
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Gabriel lembra bastante a Lisa Simpson: é intelectualizado, sensível e vive misturando cultura pop, política e introspecção existencial. Ele faz comentários políticos e sociais com certa lucidez e ironia, como em “Esquerda nn devia ficar feliz assim tão rapidamente com esse lance do Flávio Bolsonaro. Se pá essa candidatura só ajuda a fortalecer o nome do Tarcísio.” e “Imagina ser chileno e sair de casa pra votar num extremista filho de nazistas pra presidente...”, algo muito na linha do engajamento crítico da Lisa. Ao mesmo tempo, ele é dramaticamente sensível e poético, citando músicas e escrevendo textos melancólicos, como em “O marciano encontrou me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana.” e “Os fins de ano e a promessa de falsas conclusões e os novos anos com a de falsos recomeços.”. Também há um lado nerd/artístico forte, falando de Twin Peaks, Bowie e cinema: “Minha confissão a vocês: não entendi o último episódio de twin peaks.” e “The Idiot do Iggy Pop é um dos meus discos favoritos do David Bowie.”, o que combina com o gosto requintado da Lisa por jazz e arte. Por fim, ele vive em crise existencial, mas com humor autodepreciativo – como em “Eu ando mais confuso que o Confúcio reencarnado.” – o que se aproxima do jeito da Lisa de se sentir deslocada e pensar demais sobre tudo.

Seu tipo de personalidade MBTI
A conta parece mais voltada para um mundo interno do que para exposição social: ele fala de solidão, introspecção e sensação de "ano enorme nada" em vez de rolês, como em "Este ano tem sido um enorme nada. A coisa mais significativa que fiz foi reabrir a minha mão...", o que sugere I. O foco é fortemente simbólico, poético e conceitual – cita letras, faz micro‑contos e metáforas como "O marciano encontrou me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana..." e "Ajoelhou se aos pés da cama e implorou pelo perdão... Os fins de ano e a promessa de falsas conclusões...", típico de N. Ele valoriza intensamente sentimentos, autenticidade e injustiças subjetivas – vide "quero injustiça", a revolta com ignorância em "Sim meu chapa, quase perdi a mão de tanto que fiquei teclando... Santa ignorância." e as referências melancólicas em "Eu choro tanto, me escondo... tento suicídio...", o que puxa para F. A linha do tempo mostra vida meio caótica, autoironia sobre desistir e pouca ênfase em planejamento rígido – "eu gosto de desistir quando estou prestes a vencer!!" e o jeito espontâneo com que muda de tema (peteca, política, cinema, música) parecem bem P. Combinando introversão, imaginação abstrata, intensidade emocional e improviso, o MBTI que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Cinéfilo, palmeirense e sobrevivente de punho remendado. Entre Bowie, Twin Peaks e ENEM, sigo tentando entender o Chile e a cartilagem.– @Marnyco

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte porém irônico, como alguém que descreve um ano inteiro dizendo que foi sobre exploração e adaptação em “Se me pedissem para descrever os últimos anos com uma palavra, diria que 2024 foi um ano sobre exploração e 2025 sobre adaptação.”. A cachaça envelhecida é o lado brasileiro, irônico e debochado de quem solta pérolas tipo “Olha, eu acho que, no ritmo que as coisas estão indo, este ano só vai acabar lá pra dezembro.”. O licor de laranja amarga representa o humor azedinho, meio ranzinza, que aparece em “Olha, se eu escutar de mais alguém que fiquei doente por mexer no celular ou no computador eu vou enlouquecer.” e no desejo nada zen de “quero injustiça”. O hibisco vermelho é o drama romântico e emotivo de versos como “Ainda quero morrer de amor” e o coração partido de “And I still can see blue velvet through my tears.”. O limão siciliano entra como acidez lúcida, de quem comenta política e mundo com um pé na análise e outro na piada, como em “Esquerda nn devia ficar feliz assim tão rapidamente com esse lance do Flávio Bolsonaro.”. Por fim, a espuma de gengibre com carvão ativado é o lado sombrio, cult e um pouco lynchiano de referências como “Minha confissão a vocês: não entendi o último episódio de twin peaks.” e a melancolia poética de “There's a long goodbye And it happens everyday.”, coroando um coquetel intenso, sarcástico e bonito de ver – igual à timeline dele.

Sua Casa de Hogwarts
Os tweets do Gabriel mostram um interesse constante por ideias, arte e reflexão abstrata, o que é muito característico de Corvinal. Ele faz comentários analíticos e irônicos sobre filmes, como em “Honestamente esse filme é tão ruim que daria até pra ver num smartwatch sem muito prejuízo. Mas admito que existe uma certa ironia em assistir numa telinha de avião um negócio que foi filmado com câmeras IMAX 70mm.”, demonstrando atenção a linguagem, forma e contexto. Há também várias citações longas de músicas, literatura ou textos poéticos, como em “Vivo grudada em ti, gerando a pedra em meu ventre de ostra. Conservas o fulgor do nosso ódio estreitando a velha concha... Amigo inseparável, eu sou teu acaso e por acaso tu és minha sina, somos sorte e azar, eu sou tua relíquia, tu és minha ruína.” e “Eu estou entrando em um momento bem chinês na minha vida.”, o que indica gosto por referências culturais e metáforas. Ele também reflete sobre a própria trajetória e o tempo de forma quase ensaística, como em “Se me pedissem para descrever os últimos anos com uma palavra, diria que 2024 foi um ano sobre exploração e 2025 sobre adaptação.”, mostrando pensamento estruturado e introspectivo. Mesmo quando fala de estudo ou vestibular, o tom é mais de observação inteligente e humorística do que de ambição pura ou heroísmo, por exemplo em “Calma, calma. Em breve vem algum textao meu (ou textinho, se pá). A intenção é só não deixar passar batido msm.”, o que reforça a imagem de alguém cerebral, criativo e irônico – o perfil clássico de um corvino.

Seu filme

Sua música
A música que mais combina com o Gabriel é Wild Is The Wind do David Bowie, que ele mesmo cita em um de seus tweets: “Let the wind blow through your heart / For wild is the wind / Wild is the wind”. Vários posts mostram uma mistura de ironia, melancolia e intensidade emocional que dialoga com o clima dramático e romântico da canção, como quando ele escreve “Ainda quero morrer de amor / Ao menos leve uma certeza / Você me deixa doído / Mas só não me deixará doido / Porque isso sou, isso já sou”. Ao mesmo tempo, ele vive citando letras cheias de tensão afetiva e existencial, como “I surrender” e “You're such a wonderful person / But you got problems / I'll never touch you”, o que se alinha com o amor turbulento e quase desesperado de Wild Is The Wind. A obsessão com Bowie e sua órbita aparece também em posts como “Sometimes you get so lonely / Sometimes you get nowhere [...] Please be mine / Share my life / Stay with me / Be my wife” e “The Idiot do Iggy Pop é um dos meus discos favoritos do David Bowie”, reforçando que esse universo sonoro é central na forma como ele pensa sentimentos e narrativa. Por fim, o tom de exploração emocional e adaptação que ele atribui à própria vida em “Se me pedissem para descrever os últimos anos com uma palavra, diria que 2024 foi um ano sobre exploração e 2025 sobre adaptação” combina com o vento selvagem da música — algo que muda tudo, mas nunca se deixa capturar totalmente.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Marnyco
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