez de celebrar o evento em si em “Urros do namorado da minha irmã explodindo do lado do meu quarto...”. A preferência por intuição (N) aparece na ênfase constante em ideias, metacrítica e conceitos abstratos: ele discute ludonarrativa, modelo de mercado AA, leitura como prática cultural e a estrutura de VNs versus adaptações em tweets como “Irrelevante do fato do Clair Obscure não der indie ou não, tem algo bom dele ter ganhado tantos prêmios. Isso prova que AA é possível e viável.” e “Pena que nenhuma adaptação de Fate consegue ser individualmente metade do que a VN é.”. O eixo pensamento (T) é forte: ele estrutura argumentos, cobra consistência, fala em "boa fé" e ridiculariza postura performática, como em “Me explique o que eu falei errado de estética. Bloqueou porque tá com medinho da resposta, né?” e “Odeio palpiteiro performático.”, usando lógica e análise mais do que apelos emocionais, mesmo quando é agressivo. A preferência por julgamento (J) se reflete em como ele organiza estudos, trabalho e lives com planejamento explícito (provas da OAB, cronogramas de live, revisão de cortes), por exemplo em “Live de hoje foi adiada para amanhã até eu acertar esses cortes atrasados aqui.” e na forma como expõe posições fechadas sobre obras e cenas de fandom, demonstrando necessidade de resolver discussões e estabelecer critérios. Somando o tom analítico, o gosto por estruturar sistemas de ideias (sobre mídia, mercado, cultura de leitura) e a postura combativa porém lógica em debates, o perfil se encaixa melhor em INTJ do que em tipos mais voltados à emoção ou espontaneidade.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Streamer e aspirante a advogado que lê VN demais, reclama de anime lento e ainda passa na OAB adiantado. Contato: [email protected]– @LixeiraDoFrost

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida forte representa o cara que passa na OAB adiantado e ainda vai em protesto contra banco, direto e sem frescura, como quando comenta “Não quero que o Brasil vá a falência por causa de uma fraude sistêmica.” O licor de yuzu/limão-siciliano traz a acidez das críticas estéticas, tipo quando ele solta que “Evangelion é tirado de complexo por motivos estéticos.” O xarope de gengibre picante encarna a agressividade debochada com os 'midwits' e fakelisters, como quando desabafa que “insano como a comunidade jeca fica em absoluto estado de pânico quando se deparam com o fato que as pessoas conseguem ler...” A espuma leve de chá verde é o lado otaku/mid-core erudito que se emociona com Haibane Renmei e Fate, refletido em “Estou vendo Haibane Renmei e a vontade é de fazer vídeo para o canal principal.” Já as pitadas de sal defumado simbolizam o ranço constante com bolhas de Twitter e performáticos, temperando tudo com o mesmo espírito de “A melhor coisa do mundo é que meus inimigos são burros mesmo.” O resultado é um sour forte, ácido e levemente zen, perfeito para alguém que faz live de Fate, joga Black Souls 2 no Natal e ainda arranja tempo pra discutir teoria de arte no meio do caos.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil inteiro gira em torno de discutir mídia de forma analítica e de leitura pesada, o que é muito característico de Ravenclaw. Ele vive apontando a preguiça intelectual dos outros e defendendo leitura/prosa longa, como quando critica quem só vê anime e foge de VN e livros em “insano como a comunidade jeca fica em absoluto estado de pânico quando se deparam com o fato que as pessoas conseguem ler... e que certas obras funcionam melhor em prosa...” e em “O maior Luva de Pedreiro que vc conhece vai olhar isso e responder... tudo para não admitir q n leu nem Turma da Mônica qnd criança e tem dificuldade com palavrinha”. Ele demonstra prazer em análise estética e teórica, não só consumo, por exemplo ao discutir Evangelion e estética em “Repito: Evangelion é tirado de complexo por motivos estéticos. Evangelion não é tão complicado quanto vocês pintam. Assista outro anime.” e ao explorar temas de Haibane Renmei em “Amando as reflexões da obra quanto ao apego, amadurecimento, finitude e crescimento.”. Há também curiosidade e gosto por obras densas e obscuras (VNs, Black Souls 2, Rance, Killer7, Clair Obscure), como em “Um dos meus jogos favoritos esse. Também é o favorito do autor de Hellsing. É difícil de acreditar que esse jogo existe do jeito que ele é, muito ambicioso e denso.” e “Fate Strange Fake é MUITO foda. Mas exige um tempo de investimento de fã de longo prazo da Type Moon e é difícil de explicar o apelo.”. Mesmo a forma como ele usa ironia e referências específicas (“kamige”, discussões sobre estética, ludonarrativa, VN de nicho) revela um orgulho intelectual e uma identidade construída em torno de conhecimento, típicos de Ravenclaw, mais do que da ambição de Slytherin ou da bravura de Gryffindor.

Seu filme

Sua música
A mistura de teimosia, autoconfiança e orgulho em seguir o próprio caminho de My Way combina muito com o Frost. Ele vive batendo de frente com bolhas e chamando os outros de medíocres e covardes, como quando diz que seus inimigos são "no mínimo iletrado digital e no máximo covarde" e assume que só liga para a própria experiência: "graças a Deus que sou lunático e só ligo para a minha experiência". Ele também demonstra orgulho das próprias conquistas, como quando comemora ter passado na OAB antes de terminar a faculdade: "P Passei na OAB?????? EU ACABEI O QUARTO ANO AGORA E PASSEI NA OAB". Ao mesmo tempo, ele não tem medo de ser minoria de opinião, seja defendendo visual novel em vez de anime ou dizendo que Utena é cansativo, como em "o mais engraçado é que eu nem tô odiando utena, só falei que achei um puta anime cansativo". Essa postura de "fiz tudo do meu jeito" casa perfeitamente com o espírito da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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LixeiraDoFrost
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