
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Candy lembra muito a Lisa Simpson: nerd, autoconsciente, idealista e com crises existenciais no meio da vida acadêmica. Ela está no 7º período de engenharia elétrica e vive falando de estudos, provas e laboratório, como em “Passei de 17h às 23h estudando, fiz 3 questões kkkkkkkkkk” e “Eu acho dispositivos impossível de focar, me propus a estudar 10 páginas da apostila de transformadores por dia...”, o que combina com o lado CDF da Lisa. Ao mesmo tempo, mostra consciência política e valores fortes, como em “Sim, a transfóbica da J.K não receberá mais nenhum centavo dela” e nos surtos sobre ser pobre em “Não aguento mais ser pobre.”, algo bem Lisa questionando o mundo. O jeitinho sensível e introspectivo aparece quando fala da saúde mental e da solidão, como em “Hoje eu fiquei segurando o choro no estágio por me sentir sozinha.” e “Eu só queria me sentir feminina”. Além disso, o humor autoirônico sobre TDAH e remédios, como em “Tomei remédio pra tdah, estou trocando comida por foco...”, combina com a forma como a Lisa lida com suas neuroses e pressões por desempenho.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela mesma se descreve como infp na bio (“— 7° período de Eng. Elétrica, UFMA — infp, 4w5, sanguínea.”), e o jeito de twittar combina muito com isso. A preferência por I aparece na forma como fala de solidão e dificuldade de fazer amigos, como em “Hoje eu fiquei segurando o choro no estágio por me sentir sozinha. Eu faço as coisas que eu quero arrastando meu namorado para fazer cmg, e caso ele não vá, não tenho companhia pra fazer.” – ela não parece buscar multidões, mas conexões próximas. O lado N surge quando ela viaja em reflexões, como “Quem diria que alimentação equilibrada, 20 minutos no sol, exercícios físicos não resolvem tudo...” e quando pensa sobre carreira, propósito e futuro em engenharia e telecomunicações (“Alguém da dica pra me destacar em Eng. Telecomunicações, queria como ênfase.”). A preferência F aparece na centralidade das emoções: ela fala abertamente de saúde mental, autoestima e querer se sentir feminina (“Eu só queria me sentir feminina”; “Estou tentando me desfubangar, mas confesso que nem achar maquiagem naturalzinha que combine cmg eu não achei.”) e reage com empatia a questões sociais (“Sim, a transfóbica da J.K não receberá mais nenhum centavo dela”). Apesar de usar planners, fichário e ter metas de estudo, o comportamento mostra um P forte: muita procrastinação, planos que vão sendo ajustados e improviso, como em “Passei de 17h às 23h estudando, fiz 3 questões kkkkkkkkkk” e “Acordei cedo pra digitar o trabalho que eu procrastinei e isso levou duas horas do meu dia”. O conjunto de introspecção, foco em sentimentos, idealismo sobre carreira e vida, e dificuldade em estruturar a rotina aponta fortemente para INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Candy, 2003 | Eng. Elétrica UFMA ⚡️ | TDAH, lab, estágio e gastrite gerenciada a base de Venvanse e café | ahgase nas horas vagas– @lxvelybee

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte e elétrico, porque essa Candy acorda cedo pra ralar e ainda toparia presencial mesmo longe, desde que paguem bem: “A não ser que esse presencial seja escala 7×0, eu tenha que morar na empresa...”. O espresso com maracujá é a mistura da exaustão de lab/estágio com o humor caótico de quem transforma bug em piada: “Mood de hoje com o note travando no teams” e “Maracujá = sea the ass now”. O gin com chá preto e laranja representa a engenheira elétrica em formação, séria e analítica, mas ainda assim dramática com provas e dispositivos: “Passei de 17h às 23h estudando, fiz 3 questões kkkkkkkkkk” e “Incrível que até com venvanse eu não consigo me concentrar na aula de dispositivos”. O xarope de leite condensado sem lactose homenageia a vida sofrida de quem ama doce mas é traída pelo próprio corpo: “Tomei um copo de leite antes de dormir, tive que cancelar todos os compromissos de hoje. Obrigada intolerância à lactose.”. A espuma de água de coco e o brilho por cima lembram o lado sensível, girly e em constante tentativa de se sentir feminina e menos “fubanga”: “Estou tentando me desfubangar” e “Eu só queria me sentir feminina”. No geral, é um coquetel experimental, doce-amargo e cheio de energia, igual a alguém que usa o Twitter como diário de TDAH, kpop, labs e crises existenciais: “aqui eu surto, reclamo da faculdade e de virar adulta.”.

Sua Casa de Hogwarts
Os traços mais marcantes dela são de curiosidade intelectual e amor por aprender, típicos da Corvinal. Ela está sempre falando de estudo com detalhes metódicos, como quando relata que ficou horas estudando mas só resolveu poucas questões em “Passei de 17h às 23h estudando, fiz 3 questões kkkkkkkkkk” ou quando descreve o plano disciplinado de leitura para uma matéria difícil em “me propus a estudar 10 páginas da apostila de transformadores por dia [...] Vou atualizando se isso vai funcionar pra mim.”. Ela demonstra gosto genuíno por aprofundar conhecimento técnico e acadêmico, como em “Eu to tão bitolada que li 'indicações de livros de fluxo de potência' e pensei que talvez tivesse algum escrito por mulher.” e na curiosidade em programação em “Go é muito divertidinho, espero que me tire o trauma de linguagem de programação na faculdade.” e “Beleza, sei quase porra nenhima de programação, por onde começo?”. Ela também mostra reflexão analítica sobre a própria vida e estudos, usando o Twitter como um diário de autoavaliação em “Atualizações da minha vida que ninguém pediu mas to dando pq uso isso de diário” e problematizando a própria concentração em “Tomei remédio pra tdah, estou trocando comida por foco, pelo amor de Deus tenha alguma coisa que faça isso ter valido a pena”. Embora seja esforçada (traço lufa-lufa) e crítica socialmente, é o foco constante em aprender, entender melhor as coisas e organizar o estudo que se sobressai, encaixando-a muito mais em Corvinal do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
Candy passa muito pela vibe de quem apanha da vida adulta, faculdade e saúde, mas continua seguindo em frente, o que combina com a mensagem de resiliência de Survivor. Ela está sempre lidando com perrengues físicos e emocionais, tipo quando fala da intolerância à lactose (“Tomei um copo de leite antes de dormir, tive que cancelar todos os compromissos de hoje.”), da crise de gastrite no jogo (“FLA×PSG me deu uma crise de gastrite da porra…”) ou dos efeitos do Venvanse (“Tomei remédio pra tdah, estou trocando comida por foco…”). Ao mesmo tempo, ela segue firme na engenharia elétrica, mesmo com cansaço e medo de provas (“Passei de 17h às 23h estudando, fiz 3 questões kkkkkkkkkk”; “As questões da apostila estão fáceis, mas realmente estou com medo da prova…”). Ela também busca se cuidar e se reinventar, seja no visual (“A melhor coisa que eu fiz por mim foi começar a cuidar do meu cabelo…”; “Estou tentando me desfubangar…”) ou nos hábitos de estudo e vida acadêmica (“Atualizações da minha vida que ninguém pediu mas to dando pq uso isso de diário”). Tudo isso mostra alguém que vive na corda bamba entre exaustão e esperança, mas que continua insistindo – exatamente o espírito de "I’m a survivor, I’m not gon’ give up".

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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