
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A vibe do perfil lembra muito a Lisa Simpson: autoirônica, intelectualóide, dramatizando a existência e metendo filosofia no meio da vida cotidiana. O usuário fala de filosofia e transcendência em tom meio tragicômico, como em “queria que todos lessem filosofia” e no comentário sobre sentido da vida em “esta vida que vivemos não possui sentido algum e por isso eu preciso de um ideal...”, que é total energia Lisa lendo Nietzsche aos 14 anos. Ao mesmo tempo, tem um desamparo existencial sensível em posts como “sinto que esse desamparo nunca vai ter fim” e “queria recomeçar minha vida”, bem na linha da adolescente introspectiva que se sente deslocada em Springfield. A mistura de humor ácido, autozoação estudantil e pressão acadêmica em coisas como “156/180. voltar das férias sendo mediciner” também lembra a Lisa nerd tentando sobreviver à escola e às expectativas. Mesmo quando fala de fandom e cultura pop, como em “uma amargura minha é odiar fandom”, continua soando como alguém muito consciente, sensível e levemente cansado do mundo – exatamente o tipo de adolescente que a Lisa representa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro, falando de solidão, desamparo e introspecção, como em “sinto que esse desamparo nunca vai ter fim” e “esse negocio de gente nao é pra mim”, além de refletirem muito sobre si mesmos, o que sugere I. O foco constante em filosofia, sentido da vida, transcendência e ironia com religião/ideais, como em “queria que todos lessem filosofia” e “esta vida que vivemos não possui sentido algum e por isso eu preciso de um ideal, uma transcendência...”, indica forte preferência por abstrações, logo N. Na dimensão T/F, ele reage com indignação ética e empatia, por exemplo em “o desprazer em ver que tem tanta gente que pensa assim ainda é maior, desfaça se do corpo e verá sua ideia cair por terra” e em críticas ao racismo em “aquela amiga que reproduz discurso racista achando que ta arrasando”, priorizando valores e sensibilidade, o que aponta para F. Sobre J/P, ele se descreve caótico e procrastinador, falando de improviso e falta de disciplina, como em “preciso passar esse ano pq ja fiquei muito burro nas ferias” e “um dia eu aprendo musica um dia eu aprendo musica um dia eu aprendo”, sugerindo baixa estrutura e um estilo mais espontâneo, logo P. A combinação de introspecção intensa, humor autodepreciativo, crises existenciais, idealismo e sensibilidade emocional casa muito bem com um perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Vestibulando, mestre em reclamar de pão e saudoso de campanhas de RPG que nunca terminam. Às vezes estudo, às vezes só anoto brainrot.– @marciosemorgaos

Seu coquetel exclusivo
A unique blend.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil transpira curiosidade intelectual e reflexão filosófica. Ele literalmente escreve que “queria que todos lessem filosofia” e no bio se apresenta como parte de um “instituto esquizolibidinoso”, além de soltar referência a Deleuze/psicanálise em “o próprio desejo: o fundamento sem fundo”, o que mostra gosto por ideias abstratas e teorias. Também comenta imagens em chave filosófica, como quando diz que uma imagem “grita” que a vida não tem sentido e precisa de transcendência “esta vida que vivemos não possui sentido algum e por isso eu preciso de um ideal...”, o que é bem típico de alguém analítico e contemplativo. Há ainda o lado literário: cita francês “un jour je serai de retour près de toi” e brinca com Kafka em “se eu ler a metamorfose sera que um besourao vai me beijar”, sugerindo familiaridade com cultura e literatura. O humor dele é cheio de trocadilhos e observações metalinguísticas, como em “temo que nao nos livramos de deus porque ainda acreditamos na gramatica”, o que encaixa muito mais no espírito espirituoso e intelectual da Corvinal do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A melancolia irônica e existencial de How Soon Is Now? combina muito com o jeito que essa pessoa fala de si e do mundo. Há um sentimento constante de desajuste e autoanálise, como em “esse negocio de gente nao é pra mim” e “sinto que esse desamparo nunca vai ter fim”, que ecoa o verso “I am human and I need to be loved, just like everybody else does”. Ao mesmo tempo, eles transformam dor em piada e drama performático, vide “pqp eu vou me matar” e “se fico em casa me arrependo se saio de casa me arrependo”, muito no espírito do humor amargo do Morrissey. A mistura de referência cult, filosofia e spleen aparece quando ouvem The Smiths na chuva (“na chuva e ouvindo back to the old house auge da performance”) e quando falam de Nietzsche e sentido da vida em “esta vida que vivemos não possui sentido algum e por isso eu preciso de um ideal, uma transcendência”. Tudo isso faz com que How Soon Is Now? funcione quase como um autorretrato sonoro: introspectivo, dramático, inteligente e meio tragicômico.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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marciosemorgaos
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