
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A pessoa por trás de @luibaudelaire lembra muito a Lisa Simpson: intensa, autoconsciente e cheia de reflexão sobre identidade, injustiça e política do dia a dia. Assim como a Lisa, fala com paixão sobre temas sociais e identitários, como em “sexualidade não é tese acadêmica porra, é vivência” e “impressionante como até identidade NÃO binária o povo quer binarizar”, mostrando postura crítica e articulada. Também junta sensibilidade e angústia existencial em posts como “eu não me matei ainda pq eu sou ansioso dms p me matar” e “to muito muito ansioso e muito muito triste triste triste”, algo bem compatível com o lado mais melancólico da Lisa. Ao mesmo tempo, a paixão por cultura pop e música – como em “como pode eu ser tão obcecado por beatles desde quando eu tinha 11 anos de idade” – lembra o jeito nerd e obcecado dela com aquilo que ama. Por fim, a defesa orgulhosa da própria identidade em “eu amo ser não binário pqp” e “amo todos os não binarios do mundo nós vamos dominar o mundo” ecoa o jeito da Lisa de lutar pela sua visão de mundo mesmo se sentindo deslocada.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro do que para fora: falam muito de exaustão social e evitam rolês, como em “po favo não me chamem pra sair NUNCA mais faz favo não quero mais não obrigado” e em vários momentos relatam solidão, disforia e tristeza, o que aponta para I em vez de E. A forma como refletem sobre gênero, sexualidade e estruturas sociais mostra foco em ideias e significados, não em detalhes concretos — por exemplo, ao discutir femboy e fetichização em “feminilidade ser sexualizada é um problema estrutural, sim, mas femboy não é gênero...” e ao criticar a generalização da bissexualidade em “sexualidade não é tese acadêmica porra, é vivência”, o que sugere N. Eles argumentam sempre a partir de empatia, injustiça e validação de identidades (transmasc, nb, monossexuais), focando em sentimentos e respeito — por exemplo em “pessoas não bináries não perdem identidade por se relacionarem com pessoas hétero...” e “impressionante como até identidade NÃO binária o povo quer binarizar...” — sinal forte de F acima de T. No eixo J/P, a vida deles soa caótica, emotiva e pouco estruturada: falam de ir virado para consulta em “vo cometer uma loucura de ir virado p minha consulta pq eu tenho certeza q eu não vou conseguir acordar às 5h da manhã” e os tweets oscilam entre tesão, tristeza, ansiedade e decisões espontâneas, típico de P. A combinação de intensa vida interna, idealismo sobre justiça social (racismo ambiental, capacitismo, transfobia) e forte valorização de autenticidade e sentimentos próprios e alheios encaixa melhor com o perfil INFP do que com outros tipos próximos como INFJ ou ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
transmasc nb de Fortaleza, vive entre ansiedade, Beatles e espirais. Já quis curar gente aos 12, hoje só tenta pagar os boletos e existir.– @luibaudelaire

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e quente como a cachaça com pimenta, porque lembra o tesão e a energia em frases tipo “quando eu tomar a quarta dose de testo dia 30 eu vo fica com o grelo pegando fogo pqp” e “tô morrendo de tesão nessa porra”. O licor de chocolate amargo simboliza o jeito meio melancólico, meio cansado da vida, de quem diz “to muito muito ansioso e muito muito triste triste triste” e “to muito cansado do trabalho e do curso”. O hibisco dá a cor intensa e queer, um brinde a frases como “amo todos os não binarios do mundo nós vamos dominar o mundo” e “eu amo ser não binário pqp”. O maracujá azedo entra pela disforia e pelos momentos de querer sumir, ecoando “disforia de gênero vai me matar” e “eu sou uma das pessoas mais putífera q eu conheço erriessi ...”, misturando desejo e dor. Por cima, a espuma de água de coco com limão representa o cuidado e a sensibilidade que ainda resistem, como quando falam de amor e afeto em “eu amo espirais”, “amo minha namorada” e o carinho pela comunidade em “feliz dia dos travos, travas e nbs!! 🏳️⚧️”. É um coquetel experimental, intenso, queer e um pouco caótico, igual a vibe de quem twitta “não binário louco senhorr” direto do Benfica.

Sua Casa de Hogwarts
Há um traço forte de coragem e de enfrentar o mundo de peito aberto em @luibaudelaire que lembra muito a Gryffindor. Eles falam de forma extremamente direta e combativa sobre identidade e transfobia, por exemplo em “feminilidade ser sexualizada é um problema estrutural, sim, mas femboy não é gênero… misturar essas coisas só apaga pessoas trans e cria mais” e em “você foi transfobico sim… você é transfobico sim”, mostrando disposição de comprar briga pelos próprios princípios. Também se expõem com vulnerabilidade brutal, falando abertamente de suicídio e disforia em “eu não me matei ainda pq eu sou ansioso dms p me matar…” e “disforia de gênero vai me matar”, o que exige uma coragem emocional grande para se abrir assim em público. O jeito impulsivo e intenso aparece em tweets como “vo cometer uma loucura de ir virado p minha consulta pq eu tenho certeza q eu não vou conseguir acordar às 5h da manhã” e no modo como falam de tesão, brigas e estresse sem filtro, algo bem típico da energia impetuosa de Gryffindor. Embora haja traços de lealdade e senso de justiça social que poderiam lembrar Hufflepuff, o tom combativo, dramático e frontal deles encaixa muito melhor na casa dos leões.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com @luibaudelaire é I Am the Walrus, dos Beatles. Além da obsessão declarada pela banda em “como pode eu ser tão obcecado por beatles desde quando eu tinha 11 anos de idade”, a letra caótica e psicodélica da música conversa com o jeito intenso, confuso e espirituoso com que elu vive o gênero, a libido e as crises emocionais, como em “to muito muito ansioso e muito muito triste triste triste” e “eu sou uma das pessoas mais putífera q eu conheço erriessi ...”. A identidade transmasc não binária, assumida com orgulho em “bio: transmasc nb” e reafirmada em “eu amo ser não binário pqp”, combina com a falta de lógica linear da música, que rejeita classificações fáceis assim como elu rejeita binarizações, como em “impressionante como até identidade NÃO binária o povo quer binarizar”. A mistura de humor, desespero e estranheza da faixa também ecoa nos tweets onde elu oscila entre tesão, disforia e cansaço do mundo, como “to indo pro trabalho chorando por causa da disforia de gênero” e “vai tomar no cu que estresse eu não consigo dormir direito”. No fim, I Am the Walrus é tão caótica, esquisita e intensa quanto a forma como elu narra a própria vida, o que faz dela uma trilha sonora muito adequada.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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luibaudelaire
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