
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A vibe geral lembra muito a Lisa Simpson: sensível, autocrítica, ansiosa e cansada de carregar o peso do mundo, mas ainda assim apaixonada pelas coisas que ama. Assim como a Lisa vive entre o burnout escolar/moral e os pequenos prazeres, essa pessoa fala de exaustão e burnout várias vezes, como em “sinto as garras do burnout vindo” e “esse trabalho ainda vai me matar. se não for de estresse vai ser de cansaço”. Ao mesmo tempo, tem um lado profundamente emocional, artístico e performático, visível em coisas como “que esse ano eu seja mais performatico 💭” e em toda a ansiedade e preparação pro show do MCR, por exemplo “montando a roupa do show da minha vida ainda sem acreditar”. A combinação de consciência emocional elevada, crises existenciais (“when i grow up i want to be nothing at all.”](https://x.com/loonafears/status/2011184613671256511)) e frustração com o ambiente (trabalho, faculdade, pessoas) parece muito mais com a Lisa adulta e desiludida do que com um Bart caótico ou um Homer desligado.

Seu tipo de personalidade MBTI
A dimensão I (Introvertido) aparece porque ele vive muito o mundo interno, fala de exaustão social e ansiedade, e valoriza momentos de recolhimento com poucas pessoas próximas, como em “depois que meu namorado foi efetivado e eu tenho dois trabalhos o nosso rolê de sábado é só ficar deitadinhos, comendo e assistindo filme” e “exausto fico imediatamente incomunicável”. Ele tende a N (Intuição), já que frequentemente sai do fato concreto para a sensação/idéia abstrata, como em “isso nunca foi embora, só finjo que não tá aqui.” e nas reflexões sobre nostalgia e crise existencial em “when i grow up i want to be nothing at all.”. A preferência por F (Feeling) é clara: ele reage ao mundo a partir de emoções intensas, vulnerabilidade e empatia ferida, por exemplo em “não tem nada que eu odeie mais do que alguém descontar estresse em mim. fico puto de raiva.” e “quando não adianta o quanto eu tente, nunca estarei satisfeito comigo mesmo.”. Já a letra P (Perceiving) aparece na dificuldade com estrutura e no jeito mais caótico de lidar com rotina, em “não vou fazer nada que eu disse que faria hoje quando chegasse em casa e tudo bem” e na procrastinação/atrasos como “todo dia me atrasando por causa do trânsito dessa cidade vou me matar”. Somando introspecção, intensidade emocional, foco em significado e crise interna, e uma organização meio solta/reativa, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
social media & designer gráfico | sobrevivi à linha verde do Samsung e ao burnout (por enquanto) | ansioso rumo ao MCR no Allianz– @loonafears

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e noturno como a rotina de quem vive dizendo que “trabalhar está me matando” e que “esse trabalho ainda vai me matar. se não for de estresse vai ser de cansaço” (“trabalhar está me matando.”, “esse trabalho ainda vai me matar. se não for de estresse vai ser de cansaço”), daí a vodka preta com café pra representar o cansaço eterno. O licor de frutas vermelhas entra pelo lado dramático, meio emo romântico, de quem vai ver o “show da minha vida” do MCR no Allianz e conta os dias com ansiedade (“amanhã vai faltar UM MÊS pra ver o mcr ao vivo e eu ainda não sei o que sentir.”, “faltam exatos 5 dias pro show de sexta e eu ainda não aceitei que vou ver eles ao vivo tipo REAL MESMO”). O limão siciliano traz o amarguinho ácido do humor dele, que manda um “que velho nojento tomara que seja atropelado e fique horas agonizando sozinho” (“que velho nojento tomara que seja atropelado e fique horas agonizando sozinho”) mas ainda assim é sensível e paranoico (“queria não ser a pessoa mais paranoica e sensível que eu conheço”). A espuma de energético com um toque de beats azul é a ansiedade em forma líquida, lembrando o “depois desse fim de semana nunca mais tomo uma beats azul (já quero de novo próximo sábado” (“depois desse fim de semana nunca mais tomo uma beats azul (já quero de novo próximo sábado”). Por fim, o açúcar preto queimado na borda é o vampirismo performático, doce e sombrio, porque ele mesmo pede “que esse ano eu seja mais performatico 💭” e vive no mood “viva o vampirismo” (“que esse ano eu seja mais performatico 💭”).

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais recorrente do @loonafears é o quanto ele se vê através do trabalho e do cansaço, algo muito típico de Hufflepuff: ele fala várias vezes sobre estar sendo “morto” pelo trabalho, mas continua indo e entregando, como em “trabalhar está me matando.” e “trabalhar e ir pra faculdade no mesmo dia ainda vai me matar”. Mesmo exausto, ele também mostra compromisso e responsabilidade com quem está ao lado, como quando diz “quase enlouqueço com a phanie de tanta demanda mas nunca reclamo!”, o que aponta para lealdade e espírito de equipe. A vida adulta cansativa não o impede de valorizar relacionamentos estáveis e cotidianos, como no tweet carinhoso sobre o namorado: “depois que meu namorado foi efetivado e eu tenho dois trabalhos o nosso rolê de sábado é só ficar deitadinhos, comendo e assistindo filme”. Há um senso de justiça e irritação com gente mal-educada ou abusiva, como em “não tem nada que me estresse mais que esse lugar. tá acabando com a minha saúde física e mental.” e “não tem nada que eu odeie mais do que alguém descontar estresse em mim. fico puto de raiva.”, o que mostra um valor forte por respeito e tratamento justo. Ele não parece guiado por ambição fria (Sonserina), nem por uma busca intelectual acima de tudo (Corvinal), e embora seja dramático e intenso, sua identidade gira muito mais em torno de aguentar firme, trabalhar, ser leal aos seus e reclamar do cansaço — o núcleo perfeito de um Hufflepuff.

Seu filme

Sua música
A música Helena combina o drama, a exaustão emocional e o ar meio mórbido que aparecem o tempo todo na vida dele. Ele vive falando de cansaço e morte de forma performática, como em "esse trabalho ainda vai me matar. se não for de estresse vai ser de cansaço" e "trabalhar está me matando.", o que conversa com o tom trágico da letra. Ao mesmo tempo, o apego ao show do MCR, tipo "amanhã vai faltar UM MÊS pra ver o mcr ao vivo e eu ainda não sei o que sentir." e "faltam exatos 5 dias pro show de sexta e eu ainda não aceitei que vou ver eles ao vivo tipo REAL MESMO", mostra o quanto essa banda é central na identidade dele. A bio "viva o vampirismo" e o humor sombrio em coisas como "EU. VOU. ME. MATAR." combinam com o visual gótico-dramático de Helena. No geral, é uma música que sintetiza o desespero, o cansaço e a estética emo que ele performa todos os dias.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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loonafears
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