
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil combina mais com a Lisa Simpson: intelectual, politicamente engajada, de esquerda e autoconsciente das próprias crises existenciais. Ele está em Ciências Sociais na USP e vive citando Marx e teoria crítica, como quando comenta sobre a centralidade do trabalho e a alienação em “Marx falando da filosofia que a economia política [...] tudo se transforma num estranhamento para o dinheiro”, o que lembra o jeito da Lisa de usar teoria para ler o mundo. A indignação estrutural com capitalismo e Estado aparece em tweets como “350 anos de capitalismo e eu nunca vi um sem estado” e “Eu quero que a constituição se foda, companheira.”, semelhante à postura crítica da Lisa contra instituições injustas. Ao mesmo tempo, ele tem crises de ânimo intelectual em “Sempre tenho períodos de alta e baixa intelectual [...] é horrível”, o que ecoa a melancolia e o sentimento de inadequação da Lisa. A diferença é que, ao contrário da suavidade dela, ele expressa tudo isso com um sarcasmo e palavreado muito mais agressivos, quase como se fosse a Lisa se tivesse crescido na periferia de São Paulo com Twitter liberado para xingar geral.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles mostram mais traços de introversão (I) do que de extroversão: valorizam estudo, reflexão e atividades solitárias como ler e ver documentários, por exemplo quando falam de períodos de alta/baixa intelectual e de ler Sartre com a gata: “Sempre tenho períodos de alta e baixa intelectual...” e “As vezes ler sartre com a gata dormindo entre as pernas é janta”. O eixo intuição (N) é fortíssimo, pela ênfase em teoria, abstrações e estruturas: marxismo, fenomenologia, crítica ao capitalismo e à moral, como em “A monogamia como modelo estruturante e de manutenção da propiedade privada sim é um problema...” e “Acredita em 'verdadeiro' marxismo = visão política limitada...”. São claramente thinking (T): argumentam de forma lógica, analítica e muitas vezes brutalmente franca, priorizando coerência teórica sobre agradar os outros, como em “350 anos de capitalismo e eu nunca vi um sem estado É só ler um pouquinho de história econômica, porra” e na crítica sistemática a aceleracionismo e economia política em “Marx falando da filosofia que a economia política... tudo se transforma num estranhamento para o dinheiro...”. A preferência por julgamento (J) aparece na necessidade de estrutura e posicionamentos firmes: metas de longo prazo como aprender alemão e francês “Preciso aprender alemão e francês em, no máximo, 10/15 anos Questão de trabalho msm”, um plano de estudos de fenomenologia “Ano que vem vou estudar mais fenomenologia, eu preciso demais” e avaliações categóricas de sistemas, pessoas e correntes teóricas. No conjunto, o foco em teoria, planejamento, crítica estrutural e tom cortante, porém articulado, encaixa melhor com um perfil INTJ do que com tipos mais flexíveis ou orientados ao sentimento.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Sociólogo em formação, pai corinthiano, leitor de Marx e Sartre. Já discuti Holodomor no almoço de família e sobrevivi pra twittar.– @MarxCorinthian0

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida forte representa o corinthiano periférico, contundente e apaixonado, que grita “CORINTHIANS CARALHOOOOO” e discute política sem medo. O licor de café bem amargo é a amargura serena do "poeta do turvo", que encara a dureza de nascer pobre ao dizer que nascer assim é ser um Zé ninguém em um mundo que te empurra pro atacadão “Nascer pobre é nascer um Zé ninguém, um nada. É duro isso.”. O xarope de rapadura traz a doçura resistente da periferia, aquela ternura contraditória de quem olha pro funk ostentação e enxerga abandono e carência de expectativas “A ostentação do funk só revela o quão abandonada o pobre da periferia é.”. O bitter de cacau simboliza o marxista que não tem medo da dureza teórica, de chamar aceleracionista de frouxo e de lembrar que nunca existiu capitalismo sem Estado “Conheci 10 aceleracionistas na minha vida [...] o resto eram trágicos”, “350 anos de capitalismo e eu nunca vi um sem estado”. A espuma de frutas vermelhas, leve e dramática, é o lado gótico negro, pai, estudante de Ciências Sociais que lê Marx e Sartre com a gata dormindo entre as pernas “As vezes ler sartre com a gata dormindo entre as pernas é janta”, rindo do próprio exagero performático “Eu fui bem performático no começo desse ano” e fazendo piada até com a própria relação com o capital, como em “Eu depois de enfiar commodities na minha bunda”.

Sua Casa de Hogwarts
Este perfil transpira gosto pelo estudo sistemático e reflexão teórica, o que é muito característico da Corvinal. Ele fala explicitamente de processos intelectuais, como em “Sempre tenho períodos de alta e baixa intelectual, sinto que desde 20 de dezembro estou nas baixas É horrível, e só passa depois de uma mudança de percepção como se encara o processo intelectual” e em “Ano que vem vou estudar mais fenomenologia, eu preciso demais”, mostrando uma autoconsciência quase acadêmica sobre o próprio pensar. Há também uma preocupação constante em ler autores complexos e discutir teoria: ele cita Marx, Sartre, fenomenologia e até a necessidade de aprender alemão e francês por questão de trabalho em “Preciso aprender alemão e francês em, no máximo, 10/15 anos Questão de trabalho msm”. Além disso, ele problematiza conceitos e nomenclaturas, como em “A única coisa do holodomor que eu acho minimamente suspeita é tratarem como GENOCÍDIO e INTENCIONAL [...] o holodomor ser chamado de genocídio é um erro de nomenclatura” e em “E existe moral que não seja artificial? Pergunta genuína Se entendemos 'natural' por tudo que foge ao ser humano, não existe autoridade natural”, o que revela um viés analítico fortíssimo. Mesmo quando é agressivo no tom, a base das críticas tende a ser teórica e conceitual, como em “Acredita em 'verdadeiro' marxismo = visão política limitada Não existe um marxismo uno e totalmente feito, existem vertentes boas e ruins [...]”, reforçando que seu impulso principal é discutir ideias, categorias e epistemologia. Há traços secundários de coragem/combatividade (Grifinória) e de ambição intelectual (Sonserina), mas o eixo dominante é o amor ao estudo, à teoria e à reflexão crítica — exatamente o núcleo de Corvinal.

Seu filme

Sua música
A combinação de marxismo, negritude, periferia e ódio às estruturas de poder encaixa diretamente no universo dos Racionais. Ele fala da experiência periférica com uma consciência de classe marcada, como em "Nascer pobre é nascer um Zé ninguém, um nada." e na revolta com quem fala da quebrada sem ser da quebrada em "Ser periférico é viver sobre o ódio dos bem vestidos, refém dos oportunistas e esquecido pelos acadêmicos". A crítica à exploração e ao abandono do povo ecoa versos de Diário de um Detento, visível quando ele diz que "O poder simbólico legitima qualquer agressão ao corpo" e quando destila ódio contra o sistema penal e jurídico em "A constituição é tão boa que deixa estuprador de criança livre [...] Eu quero que a constituição se foda, companheira.". Além disso, sua visão sobre como o capitalismo molda e destrói vidas, como em "O trap é plantado pela cia pra emburrecer nós negros e nada tira isso da minha cabeça", dialoga com a denúncia estrutural presente na música. A mistura de pessimismo, dureza e poesia amarga – ele mesmo se define como "poeta do turvo" – combina com o tom cru, confessional e politizado de Diário de um Detento.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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MarxCorinthian0
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