
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela lembra muito a Lisa Simpson: emotiva, autoirônica, inteligente e constantemente sobrecarregada pelo mundo ao redor. Ela demonstra cansaço existencial e sobrecarga emocional, como em "estou esgotada fisicamente, psicologicamente, emocionalmente, espiritualmente e todos os mentes restantes" e "meu jesus eu não posso passar um dia sem literalmente nada de ruim acontecer eu só queria viver um filler bobo de uma série besta", o que combina muito com o jeito dramático e ansioso da Lisa. Ao mesmo tempo, ela tem senso crítico ácido e observa tudo com sarcasmo, como em "série lixo, sem marketing bom, final apressado, não explicou nada, personagens insuportáveis" e "como pode a animação da Disney só ter twink, que vilões engraçados são esses". Também aparece uma busca por pertencimento e afeto, misturada com humor autodepreciativo, em "desafio pesado não me fazer me sentir um intruso na minha própria casa" e "nossa mas eu sou uma lésbica patética mesmo como pode eu ser tão patética", muito parecida com a solidão que a Lisa sente na família e na escola. Por fim, ela tem lado idealista e sonhador, como em "eu não nasci pra trabalhar, eu nasci pra em um belo dia eu ser surpreendida com uma vampira lésbica... e viramos um casal de vampiras lésbicas", que ecoa o jeito da Lisa de fantasiar um mundo melhor e mais justo, só que aqui com mais caos, putaria e lesbianismo.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro: falam de se sentir intrusa na própria casa (“desafio pesado não me fazer me sentir um intruso na minha própria casa, difícil esse viu”) e de querer morar sozinha e ter um canto só seu (“deus eu quero morar sozinha ter um quarto só meu um canto só meu porque puta que me pariu”), o que combina mais com I do que com E. O foco recorrente está em sentimentos, significados pessoais e imaginação – como na fantasia da vampira lésbica (“eu não nasci pra trabalhar, eu nasci pra em um belo dia eu ser surpreendida com uma vampira lésbica [...] e viramos um casal de vampiras lésbicas”) e na idealização de um relacionamento futuro (“queria muito ser sustentada por uma mulher maromba e ser esposa do lar [...] e temos um filho”) – o que sugere N (intuição) mais do que foco em fatos concretos. Ela reage às coisas por um viés emocional, enfatizando frustração, cansaço e empatia consigo mesma (“estou esgotada fisicamente, psicologicamente, emocionalmente, espiritualmente e todos os mentes restantes”; “eu preciso aprender que nada dura pra sempre e que não adianta eu ficar chorando pq algo bom acabou”), o que aponta para F em vez de T. Quanto a J/P, o padrão é de vida meio caótica e reativa – perdendo ônibus de propósito (“e se e se eu perder dois ônibus seguidos e me atrasar sem querer, a culpa não vai ser minha mesmo”) e lidando com as coisas de forma espontânea e autodepreciativa (“nossa mas eu sou uma lésbica patética mesmo como pode eu ser tão patética besta songa monga”) – o que combina mais com P que com J. Somando I + N + F + P, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
lésbica, gorda, futura jurista em Santa Maria. sobrevivente de ônibus lotado, escadas traiçoeiras e séries ruins. aceito conchas e pdf de aniversário.– @m7ykz

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida porque uma lésbica de Santa Maria que conquista emprego e primeiro salário no grito – “EU TENHO UM EMPREGO PORRA, ISSO É PRA QUEM DISSE QUE UMA LÉSBICA GORDA DA SANTA MARIA NÃO PODIA” e “AI CARALHO RECEBI MEU PRIMEIRO SALÁRIO SEGURA” – merece drink forte, não suquinho. O licor de jabuticaba doce-azedinho é o coração lésbico dramático e carente que grita “não sei se ta claro mas eu sou LESBICAAAAAAAAA💔💔” enquanto reclama que só homem manda mensagem – “perfil gritando lésbica [...] e só homem me manda msg”. O xarope de café com chocolate amargo representa a exaustão de pegar busão lotado e chegar morta em casa – “vsf saí do trabalho 16:40 e cheguei agora isso não é vida não” – mas ainda assim ser a pessoa que faz latte com orgulho – “o meu latte NÃO FICOU meia boca seu puto”. O limão siciliano traz a acidez caótica de quem solta um “deus faz esse ônibus capotar senhor eu to pronta pra te encontrar” e um “e se eu me matasse” no mesmo feed, mas ainda ri de barraco no ônibus – “barraco no ônibus UHUUUUU”. Fechando com espumante brut, porque por baixo da pose de lobo solitário – “eu nasci pra ser um lobo solitário mesmo” – tem alguém que vibra com mini colomba no trampo – “me deram uma mini colomba de páscoa no trampo me senti incluída” – e quer romance absurdo de vampira lésbica imortal – “eu não nasci pra trabalhar, eu nasci pra [...] viramos um casal de vampiras lésbicas”.

Sua Casa de Hogwarts
Apesar do humor caótico e das fantasias vampirescas, o traço mais consistente dela é ser trabalhadora, resistente e muito apegada às pessoas, o que aponta forte para Hufflepuff. Ela valoriza e celebra trabalho e conquista de forma bem pé no chão, como em “EU TENHO UM EMPREGO PORRA, ISSO É PRA QUEM DISSE QUE UMA LÉSBICA GORDA DA SANTA MARIA NÃO PODIA” e em “AI CARALHO RECEBI MEU PRIMEIRO SALÁRIO SEGURA”, além de reclamar de jornada e ônibus em “vsf saí do trabalho 16:40 e cheguei agora isso não é vida não”, o que mostra aquela dedicação ranzinza bem Hufflepuff. Há também um carinho enorme pela família, especialmente pela mãe e pela avó, em tweets como “MAE PASSEI NA FACULDADE”, “amo minha vó, saí com pitaya, laranja, jiló, pão de queijo, bolo de milho, abóbora, goiaba, manga, sou uma pessoa muito feliz” e “ganhei dinheiro da vovó nunca fui triste”, indicando lealdade afetiva. Ela demonstra ainda uma sensibilidade constante, sentindo-se intrusa em casa e exausta, como em “desafio pesado não me fazer me sentir um intruso na minha própria casa” e “estou esgotada fisicamente, psicologicamente, emocionalmente, espiritualmente e todos os mentes restantes”, mas continua tocando a vida, o que combina com a perseverança Hufflepuff. Mesmo nas piadas mais ácidas, transparece uma pessoa que quer paz, segurança e um cantinho só dela, como em “deus eu quero morar sozinha ter um quarto só meu um canto só meu porque puta que me pariu”, tudo muito mais ligado a estabilidade e afeto do que a ambição de Slytherin ou a ânsia de glória de Gryffindor.

Seu filme

Sua música
A música Nobody da Mitski combina muito com o jeito intenso, dramático e ao mesmo tempo irônico com que ela fala da própria vida. Ela vive oscilando entre humor autodepreciativo e solidão, como em “desafio pesado não me fazer me sentir um intruso na minha própria casa, difícil esse viu” e “eu nasci pra ser um lobo solitário mesmo”, que ecoam a sensação de deslocamento da música. Ao mesmo tempo, ela transforma sofrimento em piada, como em “meu jesus eu não posso passar um dia sem literalmente nada de ruim acontecer eu só queria viver um filler bobo de uma série besta”, algo muito Mitski-core. A forma como ela mistura vulnerabilidade com exagero e drama romântico – vide “oi sera que voce poderia nao ter vida social e falar comigo?” – também dialoga com o pedido desesperado por atenção da letra. E o fato de ouvir Mitski ser parte da "terapia", como em “ouvir mitski no busão 19:30 também é terapia”, fecha o ciclo: ela já se colocou exatamente dentro do universo emocional que a música descreve.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

Você gostou do seu Horóscopo?
Seu horóscopo tem 19 dias! Gere um melhor a partir dos seus tweets mais recentes, desbloqueie mais insights e use uma IA profissional mais inteligente!
m7ykz
verde: confiante, amarelo: palpite, vermelho: incerto
Seguidores inativos? Verifique os seus!
Seguidores falsos/bots? Verifique os seus!
patrocinado por Circleboom