
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Lucas lembra muito a Lisa Simpson: intelectual, de esquerda e combinando paixão por cultura pop com preocupação social. Ele fala de sociologia e marxismo, como quando comenta que usou Gustavo Machado e David Harvey para analisar O Capital em um trabalho acadêmico (“pensando agora eu usei a interpretação do Gustavo Machado e cruzei com a do David Harvey para analisar O Capital num trabalho final de curso”), o que ecoa o lado estudioso e politizado da Lisa. Ao mesmo tempo, ele é crítico com cultura nerd/otaku, questionando normalizações de escravidão em anime (“é incrível como em camadas da cultura pop 'escravidão ser ruim' ainda é um tópico de discussão. Anime/mangá merecem todo preconceito que recebem”) e a forma como certas pautas desviam debates importantes (“Esse chamariz de pedo em ficção só serve para tirar o foco e roubar a atenção dos 'militantes' de debates realmente importantes como a defesa da criança como o aborto seguro e o acompanhamento do ambiente familiar”). Ele demonstra empatia com animais e grupos marginalizados (“espero que gente ruim não saia do armário e comece a descontar o seu ódio nos animaiszinhos”, “pessoal não perde a chance de pregar autista pra cristo”), um traço muito Lisa. E, como ela, equilibra tudo isso com um amor por jogos, anime e esportes eletrônicos, analisando Fire Emblem, Atlus e VCT de forma quase acadêmica (“Utilizando conceitos da sociologia para falar de videogame”).

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: o foco é em atividades solitárias como jogos, anime e leitura, com pouca menção a grandes interações sociais presenciais, e um humor mais observador e de bastidor, como em “já tentei aqui em casa mas meu gato fica mordendo a porra da tela zzz” e “Quem vê assim dormindo nem pensa que é o filho do satã”. A preferência clara por intuição (N) aparece no gosto por obras conceituais e discussões abstratas, como quando compara mídia e formas de narrativa em “sinto que esse público ainda não consegue conceber [...] o quão melhor a história de um livro consegue ser do que a de um jogo” e quando usa conceitos de sociologia para falar de videogame (bio) ou referencia Marx/Harvey em “usei a interpretação do Gustavo Machado e cruzei com a do David Harvey para analisar O Capital”. O eixo T (Thinking) domina: ele argumenta em termos lógicos e de coerência, por exemplo ao criticar moralidade rasa em mídia em “é incrível como em camadas da cultura pop 'escravidão ser ruim' ainda é um tópico de discussão” e ao distinguir obra crítica de obra que faz culto ao corpo em “Problemáticas são, por exemplo, obras que fazem um culto ao corpo perfeito reforçando padrões eugenistas”, embora também demonstre preocupações éticas e empatia política. Ele parece mais percebedor (P) do que julgador: demonstra curiosidade aberta, experimenta dificuldades em organização e planejamento (“me embananar todo” em “acabei me fazendo me embananar todo”), muda de opinião com base em novas informações (“Tava curioso sobre o game, mas puts, desceu malzão esse comentário. Quero nem ver que tipo de jogo esse pessoal fez”) e vive testando níveis/abordagens em jogos, como em “cansei e botei no hard. Me sinto tirando as tornozeleiras do rock lee”. Somando-se o humor analítico, o jeito de explorar ideias, a crítica social racional e a relação profunda com mídia complexa (sociologia, Marx, animes e RPGs táticos), o conjunto se encaixa melhor em INTP do que em tipos mais estruturados ou mais emocionais.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis

Sua nova bio do Twitter
Sociólogo, 26, analiso anime, RPG tático e esports como se fosse trabalho de conclusão de curso. Já zerei Persona mais vezes que tese lida.– @lucc_carvalho

Seu coquetel exclusivo
Um drink pra quem analisa videogame com sociologia tem que bater forte: a cachaça envelhecida representa o lado marxista e teórico, tipo quando ele fala de O Capital e Gustavo Machado em trabalhos de curso “pensando agora eu usei a interpretação do Gustavo Machado e cruzei com a do David Harvey para analisar O Capital”. O licor de café amargo-doce simboliza as madrugadas de RPG tático e Fire Emblem, cheias de amor e sofrimento, como nas reclamações do Lunatic em Awakening “sinto que fire emblem no geral não é um jogo difícil... Mas é uma tarefa ingrata você manter todos os personagens vivos no modo clássico” e na história dos dark mages “A história de todos rpg táticos até hoje existentes é a história dos dark mages”. O limão-taiti entra com acidez militante, lembrando os surtos contra escravidão romantizada e pedantismo de anime “Anime/mangá merecem todo preconceito que recebem” e “Esse chamariz de pedo em ficção só serve para tirar o foco”. O hibisco dá a cor política (vermelho bonito) e o toque de drama esportivo de quem sofre com Loud, Pain e VCT Américas “A mira da Loud tá em dia até. O foda são os fundamentos...” e “Cara, a Riot tem que tirar o VCT Américas de LA urgentemente”. Por cima, a espuma de gengibre é o humor ácido, meio Takaba, meio shitpost de autista cansado de ser pregado pra cristo “pessoal não perde a chance de pregar autista pra cristo” e de fazer piada até com a própria idade gamer “I'm 26. I have no regrets.”. É um coquetel forte, levemente amargo, politizado e experimental – exatamente o que um dark mage sociólogo de RPG e anime pediria no bar depois de perder um run no Lunatic.

Sua Casa de Hogwarts
Lucas demonstra um interesse constante em teoria, análise e construção de repertório, típico de Ravenclaw. Ele fala de usar diferentes interpretações acadêmicas para analisar O Capital em trabalho de curso, mostrando gosto por teoria complexa e cruzamento de autores: “usei a interpretação do Gustavo Machado e cruzei com a do David Harvey para analisar O Capital num trabalho final de curso”. Também reflete sobre forma e linguagem em animação, elogiando escolhas técnicas como rotoscopia e direção de câmera estática: “Percebi que era diferente mas não que era rotoscopia.. ficou muito legal.” e “É difícil uma câmera estática em uma cena de diálogo ficar tão interessante.”. Ele valoriza a profundidade narrativa e a comparação entre mídias, como quando discute a potência da literatura frente a jogos: “sinto que esse público ainda não consegue conceber (...) o quão melhor a história de um livro consegue ser do que a de um jogo”. Mesmo quando fala de games, o enfoque é analítico e conceitual, discutindo design de dificuldade e modos de jogo em RPGs táticos: “queria que mais personagens de rpg morressem ou partissem ao longo da jornada. Porém entendo o problema que seria a frustração do player perder a progressão desses personagens” e “acho que cairia bem um modo honra no fire emblem awakening com modo clássico lockado”. Esse conjunto de curiosidade intelectual, análise de forma e conteúdo e prazer em debates conceituais aponta muito mais para Ravenclaw do que para as outras casas.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina bem com o Lucas é O Tempo Não Para, do Cazuza, porque tem esse misto de crítica social, ironia e desabafo que aparece o tempo todo na timeline dele. Ele comenta cultura pop e anime sempre puxando para questões políticas e sociais, como em "é incrível como em camadas da cultura pop 'escravidão ser ruim' ainda é um tópico de discussão. Anime/mangá merecem todo preconceito que recebem" e em "Esse chamariz de pedo em ficção só serve para tirar o foco e roubar a atenção dos 'militantes' de debates realmente importantes como a defesa da criança como o aborto seguro e o acompanhamento do ambiente familiar". A música fala de não aceitar passivamente as contradições da sociedade, o que combina com o jeito que ele critica empresas, fandoms e discursos alienados, como em "será que as empresas que combatem a pirataria feita por sites bons e seguros não pensam que eles tão prejudicando a população empurrando ela cada vez mais para sites duvidosos?! zero consciência social" e "Parece até que tem uma cota para pessoas alienadas. Pqp em que mundo esse pessoal vive". Ao mesmo tempo, ele mistura humor com esse tom desencantado, como em "inteligência é provavelmente o status mais inútil de bg3" e "que dia amaldiçoado zzz", o que encaixa bem com o clima meio cínico, meio apaixonado pela vida da letra. E como ele fala de usar sociologia para analisar videogame na bio, essa pegada de olhar criticamente para tudo, inclusive para o próprio tempo, é justamente o espírito da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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lucc_carvalho
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