
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A usuária se parece muito mais com a Lisa Simpson: intelectual, politizada, ecológica e sensível, mas também irônica e sem muita paciência para burrice e injustiça. Assim como a Lisa, ela tem forte preocupação ecológica e admiração por outras espécies, seja em posts sobre fungos e florestas, como em “Viva a anarquia das florestas 🌳🐸🐒🕷🐿🍄🟫🦜” e “Ano passado eu li um pouco sobre os líquens...”. O engajamento político, anti-autoritário e feminista aparece o tempo todo, como em “A esquerda precisa mesmo é pautar formas de combater o feminicídio e o estupro sem depender das instituições do Estado.” e “Onde há concentração de poder haverá homens usando desse poder para ferir e abusar de mulheres e crianças...”, o que lembra a indignação ética constante da Lisa. Ela também é nerd de livros e teoria, listando leituras como em “1 Voline: A Revolução desconhecida... 3 Emma Goldman: Minha desilusão na Rússia...”, que ecoa o lado estudioso e militante da personagem. Ao mesmo tempo, mantém um humor ácido, meio cansado da esquerda institucional e dos caras “de esquerda”, como em “Homens cis de esquerda sempre decepcionando! Só regresso e take ruim.”, o que combina com a Lisa adolescente que se frustra com todo mundo ao redor.

Seu tipo de personalidade MBTI
A conta mostra uma preferência clara por introversão (I): ela valoriza a vida tranquila no sítio, o contato íntimo com a floresta e atividades solitárias como observar cogumelos e cultivar alimentos, por exemplo ao falar de como está vivendo melhor em contato com a mata e rotina própria (“É uma paz aqui, e fico feliz de ter contato com a floresta e seus seres diariamente e de poder plantar e tocar outros projetos no espaço.”), além de menções de fumar sozinha no sofá (“Como é bom sair do banho fresquinha e fumar 1 pelada no sofá 😌”). No eixo S/N, ela combina forte atenção a detalhes sensoriais (nomes científicos de fungos, texturas, sabores) com uma tendência a tirar deles reflexões amplas e simbólicas, como quando usa a decomposição e reciclagem de nutrientes para questionar a oposição entre vida e morte (“Cultivar plantas e cogumelos e observar como a decomposição... possibilitam a renovação e continuidade da vida foi o que mais desconstruiu para mim a falsa oposição entre a vida e a morte.”), o que é típico de N com boa base concreta. Na dimensão T/F, o centro da fala é ético-afetivo: ela reage com indignação moral a abusos de poder e violência sexual (“Onde há concentração de poder haverá homens usando desse poder para ferir e abusar de mulheres e crianças...”) e valoriza explicitamente cuidado e apoio a pessoas trans, como ao incentivar contribuições em vaquinhas e lutas coletivas (“Nesse dia da visibilidade trans, que tal dar uma força para pessoas trans que estão precisando?”), o que indica F mesmo usando argumentação racional. Em J/P, apesar de ter leituras estruturadas e opiniões firmes, o estilo de vida descrito e o tom dos tweets é espontâneo, aberto a experimentar (cozinhar com o que cresce no terreno, testar cultivos, fazer alongamentos, brincar com flertes), e pouco voltado a rotina rígida ou controle, como quando diz que não vota e se afasta de estruturas formais (“Nem votar eu voto, imagina no Santineli.”) e se apresenta politicamente de forma fluida (“Sinceramente, eu não sei nem se me considero de esquerda. Só me sinto próxima da esquerda em relação à direita.”), o que se alinha a P. O conjunto – foco em valores, imaginação e simbologia ecológica, mistura de doçura afetiva com indignação ética, vida interior rica ancorada em um cotidiano simples e livre – é muito coerente com o perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Micóloga da Mata Atlântica, tradutora de zines anarkokuir, cria milho guarani e derruba fascista no textão. Uma vez quase chorei por um líquen.– @LVA97VP

Seu coquetel exclusivo
Essa bebida é forte, rústica e floresta-punk, feita pra alguém que diz “Viva a anarquia das florestas 🌳🐸🐒🕷🐿🍄🟫🦜” em plena timeline: a cachaça artesanal representa a vida no sítio, a terra e a anarquia enraizada. O licor de ervas amargas traz o lado ácido, crítico e sem papas na língua de quem escreve coisas como “Feminismo carcerário é furada.” e “Sinceramente, eu não sei nem se me considero de esquerda. Só me sinto próxima da esquerda em relação à direita.”. O xarope de melado com hortelã e manjericão é a doçura autodepreciativa e carinhosa de quem fala “Não me acho tudo isso não, mas obrigada 🖤” enquanto posta comidas da horta como “Só colho o que eu planto e o que vai crescendo por conta própria no terreno como esse amaranto africano”. O limão cravo dá acidez viva, lembrando a forma como ela morde o mundo e às vezes diz “Vontade de morder alguém 🦊” ou debocha de moralismos em “A miséria do mundinho hetero e monogâmico”. Por fim, a espuma de água de cogumelos com noz-moscada homenageia a micóloga eco-anarquista que vive postando maravilhas como “Gangue dos amanitas”, “Consegui um pouco de cultura liquida do macrocybe titans, que é o maior cogumelo comestível das Américas.” e conecta com seu erotismo & humor em “Me submeter a alguém fora do BDSM: Inaceitável! Jamais! Dentro do BDSM: 🥵🤤😍”, fazendo do drink um ritual sensual, político e deliciosamente esquisito, como ela.

Sua Casa de Hogwarts
A combinação de curiosidade intelectual, amor por conhecimento e reflexão teórica coloca a Lu muito claramente em Ravenclaw. Ela demonstra um interesse sistemático e quase acadêmico por ecologia, micologia e relações entre humanos e outros seres, como quando comenta líquens e promete estudá‑los mais a fundo em “Ano passado eu li um pouco sobre os líquens e descobri que eles são entidades [...] Um dia vou estudar eles mais a fundo.”. Esse padrão se repete quando indica leituras complexas sobre ecofeminismo e cadeia alimentar em “Achei instigantes as reflexões da filósofa eco feminista Val Plumwood [...] (Link para download nos comentários)” e quando recomenda um conjunto de obras teóricas anarquistas e marxistas críticos em “1 Voline: A Revolução desconhecida. 2 Anton Pannekoek: Lenin filósofo [...]”. A maneira como ela desmonsta argumentos transfóbicos com ironia e análise conceitual em “Acho surreal que exista gente que leva a sério a tipologia da transsexualidade do Blanchard [...] O próprio Blanchard é uma piada.” e “A dedicação das TERFs em excluir mulheres trans [...] decidiram que mulher é 'quem produz gametas grandes' 😂😂😂.” mostra uma mente crítica, mais interessada em desmontar ideias do que simplesmente reagir. Mesmo nos tweets mais cotidianos, ela pensa em processos, causas e implicações – por exemplo ao relacionar compostagem, fungos e a oposição vida/morte em “Cultivar plantas e cogumelos e observar como a decomposição [...] desconstruiu para mim a falsa oposição entre a vida e a morte.”. Há coragem política e lealdade às suas lutas (traços de Grifinória e Lufa‑Lufa), mas o eixo central é a curiosidade analítica, a vontade de entender o mundo em profundidade e de articular isso em textos e indicações de leitura, o que é tipicamente corvino.

Seu filme

Sua música
A música Andarilho da banda Mulamba combina muito com a mistura de ternura, fúria política, travestilidade e amor pela floresta que atravessa o perfil dela. A letra fala de caminhar fora da norma, rompendo com estruturas de poder e violência — o que ecoa na forma como ela critica tanto Estado quanto igreja, por exemplo em “A esquerda precisa mesmo é pautar formas de combater o feminicídio e o estupro sem depender das instituições do Estado. Feminismo carcerário é furada.” e em “Inclusive, a escala do abuso infantil cometido pela Igreja Católica é muito maior.”. A canção também carrega um tom de insubmissão e liberdade corporal que combina com posts como “Me submeter a alguém fora do BDSM: Inaceitável! Jamais! Dentro do BDSM: 🥵🤤😍” e com a alegria de habitar seu corpo trans em “Já que hoje é dia da visibilidade trans, olhem eu aqui 🏳️⚧️🦊”. Além disso, o clima de trilha de estrada e vida vivida na caminhada dialoga com o cotidiano dela de sítio, plantio e floresta, visível em “Se tem uma coisa que eu não compro faz meses é verdura. Só colho o que eu planto…” e em “Viva a anarquia das florestas 🌳🐸🐒🕷🐿🍄🟫🦜”. Por fim, Andarilho é uma música de mulheres raivosas e afetivas, algo que casa perfeitamente com uma travesti eco-anarquista que fala com doçura dos cogumelos e da mata enquanto solta rajadas contra fascistas, TERFs e elites cristãs.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

Você gostou do seu Horóscopo?
Seu horóscopo tem 17 dias! Gere um melhor a partir dos seus tweets mais recentes, desbloqueie mais insights e use uma IA profissional mais inteligente!
LVA97VP
verde: confiante, amarelo: palpite, vermelho: incerto
Seguidores inativos? Verifique os seus!
Seguidores falsos/bots? Verifique os seus!
patrocinado por Circleboom