
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Vic parece mais com a Lisa Simpson: inteligente, autocrítica e sempre atolada em estudo, mas ainda assim muito emotiva e dramática. Ela fala várias vezes sobre a pressão acadêmica e o sentimento de ser "burra" em medicina, como em “preciso que alguem me diga que nn sou burra e que consigo passar em imuno” e “mds queria tanto q essa faculdade acabasse”, o que lembra o perfeccionismo ansioso da Lisa. Ao mesmo tempo, demonstra grande sensibilidade emocional e choro fácil, como em “chorando mais esses dias doq eu chorava durante a época de enem” e “desidratei de chorar com um dorama…”. Ela também tem um senso crítico e observador sobre sociedade, mídia e pessoas, como em “odeio q tudo na faculdade eles dão um jeito de botar em grupo” e “estou fascinada com a insalubridade de a fazenda”, que combinam com o olhar questionador da Lisa. Mesmo reclamando da vida acadêmica e do cansaço — “td os dias uma batalha espiritual entre ir pra faculdade ou continuar dormindo” — ela segue dedicada, sensível e com um humor irônico, bem no estilo Lisa adulta brasileira em faculdade de medicina.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais E do que I: falam de interações constantes, festas e eventos sociais, como em “minha amg me chamou pra uma festa de influencer q eu nn ia precisar pagar nada e eu nn fui pra estudar, agr to madrugando olhando pro notebook…” e “meu amg querido q faz questão tds os dias de me odiar em voz alta”, além de comentar muito sobre amigos, tretas de turma e intermed, o que sugere energia voltada para o mundo externo. A preferência por N aparece na forma como viaja em ideias, metáforas e reflexões subjetivas, por exemplo em “amizade era testemunhar o lento gotejar de tristeza, as longas crises de tédio e os triunfos ocasionais do outro” e nas análises de filmes e realities (“a imagem e trilha sonora lindas… o filme é meio raso e óbvio”). A dimensão F é forte: as decisões e reclamações giram em torno de sentimentos, relações e empatia, como em “preciso que alguem me diga que nn sou burra e que consigo passar em imuno”, no drama afetivo de “sofrendo pateticamente” com o amigo consolando (“ontem eu sofrendo pateticamente… e o paulo assim vendo tudo”) e na exaustão emocional com a faculdade (“mds queria tanto q essa faculdade acabasse”). Em vez de ser muito estruturada, ela parece P: vive improvisando, reclamando de caos e deixando as coisas fluírem, como em “me deu vontade de ir pro baile da uerj nos 45 do segundo tempo”, “deu a doida e vim pra casa , então vou tomar banho de piscina, andar pelada pela casa e estudar imuno” e na eterna luta contra prazos, provas e organização (“td os dias uma batalha espiritual entre ir pra faculdade ou continuar dormindo”). O conjunto de um humor caótico, emocional, sociável e cheio de vontade de experimentar coisas novas, misturado com crises existenciais e muita sensibilidade, combina bem com o perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Estudante de Medicina na UNIRIO | vive entre plantões de imuno, reality show trash e crises existenciais às 3h | já chorou por feijão na semana de provas– @marino_vicvic

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte, mas doce no fundo, igual você encarando imuno e querendo trancar o curso enquanto continua indo em baile e intermed, tipo em “gente acabei de me decidir! vou trancar a faculdade” e “finalmente minha maior preocupação do momento é tentar não beber metanol pelos próximos dias”. A cachaça envelhecida representa a resistência universitária e as madrugadas estudando em vez de rebolar, como em “enquanto podia estar rebolando”. O licor de amora é o lado dramático-romântico que chora em dorama e em dia ruim, lembrando “desidratei de chorar com um dorama” e “chorando mais esses dias doq eu chorava durante a época de enem”. O maracujá entra pra equilibrar a ansiedade com um pouco de calma, tipo quando você tenta “resetar o cérebro” em “vou resetar meu cérebro pra esse semestre”. A espuma de gengibre com pimenta é a língua afiada e a ironia que comenta reality show e faculdade, como em “achei meio infantil a atitude do pessoal do masterchef” e “odeio q tudo na faculdade eles dão um jeito de botar em grupo”. O glitter roxo na borda é a estética intermed/baile da UERJ, seu lado “mundinho…” fã, show, funk e rap nacional, em vibes de “me deu vontade de ir pro baile da uerj” e “nn sei oq seria da minha personalidade sem as mulheres do rap nacional”.

Sua Casa de Hogwarts
Vic parece ser, acima de tudo, alguém muito ligado a afeto, amizade e à vida cotidiana compartilhada, o que é bem característico de Hufflepuff. Ela descreve a própria concepção de amizade de forma muito calorosa e observadora em “amizade era testemunhar o lento gotejar de tristeza, as longas crises de tédio e os triunfos ocasionais do outro”, mostrando um valor profundo em estar presente para os outros, mesmo nas partes menos glamourosas da vida. Também celebra vínculos com amigos e colegas, como quando fala do amigo que a "odeia" em tom carinhoso em “meu amg querido q faz questão tds os dias de me odiar em voz alta” e do colega que é o sonho da mãe em “tenho um colega que é o sonho da minha mãe eu namorar ele [...] ‘eu vou orar por vcs’”, revelando senso de humor, lealdade e afeto nas relações. Mesmo exausta de Medicina, ela segue insistindo na luta com a faculdade, pedindo incentivo em “preciso que alguem me diga que nn sou burra e que consigo passar em imuno” e lidando com provas, intermed e rotina pesada, o que aponta para perseverança e disposição para o trabalho duro típicos de Hufflepuff. Apesar de ter momentos de vontade de desistir, como em “gente acabei de me decidir! vou trancar a faculdade”, o padrão geral é de resiliência, autoironia e foco em pessoas e experiências compartilhadas, mais do que ambição individual ou heroísmo, encaixando melhor em Hufflepuff do que nas outras casas.

Seu filme

Sua música
A melhor música para a Vic é Cachorrada, do Leall, porque ela mesma associa diretamente o próprio humor e bem-estar a esse som: “no final eu não estava triste eu só precisava escutar o leall cantando cachorrada ao vivo”. A letra fala de vivência de rua, baile e intensidade emocional, o que combina com o amor dela por rolês como o baile da UERJ: “me deu vontade de ir pro baile da uerj nos 45 do segundo tempo” e com a vibe de quem tá sempre entre estudar e viver a vida: “minha amg me chamou pra uma festa de influencer ... enquanto podia estar rebolando”. A música também tem essa energia de resistência e sobrevivência ao caos, que encaixa bem na rotina de estudante de medicina exausta e dramática dela, como em “mds queria tanto q essa faculdade acabasse” e “td os dias uma batalha espiritual entre ir pra faculdade ou continuar dormindo”. No fim, Cachorrada representa bem essa mistura de sofrimento acadêmico, humor e amor pelos bailes e pelo rap nacional que aparece em vários tweets dela, incluindo quando diz que “nn sei oq seria da minha personalidade sem as mulheres do rap nacional”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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marino_vicvic
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