
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A mistura de paixão exagerada por futebol, drama constante e humor autodepreciativo lembra muito o Homer Simpson. Ele é completamente entregado ao São Paulo, oscilando entre amor e ódio, como em “que time desgraçado mano, como pode ? puta que pariu” e “Finalmente, uma vitória”, o que lembra o jeito do Homer de sofrer e comemorar com o time dele. O tom impulsivo e exagerado aparece em coisas como “VAI TOMAR NO CU TAPIA” e “Caralho eu to todo fudido, semana retrasada eu abri o pulso e semana passada torci o tornozelo, PQP”, bem no estilo desastre ambulante do Homer. Ao mesmo tempo, ele é extremamente emocional e sentimental com música e amor, como em “A vontade de amar me assombra demais” e “Que vontade de amar até doer e eu querer corroer todos os meus ossos”, algo que o Homer também demonstra de forma intensa (e meio atrapalhada) com a família. Por fim, o jeito de tentar anestesiar os problemas com humor, bebida e rock, em posts como “Eu não sou de beber, mas se beber melhora” e “É perdi meu óculos, mas é o rock 🤘”, reforça esse paralelo com o Homer: caótico, dramático, mas com um coração enorme por trás de toda a confusão.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para fora (E) do que reservados: falam de festas, viagens, shows e interações sociais com intensidade e humor, como em “Fiquei transtornado ontem, pelo menos era transtornado em Floripa” e “Mudança ontem e hoje, e agora pra noite ainda show do pierce the veil 😬😬😬”, além de brincar sobre ir trabalhar na Starbucks em “Vou ter que ir na Starbucks trabalhar…”. No eixo S/N, apesar de muitos detalhes concretos do dia a dia, o foco emocional e reflexivo em memórias, vontade de amar e pensamentos recorrentes indica intuição: “quanto mais ignoro os pensamentos piores eles ficam, agora ta virando lembranças” e “Que vontade de amar até doer e eu querer corroer todos os meus ossos” mostram uma mente muito voltada para camadas internas e significado. A forma como se posiciona é carregada de emoção e empatia, tipicamente F: sofre com músicas (“Tem umas músicas que machucam demais, tá maluco”), se deixa afetar por arte (“É tão lindo ver um artista conseguindo colocar os sentimentos verdadeiros na sua arte”) e fala de amor e solidão com vulnerabilidade, mesmo quando usa humor e palavrão. No eixo J/P, ele mostra muita espontaneidade, impulsividade e improviso, como em “Eu estava pensativo se comprava um chopp de 300ml pra tomar enquanto almoçava, acabou que comprei 1L” e no jeito de lidar com viagens, festas e decisões emocionais em cima da hora, além de frases como “Queria fazer uma loucura”. No conjunto, o perfil é de alguém expansivo, emocional, apaixonado por música e experiências intensas, oscilando entre euforia e melancolia, o que casa bem com ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Torcedor sofredor do São Paulo, devoto de Fresno, Liniker e jogos indecentes de bons. Já zerei Silksong e ainda erro gol sozinho.– @mauriciossk

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e meio amargo, igual sofrer com o São Paulo e ainda assim comemorar gritando “VAMO POORRAAAA”. A cachaça envelhecida representa o sofrimento antigo de torcedor, aquele desespero de ver que “esse time vai ser rebaixado e tem mais que se fuder mesmo”. O licor de café entra pelo lado madrugada, trabalho e cansaço, tipo ir trabalhar sem comer esperando salgado que só chega de tarde em “Vim pro trabalho sem comer nada cedo pq falaram que ia ter salgado”. O suco de maracujá azedo é o caos emocional de querer amar até doer, como em “Que vontade de amar até doer e eu querer corroer todos os meus ossos” e “A vontade de amar me assombra demais”. O xarope de mel com pimenta é a mistura de carinho e grosseria, o jeito doce e explosivo de xingar jogador em “VAI TOMAR NO CU TAPIA” e ao mesmo tempo se derreter por música em “Eu amo a época de wrapped do spotify, fico ansioso todo ano”. Por cima, a espuma de cerveja Pilsen é o toque de descontração de quem compra 1L de chope sem nem perceber em “Eu estava pensativo se comprava um chopp de 300ml pra tomar enquanto almoçava, acabou que comprei 1L” e termina o dia berrando Fresno no carro em “Cantar Era pra sempre Fresno berrando perdendo a voz, enquanto dirigia na salinas era algo que eu precisava”.

Sua Casa de Hogwarts
Makoto mostra um perfil muito emocional, impulsivo e corajoso no jeito de viver e de torcer, que combina fortemente com a Gryffindor. A relação intensa com o São Paulo e o futebol aparece em explosões de sentimento, como em “VAI TOMAR NO CU TAPIA” e “Esse time vai ser rebaixado e tem mais que se fuder mesmo, tolói é horrível”, revelando alguém que reage de peito aberto, sem filtro, típico de um grifinório. Ele também se entrega sem medo a paixões e sofrimentos emocionais, como em “Que vontade de amar até doer e eu querer corroer todos os meus ossos” e “A vontade de amar me assombra demais”, mostrando intensidade e coragem para sentir tudo ao máximo. Há um traço de enfrentar a dor e o caos na brincadeira com o próprio corpo e saúde, como em “Caralho eu to todo fudido, semana retrasada eu abri o pulso e semana passada torci o tornozelo, PQP”, que reforça essa postura de encarar as coisas de frente. Além disso, ele se joga em shows, viagens, bebedeiras e experiências, como em “Mudança ontem e hoje, e agora pra noite ainda show do pierce the veil 😬😬😬” e “Eu não sou de beber, mas se beber melhora”, o que mostra um espírito impulsivo e ousado, muito mais alinhado à Gryffindor do que ao pragmatismo de Slytherin ou à tranquilidade de Hufflepuff.

Seu filme

Sua música
A personalidade do Makoto mistura zoeira, sofrimento amoroso e paixão intensa por música, o que combina demais com o drama meio debochado de “O Arrocha Mais Triste do Mundo”. Ele vive falando de músicas que machucam, como em “Tem umas músicas que machucam demais, tá maluco” e “é pericles, essas ai machucam demais”, e também de como artistas colocam sentimentos reais na arte, como em “É tão lindo ver um artista conseguindo colocar os sentimentos verdadeiros na sua arte”. Ao mesmo tempo, ele é altamente passional, seja com o São Paulo — “é bizarro o quão deprimente é torcer pra esse time” — ou com o desejo de amar, como em “A vontade de amar me assombra demais” e “Que vontade de amar até doer e eu querer corroer todos os meus ossos”. Essa mistura de sofrimento, ironia e coração grande é exatamente o clima da música: um dramalhão emotivo, intenso, mas com um quê de humor triste que combina muito com as timelines dele. Além disso, ele já declarou amor à banda, como em “Como pode fresno ter umas canetadas muito boas né mano ? absurdo”, o que reforça que a trilha sonora ideal pra ele provavelmente sairia mesmo de um disco do Fresno.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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mauriciossk
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