
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A persona de @MarinaEmdenabus lembra muito a Lisa Simpson: intelectual, politizada, mas ao mesmo tempo emotiva e dramática. Como a Lisa, elx mistura teoria e militância com naturalidade, comentando psicanálise e interseções com outros saberes em tweets como “detesto psicanalista purista que acha que a psicanálise deve ser intocada por outros campos do saber, como se fosse essa entidade sagrada que pode ser corrompida, vocês querem mesmo é uma igreja”. Também há uma forte sensibilidade política e preocupação com justiça social, visível em “Saúde sexual é um direito e não se garante nenhum outro direito questionando políticas públicas fundamentais e históricas...” e em críticas a racismo, xenofobia e transfobia, como em “esse vagabundo é escancaradamente racista e xenofóbico, né?”. Ao mesmo tempo, elx é autocrítica e meio angustiada, se percebendo como intensa ou “insuportável”, como em “MEU DEUS, EU ACHO QUE EU SOU INSUPORTÁVEL!!! COMO ALGUÉM ME AGUENTA?”, o que lembra o jeito da Lisa de se sentir deslocada e incompreendida. E, como a Lisa fangirl de jazz e literatura, @MarinaEmdenabus é apaixonade por cultura pop, música e cinema, oscilando entre análises sérias e comentários bem-humorados, como em “Eu dando uma estrela pra Dogtooth e cinco estrelas pra M3GAN”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Extroversão (E): Demonstram energia ao interagir e comentar sobre eventos públicos, como em “O BEM VENCEU, PORRA”, revelando entusiasmo em participar de discussões em voz alta. Intuição (N): Frequentemente exploram conceitos abstratos e identitários, como ao problematizar transição versus não lugar em “acho estranho como essa ideia de transição aparece como fundamental...”. Sentimento (F): Julgam situações com base em valores e empatia, evidenciado em “um homem gay comenta isso a partir de uma puta retórica homofóbica...”, defendendo respeito às comunidades. Percepção (P): Mostram postura flexível e espontânea, como em “Na vontade intensa de trancar os estágios... trancar a vida por um tempinho”, revelando oscilação diante de compromissos. Essas características combinadas apontam para um perfil ENFP, envolvido socialmente, orientado a ideias, dirigido por valores e avesso a estruturas rígidas.**

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Psicanálise pop, nb sem lugar fixo e tendência a citar Wittig entre um Marlboro de melancia e uma reclamação sobre sotaque; sobrevivência profissional em curso.– @MarinaEmdenabus

Seu coquetel exclusivo
Cachaça defumada com pimenta rosa traduz a energia incendiária de falas como “vagabunda do caralho, nenhum trumpista transfóbico vai escutar a bosta da tua música”, mantendo o copo forte e direto. O licor de vinho do Porto infusionado em botânica sacra celebra a vibe mística de “eu sinto que a minha virada católica se aproxima cada vez mais, o erotismo no catolicismo é meio que a coisa mais linda do mundo”. O shrub de framboesa com balsâmico simboliza o agridoce das desilusões afetivas de “vontade de mandar ele se foder... tô cansada disso”. O twist de limão-siciliano flambado evoca a atitude culta e ácida de “detesto psicanalista purista... vocês querem mesmo é uma igreja”, fechando com aroma experimental que combina com a persona nb que recusa rótulos.

Sua Casa de Hogwarts
A veia combativa e destemida dela transparece quando confronta diretamente atitudes transfóbicas e homofóbicas, como em “vagabunda do caralho, nenhum trumpista transfóbico vai escutar a bosta da tua música morna não...”, demonstrando coragem em enfrentar preconceitos de frente. Ela também exibe impulsividade indignada típica de Gryffindor ao denunciar injustiças na cultura pop e reality shows, como em “larguei mão real... chama jordann de gordann... e o pior de tudo, não admite nada”, mostrando que se posiciona sem medo. Além disso, seu discurso inflamado contra setores conservadores em “a vagabunda da dona maria é o mal de todo o mundo... eu sou a favor de mandar ela tomar no cu” reforça a persona que prefere agir com ousadia para defender valores. A constância dessa postura combativa sugere que o traço central é a bravura em enfrentar conflitos, núcleo da casa Gryffindor.

Seu filme

Sua música
Vogue espelha o lado dramático e iconoclasta de Marina, que se deslumbra com shows grandiosos e referências pop — veja o entusiasmo em “Literalmente o maior show da história, como pode uma mulher tão filha da puta ser tão genial?” e o desejo de homenagens em “Nossa, ela podia fazer uma homenagem à Sophie nessa parte de Bitch I’m Madonna”. A música celebra corpos dissidentes e o glamour queer, alinhado às defesas dela contra homofobia e transfobia em “vagabunda do caralho, nenhum trumpista transfóbico vai escutar a bosta da tua música morna não…” e “porque a única diferença na socialização de crianças gênero dissidente é o grupinho de amigos, né, sua anta?”. O tom sarcástico e combativo da canção também se harmoniza com os ataques bem-humorados dela a normas culturais, como em “eu acho muito cômico que essa ideia de sotaque gay só é tão destacada porque vocês desconsideram completamente o sotaque hétero…”, reforçando que Vogue acompanha tanto o glamour quanto a acidez com que ela navega a cultura.*

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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MarinaEmdenabus
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