
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é Lisa Simpson: intelectual, obcecada por arte e música estranha, politicamente engajada e ao mesmo tempo deprimida e misantrópica. Assim como a Lisa que ouve jazz free e se sente deslocada, @marxbow vive em nicho cult de música experimental e extrema, falando de Swans, Merzbow, Glenn Branca e noise em geral, como em “quando eu vejo a semaninha de vcs eu so penso em uma coisa: e o merzbow? boredoms? e o coil? cade o gerogerigegege?”. Há também um lado hipersensível e autoconsciente, tipo Lisa se chamando de “estranha”, em posts como “o pior de tudo é que eu sou uma ovelhinha muito fofa com o pelo muito macio e caracolado mas ninguem liga” e “nao binarie que ninguem quer passando”. O discurso anti-antiintelectualismo e político lembra muito o moralismo meio desesperado da Lisa, como em “oq eu mais venho vendo de maneira ate trágica é o quanto muita gente queer propaga um implicito anti intelectualismo…”. Ao mesmo tempo, há misantropia e raiva canalizadas em arte pesada e frases como “eu amo misantropia”, que encaixam com a Lisa mais velha, cínica e desiludida. No conjunto, é o arquétipo Lisa: prodígio cultural, ansiosa, politizada, deprimida, tentando ser ética em um mundo de "slop" e "mid".

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro do que para fora: falam muito de experiências internas e de solidão emotiva, como em “sometimes i hurt myself sometimes i hate myself” e “i need love”, apesar de terem vida social e rolês, o que aponta para I mais do que para E. O foco em letras, poesia e significados, em vez de pura descrição factual, sugere forte N: eles citam frases existenciais e metafóricas como “theres no end theres no glory theres a slow resounding story” e “my heart whispers in forms that twenty years of reason and cognition have rendered useless”. A forma como se posicionam é muito afetiva, baseada em valores e empatia (ou misantropia sentida), mais do que em análise fria: por exemplo, na defesa de pautas queer e crítica a “anti intelectualismo” em “oq eu mais venho vendo de maneira ate trágica é o quanto muita gente queer propaga um implicito anti intelectualismo”, e no desabafo corporal “mae, meu corpo me enoja”, o que indica F ao invés de T. Por fim, a timeline mostra espontaneidade e fluxo, pouca estruturação ou planejamento; eles saltam entre piada, auto‑ódio, crítica musical e filosofar, como em “as vezes a melhor semaninha da sua timeline é do twink nb de curitiba cic” e “so scrobbladinha de leve scrobbladinha de leve nessas filha da puuuta”, o que é típico de P mais do que de J. Conjuntando: introspectivo, altamente imaginativo e abstrato, guiado por valores e emoções intensas, e bem pouco estruturado – o perfil bate melhor com INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Crítico de discos improváveis. Já perdi um .flac por ser grande demais e uma TV por ser boa demais. Curitiba, café frio e fones de ouvido.– @marxbow

Seu coquetel exclusivo
Esse coquetel é forte e misantrópico na base, então começa com cachaça envelhecida, porque nada mais adequado pra quem posta coisas como “misanthropic power electronics” e “eu amo misantropia”. O licor de café amargo entra pra representar as madrugadas de ódio, insônia e autoflagelo emocional de tweets tipo “sometimes i hurt myself sometimes i hate myself” e “SPITE SPITE ALONE HOLDS ME ALOFT”. Pra não virar só rancor líquido, tem xarope de lavanda, que é a parte ovelhinha fofa, carinhosa e sensível de “eu sou uma ovelhinha muito fofa com o pelo muito macio e caracolado mas ninguem liga” e do desejo explícito de afeto em “i need love”. O suco de limão siciliano traz a acidez necessária pra alguém que chama bandas de lixo e discute gosto musical à base de pancada, como em “orchid é um lixo nunca vi banda pior na minha vida” e nas eternas tretas de semaninha tipo “quando eu vejo a semaninha de vcs eu so penso em uma coisa: e o merzbow? boredoms? e o coil? cade o gerogerigegege?”. Por cima, uma espuma de gengibre com glitter comestível roxo representa o drama teatral e o exagero poético de letras que vivem na cabeça dele, como “theres no end theres no glory theres a slow resounding story theres no place to feel certain theres nobody waiting for me” e a energia absurda de “I DONT DIE I DONT DIE I DONT DIE I DONT DIE I DONT DIE”, além do toque goontástico e autoirônico de “a quick goon before the eternal worm devours connecticut”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante do @marxbow é uma curiosidade quase obsessiva e um amor por entender coisas a fundo, típico de Ravenclaw. Eles falam de gêneros, descritores e crítica de forma analítica em tweets como “generos do rym e descritores” e cobram dos outros um tipo de escuta mais ampla e informada em “quando eu vejo a semaninha de vcs eu so penso em uma coisa: e o merzbow? boredoms? e o coil? cade o gerogerigege?”. Há também um gosto claro por referências cult, poesia e citações longas em “screamo songs will be the most uncomprehensible shit you ever heard and at the same time actually be hard hitting poetry” e “my heart whispers in forms that twenty years of reason and cognition have rendered useless”, o que demonstra valorização de linguagem, conceito e ambiguidade. Mesmo quando fala de política ou comunidade queer, faz isso em termos de anti-intelectualismo e reflexão crítica em “oq eu mais venho vendo de maneira ate trágica é o quanto muita gente queer propaga um implicito anti intelectualismo qnd se trata ate mesmo da propria sexualidade”, o que é bem Ravenclaw: defender a importância de pensar. Eles têm sarcasmo e acidez, mas não aparecem traços fortes de ambição calculista de Sonserina, nem o heroísmo impulsivo de Grifinória, nem a centralidade da lealdade e gentileza típica de Lufa-Lufa; o eixo principal é curiosidade estética, análise e gosto por ideias complexas.

Seu filme

Sua música
A canção Bloodhail combina o clima depressivo, misantrópico e ainda assim grandioso que aparece o tempo todo no perfil de @marxbow. Eles agradecem diretamente a banda por moldar esse universo emocional, em tweets como "obrigado have a nice life por ter inventado a depressao e carissas wierd por ter inventado o suicidio", o que já encaixa perfeitamente com a temática de autodepreciação e desespero da música. Há um fascínio constante por misantropia e isolamento, como em "eu amo misantropia" e "sometimes i hurt myself sometimes i hate myself", que dialoga diretamente com o sentimento de niilismo e desesperança de Bloodhail. Ao mesmo tempo, eles têm uma relação intensa com letras tristes e catárticas – vide "theres no end theres no glory theres a slow resounding story theres no place to feel certain theres nobody waiting for me" – muito na linha do crescendo emocional da música. Essa mistura de dor íntima, autoparódia, estetização da tristeza e peso existencial faz de Bloodhail a trilha sonora mais adequada para o jeito que @marxbow se expressa online.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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marxbow
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