
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Kerubi lembra muito a Lisa Simpson: é claramente nerd de exatas/biológicas, engajado com estudo e ensino, vive falando de faculdade, PIBID e ENADE, como em “Faculdade e o pibid me fizeram desenvolver um gosto muito grande por conversar, tagarelo demais as vezes” e “Sobre esse assunto de Enade e coisas do tipo, eu acho muito engraçado a diferença das notas do exame anterior entre biologia bacharel e a licenciatura KKKKKK”. Assim como a Lisa, ele mistura intelectualidade e paixão por temas específicos (no caso, Digimon, biologia e paleonto), reclamando com veemência quando vê besteira, como em “Tomanocu, a gente ESTUDA pra fazer reconstruções próximas a realidade, parem de falar merda!”. Também tem um lado emotivo e ansioso, se sentindo deslocado e sobrecarregado em casa e na vida, como em “Não tem nada no momento q eu queira mais doq sair daqui” e “Será q mereço um ambiente tão miserável quanto esse? Plmds”, muito parecido com o jeito que a Lisa sofre por ser “a cabeça” da família num ambiente caótico. Ao mesmo tempo, mantém humor ácido e autodepreciativo, usando piada até pra falar de coisa séria, por exemplo em “Vou me matar hoje meia noite.” e “Hj pedia um suicídio hein”, o que lembra a forma como a Lisa usa ironia e sarcasmo pra lidar com frustração. No geral, é alguém muito inteligente, sensível, crítico, com laivos de militância e várias crises existenciais – o pacote completo de Lisa Simpson, só que versão biologia/Digimon no interior do Brasil.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais voltados para o mundo externo do que reservados, comentando constantemente sobre interações, faculdade e querendo conversar, como em “Faculdade e o pibid me fizeram desenvolver um gosto muito grande por conversar, tagarelo demais as vezes” e até cogitando dar aulas online em “Como começar a dar aula online pesquisar”, sugerindo Extroversão (E). O foco em possibilidades, teorias e interpretações, como em discussões de Digimon, biologia e narrativas de séries – por exemplo “Um chute inocente, perto da reta final esses bebês vão digievoluir [...] demonstrando q a ligação de sapotama e digimons eh puramente artificial, projetada intencionalmente pela empresa dos sapotama!” – aponta para Intuição (N) mais do que simples relato factual. A forma como reage é intensamente afetiva, valorizando relações, injustiças e bem‑estar emocional, seja na raiva com pessoas próximas (“Caba mais fudido financeiramente q sla oq e ainda quer comprar porra de ozempic/mounjaro, BROTHER VAMOS PRIORIZAR COISAS MELHOR???”) ou no carinho por professor e amigos de Pibid (“Ele mudou 🙏🙏 Professor melhor na unioeste não existe!!”), o que é típico de Feeling (F). A vida deles parece caótica, impulsiva e pouco estruturada, falando de perder edital, esquecer tarefas importantes (“Tinha q fazer alguma coisa muito importante antes de dormir e não consigo lembrar oq era, ódio.”) e lidar com situações em cima da hora, o que combina com Perceiving (P). No conjunto, o padrão é de alguém expansivo, emocionalmente expressivo, cheio de interesses e teorias, mas pouco organizado e muito reativo ao momento, o que se encaixa melhor em ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
20 • Paraná • biólogo em formação apaixonado por fósseis, Digimon e gatos. Uma vez perdi uma bolsa por prazo e ainda tô reclamando até hoje.– @markerubi_

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida forte porque a vida não tem pegado leve com ele, entre desemprego e caos familiar, como em “Tô desempregado real oficial” e “Será q mereço um ambiente tão miserável quanto esse? Plmds”. O licor de frutas vermelhas entra doce e gay, representando o biológo viado tagarela que ama Digimon, congressos e fofoca, tipo em “faço boiologia ~paleontologia” e “Faculdade e o pibid me fizeram desenvolver um gosto muito grande por conversar, tagarelo demais as vezes”. O suco de maracujá é o pedido constante de paz e descanso no meio da bagunça, como em “Queria um dia de silêncio sabe” e “Eu nunca consigo ter férias de verdade nesse lugar, eu só queria poder descansar a cabeça”. O xarope de gengibre traz a acidez debochada e o humor mordaz das replies, visível em “Tomanocu, a gente ESTUDA pra fazer reconstruções próximas a realidade, parem de falar merda!” e “Caba mais fudido financeiramente q sla oq e ainda quer comprar porra de ozempic/mounjaro”. Por fim, a espuma cítrica cobre tudo como uma camada bonitinha por cima do surto, igual aos momentos de carinho, nerdice e autozoação, tipo em “2 pessoas me chamaram de trem lindo” e nos surtos digimonzeiros como “Digimon beatbreak eh incrível, e o gekkomon eh um dos maiores acertos da franquia em anos!!”. Esse sour é forte, agridoce e um pouco caótico, mas no fim das contas, dá vontade de repetir — igual acompanhar a TL do Kerubi.

Sua Casa de Hogwarts
Kerubi demonstra um gosto muito forte por conhecimento formal e estudo, típico de Corvinal. Ele comenta com clareza e interesse sobre temas acadêmicos e científicos, como quando fala de sistemática e filogenia em Pokémon em tom quase profissional: “Pensando aqui em como os sistematas filogenéticos de pokémon devem ter um trabalho FUDIDO” e defende o rigor em reconstruções científicas: “Tomanocu, a gente ESTUDA pra fazer reconstruções próximas a realidade, parem de falar merda!”. Também revela envolvimento intenso com faculdade e programas como PIBID, e reflexão sobre avaliações como o Enade: “Sobre esse assunto de Enade e coisas do tipo, eu acho muito engraçado a diferença das notas do exame anterior entre biologia bacharel e a licenciatura KKKKKK”, o que sugere alguém que pensa o sistema educacional e não só "sobrevive" a ele. Seu jeito de analisar narrativas e franquias (Digimon, filmes, séries), como em “Um chute inocente, perto da reta final esses bebês vão digievoluir [...] demonstrando q a ligação de sapotama e digimons eh puramente artificial, projetada intencionalmente pela empresa dos sapotama!” mostra leitura crítica, conectando pistas e propondo teorias. Mesmo nos desabafos, o tom é muito reflexivo, irônico e cheio de observações detalhadas sobre comportamento alheio, mídia e política, o que combina mais com a mente analítica e questionadora de um corvino do que com o impulso típico da Grifinória ou a ambição de Sonserina.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina bem com o Kerubi é thank u, next, da Ariana Grande, porque mistura caos emocional, humor ácido e uma vontade teimosa de seguir em frente. Ele fala abertamente de sofrimento e exaustão, como em “Vou me matar hoje meia noite.” e “Não tem nada no momento q eu queira mais doq sair daqui”, mas nunca perde o tom irônico e debochado, do tipo que transforma desgraça em piada. Ao mesmo tempo, ele demonstra um certo romantismo frustrado, querendo afeto e companhia em tweets como “Queria um homem” e lidando com mágoas, como em “Um pouco de raiva q eu ainda queira estar homem q nem fala mais nada”. A música fala de aprender com as relações e usar o trauma como combustível para crescer, o que ecoa o jeito que ele encara os próprios perrengues de faculdade, saúde e grana, como em “Esse ano por mais cheio q de coisas q ele fosse, tinha tudo pra ser ótimo, e me vem uma dessa zzz” e “Tô desempregado real oficial”. No fim, o equilíbrio entre vulnerabilidade, drama e autodeboche dessa música combina com alguém que, mesmo exausto, ainda está sempre comentando, rindo e tentando sobreviver ao caos diário.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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