
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O @Marcos_ferrerar lembra muito o Comic Book Guy: ele é ultra-opinativo sobre cultura pop, vive xingando jogos, filmes e remakes com um tom de superioridade sarcástica, tipo quando chama GTA V de “a definição de jogo mid” em “Gta V: A definição de jogo mid, realmente esse jogo só pode ser lembrado por detalhes inúteis e easter eggs pois em todo o resto ele consegue ser incrivelmente medíocre” ou desce a lenha na Rockstar em “Rockstar vive de visual e detalhes inúteis, trabalhar em mecânicas que melhoram a gameplay e dão liberdade de verdaypara o jogador eles não querem”. Ele tem aquele ar de nerd rancoroso que acha que boa parte do público é burro, como em “Nenhum de vocês sequer tocou em half life” e “A pessoa nunca tocou em um crpg pra postar isso”. Ao mesmo tempo, é genuinamente apaixonado por jogos e mídia, elogiando o que considera bom, como em “Alan wake é ótimo” e “Ainda bem que wasteland existe, se for esperar que fallout volte à ser tão bom e criativo vomo antes vai esperar para sempre”. A combinação de cinismo, referências nerds constantes e tiradas ácidas contra indústria e fandoms é exatamente o tipo de energia que o Comic Book Guy teria no Twitter, por exemplo em ataques a remakes e padrões modernos de jogos como “Demons souls [...] resident evil 2 [...] remake de silent hill 2, exmeplos do que existe de pior na indústria”. Até o humor autodepreciativo e grosseiro, visível em piadas como “Eu como dentista, nada mais, eu só comi um dentista uma vez mesmo”, encaixa na vibe amarga e sarcástica do personagem.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles passam muito tempo em atividades solitárias e intelectuais (jogos, HQs, filmes, análise de mídia) e quase não falam de vida social presencial, o que sugere introversão; por exemplo, comentam longamente sobre experiências de jogo como em “Tô rejogando essa porra pq na primeira jogada eu fui igual uma jamanta passando por tudo na pressa e descobri uma porrada de combates e arquivos interessantes que não vi na primeira vez”, sem ênfase em amigos ou rolês. A forma como argumentam sobre jogos, arte e política mostra foco em padrões, conceitos e crítica de sistemas (indústria de jogos, remakes, capitalismo), algo típico de Intuição (N), como em “Pessoas mais criativas simplesmente cagariam pra esse 'fenômeno silent hill' e simplesmente dariam qualquer explicação sobrenatural nova para coisas assim ocorrerem em outros lugares do mundo, não gosto dessa merda de fenômeno” e “Cd project red nunca fez um jogo excepcional... faltou uma direção no jogo, uma mancha de tinta sem propósito”. A postura é fortemente analítica e impiedosamente lógica, priorizando argumentos e coerência a simpatia, o que aponta para Thinking (T); eles frequentemente chamam ideias de “burro”, “imbecil” ou “inútil”, como em “A pessoa nunca tocou em um crpg pra postar isso” e “Esse jogo é uma merda e David cage só não é mais burro que o criador de gow”. Ao mesmo tempo, o estilo deles é pouco estruturado, mais reativo e opinativo no fluxo do momento, sem preocupação em organizar listas “definitivas” ou fechar conclusões; eles revisitam opiniões, rejogam, exploram e mudam foco com facilidade, o que se encaixa melhor em Perceiving (P), como em “Eu sou um completo vagabundo e não zerei metade, preciso me esforçar mais” e na forma aberta como falam de rejogar e descobrir novas coisas em jogos. O conjunto de introversão, pensamento crítico pesado, foco em ideias e estilo solto de exploração intelectual combina mais com INTP do que com tipos mais estruturados como INTJ, já que falta o planejamento rígido e sobra a análise incessante, a crítica de conceitos e a disposição em fuçar detalhes por curiosidade.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Balconista bissexual, crítico de jogos e cinema, fã de Pink Floyd. Já comprei um PS3 só pra jogar MGS4 e o console morreu antes de ligar.– @Marcos_ferrerar

Seu coquetel exclusivo
Burro Formado Negroni Liso é um coquetel forte e direto, igual às opiniões dele sobre games e cultura pop, tipo quando manda um "Demons souls só sendo o mesmo jogo com direção de art cagada... exemplos do que existe de pior na indústria". A cachaça envelhecida representa o cidadão comum brasileiro, balconista que prefere jogo velho barato a lançamento caro, como quando diz "eu vou passar a maior parte do meu ano jogando jogos novos quando existem inúmeros jogos mais antigos... como alguém pode ser tão burro ou desonesto?". O bitter amargo simboliza o ranço com remakes, indústrias e franquias gigantes, em tweets como "Fallout 4 era ultrapassado já na época que lançou" e "Rockstar vive de visual e detalhes inúteis". O guaraná entra pra lembrar que ele também curte zoeira e exagero, presente em coisas como "Vou enfiar a rola no celular quando ele estiver descarregando" e "Eu como dentista, nada mais, eu só comi um dentista uma vez mesmo". O licor de café dá o tom noturno/nerd, de quem maratona RPG, lê Hellboy e rejoga coisa complicada, que aparece em "Tread de Jogos zerados em 2025" e "Ainda bem que wasteland existe...". Por fim, o twist de laranja queimada representa a cicatriz de vida real e o humor autodepreciativo, como em "Um dos dias mais felizes da minha vida foi quando eu levei pontos no lábio superior só pq eu ia ficar com uma cicatriz maneira" e no próprio bio de "balconista bissexual desgraçado".

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais consistente do Marcos é o pensamento analítico e a preocupação com ideias, forma e linguagem – muito típico de Ravenclaw. Ele vive desmontando argumentos rasos e conceitos vagos, como quando rejeita o uso preguiçoso de “datado/envelheceu mal” e defende uma análise mais profunda da obra em si em “'datado' ou 'envelheceu mal' é um papo tão mas tão de preguiçoso, o jogo é o que ele é...” e “Não existe essa de mecânica ou gráfico que 'envelheceu mal', remake só padroniza tudo...”. Ele também pensa a cultura e o país de forma conceitual, refletindo sobre identidade nacional em “Sinceramente, o Brasil não tem 'uma estética'... isso tudo junto com imigração em massa criou uma nação plural demais para isso”, o que mostra interesse em síntese teórica, não só opinião jogada. Várias vezes ele analisa a estrutura de jogos – ritmo, sistemas, mundo aberto versus missões – como em “Esse remake é só artificialmente inchado mesmo... o ritmo morreu” e “Eu amo só estar no mundo aberto de red dead 2... mas as missões são completamente insuportáveis”, o que demonstra um olhar quase crítico-acadêmico. Mesmo quando é agressivo, o foco dele é quase sempre intelectual: criticar anti-intelectualismo em arte em “Anti intelectualismo exuste em qualquer forma de arte mesmo, sempre vai existir alguém que se orgulha de ser um burro do caralho” e diferenciar experiências de mídia (jogo vs livro) em “Disco Elysium... ele é grande e excepcional por ser um jogo, ler um livro não é parecido só pelo jogo ter texto”. Ele até expressa autoconsciência criativa – medo de escrever algo ruim, mas percepção crítica do “debate” atual – em “Eu fico me remoendo por querer criar uma história e ser considerada ruim ou medíocre... e eu percebo que talvez eu possa escrever qualquer merda e ainda vai ter gente para me aplaudir”, o que reforça o perfil de alguém obcecado com qualidade intelectual e crítica, acima de popularidade ou harmonia: bem mais Corvinal do que qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
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Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Marcos_ferrerar
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