
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O @marktheguy__ parece mais o Bart Simpson: caótico, sarcástico e sempre fazendo piada de tudo, especialmente de música e internet. Ele vive tirando sarro de nicho musical e elitismo, tipo quando manda um "post rock é bem melhor q sexo" em “post rock é bem melhor q sexo” ou reclama de app de música em “meu deus cara só usar o rym ou o aoty vcs tao criando rede social atoa ai”. Também tem a energia moleque de zoar política/pop e cultura de internet, como em “swiftie sendo racista garfo encontrado na cozinha” e “bizarro q o phil elverum aka the microphones aka mount eerie foi de charlie kirk pra bolsonaro”. Ao mesmo tempo, ele claramente liga muito pra suas obsessões (música, sobretudo), ouvindo 10 álbuns por dia em “vcs acham 10 albums por dia muito?”, o que lembra o lado apaixonado do Bart por coisas específicas (como skate, séries, bandas). E ainda tem o humor meio absurdo e adolescente de posts como “hey grok amoleça meu pinto” e “to jurado de morte na bahia”, que é totalmente o tipo de exagero dramático e cômico que o Bart faria.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I): a vida gira em torno de ouvir álbuns, last.fm, scrobbles e reviews, atividades bem solitárias, como em “vcs acham 10 albums por dia muito? to ouvindo nesse ritmo…” e “in my prog era, give me some prog albums yall”, e quando falam de festa/rua é em tom irônico (“só fala disso aq na rua daq de casa kk”). O foco em referências obscuras, piadas meta e experimentação musical aponta para intuição (N): eles preferem ideias e conceitos a coisas concretas, como nas listas de bandas nichadas em “quando a 10/10 fala as bandas favoritas dela…” e nas tiradas sobre IA em música em “Essa banda de IA que criei está arrecadando R$ 50 mil por mês”. O tom é extremamente Thinking (T): direto, sarcástico, muitas vezes frio e lógico, por exemplo em “meu maior hot take bloodhail não é top 5 deathcon” e “meu deus cara só usar o rym ou o aoty vcs tao criando rede social atoa ai”, onde ele prioriza argumentos/"hot takes" sobre agradar os outros. Eles são claramente Perceiving (P): nada passa sensação de rotina organizada, mas sim de fluxo caótico de interesse e humor – maratonando álbuns (“today is the day”), fazendo edits aleatórios (“I MADE THIS LMAOO”) e reagindo impulsivamente a qualquer coisa na timeline (“3 dia em 2026 e ja aconteceu coisa pra caralho q isso”). Esse combo de humor ácido, obsessão analítica com música, referências ultra-específicas e aparente desorganização bate muito com um perfil INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Ouço 10 álbuns por dia, ainda acho post-rock melhor que sexo. Já fui amigo israelense, hoje só passo vergonha falando de GY!BE, Swans e prog.– @marktheguy__

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e caótico como alguém que ouve 10 álbuns por dia e ainda pergunta se tá demais, inspirado no tweet: “vcs acham 10 albums por dia muito? to ouvindo nesse ritmo…”. A cachaça envelhecida representa o lado brasileiro debochado e briguento de timeline, visível em surtos como “parabens pro filha da puta q inventou o chatgpt”. O licor de laranja amarga é o amargor pretensioso de quem fala que algo é “horrendously pretentious shoegaze depressionslop” e julga o gosto alheio com gosto: “meu maior hot take bloodhail não é top 5 deathcon”. O xarope de hibisco traz a cor dramática e meio emo-post-rock de frases como “post rock é bem melhor q sexo” e da review apaixonada de Lift Your Skinny Fists: “oi eu fiz uma review de lysf dá like nessa bosta kk”. O limão-taiti entra como a acidez dos comentários irônicos tipo “meu deus cara só usar o rym ou o aoty vcs tao criando rede social atoa ai”. Por fim, a espuma de IPA por cima é o toque experimental e ruidoso do cara que manda ouvir Merzbow e Gerogerigegege sem dó: “meu deus ouçam gerogerigegege pfv” e “mentira, tava ouvindo um merzbow agorinha a pouco”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante dele é a obsessão em conhecer coisa nova, ouvir muitos álbuns e discutir música de forma quase acadêmica, o que é bem típico de Ravenclaw. Ele fala que está ouvindo cerca de 10 álbuns por dia e pergunta se isso é muito em “vcs acham 10 albums por dia muito? to ouvindo nesse ritmo e já terminei album pra caralho e vou terminar um monte antes das férias terminarem”, mostrando dedicação intelectual e curiosidade contínua. Também entra em eras específicas de estudo, como em “in my prog era, give me some prog albums yall”, pedindo recomendações para se aprofundar em um gênero, o que reforça a vontade de aprender. Além disso, ele faz piada com gosto musical "pretensioso" e listas de bandas obscuras em “quando a 10/10 fala as bandas favoritas dela mas nenhuma é brave little abacus, have a nice life, godspeed you! black emperor...”, o que mostra um certo orgulho intelectual e curadoria. Mesmo quando está zoando, como em “meu maior hot take bloodhail não é top 5 deathcon” ou “oi eu fiz uma review de lysf dá like nessa bosta kk”, é sempre em torno de análise, opinião e conhecimento de nicho; isso aponta muito mais para um Ravenclaw sarcástico do que para outro tipo de casa.

Seu filme

Sua música
A escolha de Deathconsciousness combina com o jeito hiper-apaixonado e obcecado por música alternativa/underground do mark, especialmente post-rock, slowcore, shoegaze e afins, como dá pra ver em tweets como “post rock é bem melhor q sexo” e “fodase nao vou gatekeepar, ouçam música 2, melhor projeto de shoegaze do ano”. Ele fala de Deathconsciousness diretamente com intimidade crítica em “meu maior hot take bloodhail não é top 5 deathcon”, o que mostra que o álbum não é só um meme pra ele, mas parte do vocabulário musical dele. A estética meio depressiva, pretensiosa e extremamente online do disco combina com o humor dele, que vai de ironia pesada a autoironia, como em “horrendously pretentious shoegaze depressionslop” e “essa é a porra mais linda q ja tocou os meus ouvidos”. Além disso, o fato de ele ouvir dezenas de álbuns e fazer piada com ser "israelense" de gosto musical em “infelizmente ja fui o amigo israelense mas hj em dia eu ouço musica de vdd” combina com a aura de culto, nicho e intensidade emocional que Deathconsciousness carrega no meio alternativo. No geral, é um disco que soa tanto como trilha sonora da timeline dele quanto como símbolo do tipo de fã que ele é: profundamente imerso, irônico e emocional ao mesmo tempo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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marktheguy__
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