
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é a Lisa Simpson, mas em versão adulta, caótica e queer. Assim como a Lisa, elu é extremamente opinativo e político, sempre trazendo contexto social e minorias para o debate, como quando fala sobre ressignificação de termos e identidade: “it was queer people who decided it... A lot of minorities and subcultures start using the words used to offend them as a way of being proud” e “Yeah so if you can show ANY respect to these ladies fighting in the favela to survive, you'll HAVE to accept the term is now empowering”. A veia moralista-irônica da Lisa também aparece no jeito ácido e ao mesmo tempo preocupado com justiça, como em “Uma lesbica ele/dele de 19 anos reclamando de trans ele/delu de 14 anos” e em críticas de responsabilidade social tipo “Um quilograma de carne vermelha são quarenta mil litros d'água Compre um bife a menos por semana talvez”. Além disso, a mistura de vulnerabilidade e senso de humor inteligente lembra muito a Lisa tentando sobreviver num mundo estúpido: elu faz piada da própria vida e do caos ao redor, como em “Preparação pro enem: 1h de redação... 1 baseado 1000000h de balatro” e na autoironia de gênero em “thread de ageneros considerados 'femininos' pelos outros Luke, ele/ela”. No geral, é alguém muito consciente, verborrágue, politizado e sensível, usando humor e cultura pop para processar o mundo – exatamente o tipo de adulto que a Lisa provavelmente se tornaria.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para o mundo externo, comentando shows, eventos e interações com várias pessoas, além de se colocar como figura pública (drag, arte, canal), o que aponta para Extroversão (E), por exemplo quando falam de sair e viver intensamente em “Vivi muito ontem meus ossos doem #mcr” e de ser alvo de fofocas em “a qtd de gente que espalha que eu sou fascista…”. A forma como pensam e falam é muito associativa, cheia de imagens, humor e conceitos sociais amplos (gênero, cultura, política, internet), priorizando ideias e significados sobre detalhes concretos, o que sugere Intuição (N); isso aparece em reflexões como “Como que pode vivia em feudos antes agora vivemos em feudos digitais…”. A argumentação deles é fortemente carregada de valores, empatia com minorias e indignação moral, típica de Feeling (F), como se vê em “Yeah so if you can show ANY respect to these ladies fighting in the favela to survive, you'll HAVE to accept the term is now empowering…” e na crítica à pressão estética em “É por causa de pressão estética assim que a banda teve que acabar…”. O tom geral é caótico, espontâneo, cheio de piadas, improviso e mudanças de assunto, mais típico de Perceiving (P) do que de alguém muito planejado/organizado, como em “Preparação pro enem: 1h de redação… 1 baseado 1000000h de balatro” e na leveza com que tratam a própria vida amorosa em “Terminamos pq aparentemente relacionamento 'aberto' não pode ficar com o pai e com a irmã da pessoa”. Somando extroversão social, foco em ideias e causas, forte base de valores pessoais e estilo improvisado, o tipo que melhor encaixa é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Artista nb, drag que sobrevive a ENEM, mcr e thread de treta. Desenho, milito e ainda lembro meu fiscal do Enem que me seguiu aqui.– @LukaLukanite

Seu coquetel exclusivo
Uma base de cachaça envelhecida representa a vivência intensa, brasileira até o osso e nada suave, como quando ela manda um recado sem medo em tweets como “Oiii! Comunicado importante: A maioria dos homens são abusadores e machistas”. O licor de açaí com glitter é a parte drag, performática e gostosa, brilhando igual a empolgação de “Vivi muito ontem meus ossos doem #mcr” e o orgulho do corpo em “Ebaaaaaaaa eba eba ebaaaaaaa mulheres podem ter peitos. E quadril.”. O xarope de pimenta com maracujá traz o misto de tesão, coragem e treta — doce e ardido — como nas discussões sobre identidade em “NO!!!!! 'its my culture to call >myself< a slur'” e no deboche de “Uma lesbica ele/dele de 19 anos reclamando de trans ele/delu de 14 anos”. O limão siciliano é a acidez inteligente, o shade culto, presente nos comentários sobre cultura e mídia, como em “Como que pode vivia em feudos antes agora vivemos em feudos digitais”. Por fim, a espuma de água de coco com carvão ativado é a proteção espiritual e emocional depois do caos, lembrando o cansaço de ser lido como “perigoso” em “a qtd de gente que espalha que eu sou fascista e perigoso ardiloso doente psicopata” e o humor quase místico de “Ja contei pra vocês de quando incorporei um erê e bati na minha mae”.

Sua Casa de Hogwarts
Luki demonstra um padrão constante de confronto aberto, coragem e impulsividade típica de Grifinória. Em vários momentos enfrenta debates espinhosos sobre identidade de gênero e termos reapropriados, respondendo de forma direta e combativa, como em “NO!!!!! 'its my culture to call >myself< a slur' NO ONE IS CALLING ANYONE TERMS THEY DONT WANNA BE CALLED THATS YOU GUYS SAYING WE CANT IDENTIFY HOWEVER WE WANT” e em “it was queer people who decided it Just like the N word was reappropriated... Ppl dont call u queer Queer ppl call themselves queer”. Essa disposição de se colocar na linha de frente em brigas políticas e identitárias, mesmo sabendo que vai gerar ódio, aparece também quando ataca comportamentos LGBTfóbicos e elitistas, como em “Alem de xenofobicos e elitistas tambem sao nazistas de gramatica...” e em “Deixa eu traduzir o que voce disse... 'So tinha traveco e retardado e velho nesse show eu odeio minorias...'”. Além disso, Luki encara conflitos pessoais de forma destemida, mesmo quando isso o pinta como "fascista" ou "perigoso", como em “a qtd de gente que espalha que eu sou fascista e perigoso... so pq eu chego e falo 'ei isso que tu fez foi uma merda'”, o que reforça a combinação de coragem, impulso e senso de justiça típicos de um grifinório. Embora haja humor e criatividade (traços corvinais) e um forte senso de lealdade com outras minorias (traços lufa-lufa), o traço dominante é a bravura combativa e o enfrentamento direto, mesmo quando isso traz consequências sociais, o que é muito mais característico de Gryffindor.

Seu filme

Sua música
A música Born This Way combina com o jeito combativo, queer e politizado dela, que vive discutindo identidade de gênero, termos reapropriados e orgulho. Ela defende com força o direito de minorias se nomearem como quiserem, como quando explica que “it was queer people who decided it Just like the N word was reappropriated after being used as a slur for so long. A lot of minorities and subcultures start using the words used to offend them as a way of being proud”. Também reclama das pessoas que querem policiar a forma como travestis se identificam e responde com afirmação identitária em tuítes como “NO!!!!! 'its my culture to call >myself< a slur' NO ONE IS CALLING ANYONE TERMS THEY DONT WANNA BE CALLED THATS YOU GUYS SAYING WE CANT IDENTIFY HOWEVER WE WANT”. A bio e o tom geral são de alguém que abraça seu corpo, sua sexualidade e seu gênero com humor e afronta — exatamente o espírito de "não há nada de errado em quem eu sou" que a música celebra. Além disso, como drag, nb e extremamente online, ela mistura ironia, militância e autoaceitação, o que ecoa o hino de orgulho e resistência queer da Lady Gaga.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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LukaLukanite
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