
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do @LucasTabarana lembra muito o Bart Simpson: irreverente, caótico e sempre envolvido com coisas intensas e barulhentas. Ele vive exaltando bandas pesadas e experimentais, como em “Meu top 10 1 GYBE 2 Death Grips 3 Therapy 4 Sophia 5 The Jesus Lirzard 6 Black Eyes 7 Current 93 8 The Swans 9 Slint 10 The God Machine” e na empolgação quase infantil de “Caralho. É muita emoção pra mim. DEATH GRIPS TÁ ONLINE PORRA!! #deathgrips #deathgripstwt”. Ao mesmo tempo, ele tem um senso de humor meio anárquico e dramático, como na narrativa de fim do mundo em “Tem alguma alma viva aí? Por favor se alguém ver essa mensagem responda imediatamente, que Deus nos abençoe por essa noite... Câmbio e desligo.”. A energia de fã exagerado e trollável aparece em posts como “Esse porra começou a me seguir como deleta a conta?” e na zoeira com o próprio hackeamento em “Rapaziada isso não foi eu que postei, me hackearam”. Mesmo sendo caótico, ele também demonstra afeto e entusiasmo genuíno com música e pessoas, como em “Desejo um ótimo ano novo para todos! Que seja marcada por festividades e carinho! Que 2025 chegue com tudo. (Talvez eu coloque Death Grips de novo)”, o que combina com o lado mais sensível e leal do Bart por trás das travessuras.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de música, análises, fandom e reflexões, mais do que de baladas ou vida social; por exemplo, marcam o “Diário de sobrevivência” em tom meio roleplay e solitário em “Diário de sobrevivência Dia 1 Ainda estou bem, não consegui encontrar sobreviventes...”, e até o humor gira em torno de internet e nicho, como em “Chega de Discord por hoje...”. A preferência por intuição (N) aparece no foco em conceitos, atmosferas e ideias em vez de detalhes práticos, como em “Uns dos meus álbums favoritos da banda. E simplesmente um dos álbuns mais barulhentos e atmosféricos da banda, sem contar com a com a música secreta, longa e perturbadora.” e na análise de clipe vs música em “já reparam que a música 'On GP' do Death Grips é uma música com muito energia, mais o clip é o oposto disso?”. O tom direto, às vezes bruto, indica thinking (T) sobre feeling, como em “Nada a ver isso aí” e “Eu esperava mais.”, além dos julgamentos racionais sobre álbuns, cenas e bandas, mesmo quando ama algo, como em “Simplesmente o melhor álbum do rap nacional da última década.”. A postura improvisada, de descobrir bandas e sair comentando, pedir recomendações em “Preciso de recomendações de álbuns. (Qualquer gênero é aceito.)”, brincar com threads e traduções incompletas por limite da plataforma em “Legendado + Notas sobre a música (Tá incompleto por a porra do twitter não deixa postar tudo vsf)” sugere perceiving (P): curiosidade aberta, menos foco em planejamento rígido. O conjunto – introspecção, forte interesse em padrões, atmosfera e conceitos musicais, argumentação direta e curiosidade flexível – encaixa melhor com INTP do que com tipos mais organizados (J) ou mais voltados a interação social intensa (E).

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Tradutor de caos em música. Coloquei Death Grips na ceia de Natal e ninguém foi embora. Falo de GY!BE, Swans, rap nacional e barulho em geral.– @LucasTabarana

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e caótico como o seu amor por Death Grips, tipo quando você surta em posts como “DEATH GRIPS TÁ ONLINE PORRA!! #deathgrips #deathgripstwt” e vive marcando #deathgripstwt em tudo. A cachaça envelhecida representa a pancada e a intensidade das bandas que você ama, de GY!BE a Swans, como no seu “Meu top 10”. O licor de café escuro traz a pegada sombria e contemplativa, combinando com o clima de tweets tipo “Diário de sobrevivência... estou com mal pressentimento daqui” e a aura pesada de coisas como “Como essa porra tem tanta áurea”. O suco de maracujá é o lado mais good vibes, o cara que deseja “Desejo um ótimo ano novo para todos! Que seja marcada por festividades e carinho!”. O xarope de pimenta com frutas vermelhas é o fogo e a treta, o exagero de emoção de “Caralho. É muita emoção pra mim.” e a energia de shows e festivais tipo “#LimpBizkitNoMultishow Muito foda!!!!!!!”. Por cima, a espuma cítrica representa o seu lado analítico e comentarista musical, sempre recomendando banda e dizendo “Recomendo muito essa banda vocês deveriam ouvir!”, deixando o drink estranho, experimental e inesquecível — igual à sua timeline.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do @LucasTabarana mostra alguém obcecado em explorar música a fundo, com curiosidade e análise — traços bem característicos da Corvinal. Ele não só ouve bandas, como faz fios explicativos e legendas detalhadas, por exemplo em “Letra oficial da primeira música do Death Grips (Full Moon) #deathgripstwt” e “Death Grips On GP (No Princípio Geral) Legendado + Notas sobre a música (Tá incompleto por a porra do twitter não deixa postar tudo vsf)”, mostrando prazer em destrinchar e compartilhar conhecimento. Ele também pede recomendações amplas de álbuns, sem limitar gênero, em “Preciso de recomendações de álbuns. (Qualquer gênero é aceito.)”, o que indica mente aberta e curiosidade intelectual. Em vários momentos ele analisa detalhes de som, samples e recepção de discos, como em “Na minha opinião eu achei parecido #deathgrips #deathgripstwt” e na atualização em “ATUALIZAÇÃO Um gringo me falou que não é esse sample...”, demonstrando postura investigativa. Além disso, ele cria narrativas criativas, como o mini "diário de sobrevivência" em “Diário de sobrevivência Dia 1 Ainda estou bem...”, reforçando um lado imaginativo e inventivo. Embora seja apaixonado e intenso (o que poderia lembrar Grifinória), o traço dominante é a busca constante por entender, catalogar e explicar — exatamente o espírito da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música que mais combina com @LucasTabarana é On GP do Death Grips, porque ela sintetiza perfeitamente a mistura de intensidade emocional, peso existencial e catarse que aparece no perfil dele. Ele já mostrou uma conexão direta com essa faixa em posts como “Death Grips On GP (No Princípio Geral) Legendado + Notas sobre a música (Tá incompleto por a porra do twitter não deixa postar tudo vsf)” e “Não sei se você perceberam, mais já reparam que a música 'On GP' do Death Grips é uma música com muito energia, mais o clip é o oposto disso?”, mostrando que ele pensa ativamente sobre o contraste entre som e visual, energia e melancolia. As letras de On GP, carregadas de temas como depressão, culpa e sobrevivência, combinam com o tom mais sombrio e dramático de tweets como “Diário de sobrevivência Dia 1 Ainda estou bem, não consegui encontrar sobreviventes…” e “Tem alguma alma viva aí? Por favor se alguém ver essa mensagem responda imediatamente, que Deus nos abençoe por essa noite... Câmbio e desligo.”. Ao mesmo tempo, ele é explicitamente fanático por Death Grips, como se vê em “Hoje faz exatamente 14 anos que o Death Grips foi formado.”, “DEATH GRIPS TÁ ONLINE PORRA!! #deathgrips #deathgripstwt” e nos inúmeros posts com a hashtag #deathgripstwt. On GP funciona quase como um tema pessoal para alguém que vibra com som agressivo e experimental, mas também curte refletir sobre o significado e o peso emocional por trás da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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LucasTabarana
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