
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais com a Lisa Simpson: muito apaixonada por coisas nerds e artísticas, engajada politicamente e sensível a questões sociais. Assim como a Lisa, ela é super envolvida com estudo/criação e criatividade, fazendo projetos próprios de programação e design, como o site de fichas de T20 em “Tô de férias e sem nada pra fazer, então decidi fazer um sitezinho pra fazer fichas de T20” e as commissions de documentos de RPG em “Commissions abertas! Crio documentos personalizados para RPG”. Também demonstra um senso crítico muito forte sobre política e sociedade, como em “Já pararam pra pensar que, memes sobre política, não ironicamente, são uma das maiores fontes de propaganda política da atualidade” e nas críticas ao sistema de saúde dos EUA em “As pessoas sofrem pra caralho com saúde [...] Pra dps aparecer BR defendendo :(”. O posicionamento claro em questões LGBT+ e trans, como em “O simples apoio a uma pessoa trans, fez pessoas serem perseguidas e linchadas como monstros criminosos” e “Não Binários não são malucos, eu que sou maluca por eles”, também combina muito com a postura ética e empática da Lisa. Além disso, ela mistura esse lado sério com humor, autodepreciação leve e entusiasmo por jogos e cultura pop, o que lembra bastante a forma como Lisa é nerd, idealista, mas ainda assim adolescente e cheia de paixões intensas.

Seu tipo de personalidade MBTI
A balança pende para Extrovertida (E) porque ela demonstra muita energia social, gosta de interagir e comenta constantemente sobre amigos, mesas de RPG, trends de arte e pessoas: por exemplo, quando diz que ama trends de artistas e vai "seguir todos" (“Eu amo trends de arte. Isso artistas, continuem aparecendo...”) ou quando fala de precisar de alguém em call para cobrar foco enquanto programa (“Acho q preciso de alguém que ficasse call comigo...”). Ela é claramente Intuitiva (N), focada em ideias, simbolismos e teorias, como quando faz análise de lore e etimologia em Ordem Paranormal (“EU SEI O QUE ISSO SIGNIFICA: Hecatombe é uma palavra que significa um genocídio...”) ou quando propõe uma thread conceitual sobre protagonista x herói (“Você sabe a diferença entre protagonista, personagem principal e herói?”). O eixo F (Feeling) aparece no forte posicionamento emocional, empatia e centralidade de valores: ela se indigna com injustiças contra pessoas trans (“enquanto a comunidade trans luta [...] muitas pessas não nos veem nem como humanos.”), demonstra carinho explícito por pessoas não-binárias (“Não Binários não são malucos, eu que sou maluca por eles 🤤.”) e reage muito pela lente de afeto e respeito. Por fim, ela parece mais Perceiving (P) do que J, pois vive reclamando de improdutividade, falta de foco e projetos em andamento sem muita estrutura, como no site de T20 que "ainda falta... todo o resto" (“decidi fazer um sitezinho pra fazer fichas de T20 [...] Por enquanto tá assim, ainda falta... todo o resto :D”) e na dificuldade de se organizar para seu projetinho (“Aff, to me sentindo muito improdutiva, não consigo concentrar pra fazer no meu projetinho :(”). Somando a sociabilidade, entusiasmo com fandoms, arte, metal, RPG e a combinação de defesa de valores com criatividade e certa bagunça, o tipo que melhor encaixa é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Trans, RPGzeira e dev de tralha nerd. Faço cartas, grimórios e docs de campanha. Já traumatizei mais player que muito boss de Hollow Knight.– @May_terceira

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, mas doce, tipo quem passa a noite programando ficha de T20 e enchendo os outros de lore de RPG. A base de vodka com café é pra energia caótica de quem abre thread didática sobre narrativa em jogos e histórias, como em “Você sabe a diferença entre protagonista, personagem principal e herói?”. O licor de amêndoas é o lado acolhedor e apaixonado por arte e artistas, transbordando em posts como “Eu amo trends de arte. Isso artistas, continuem aparecendo…”. O xarope de frutas vermelhas representa o sangue derramado em campanhas tenebrosas, com imagens pra meter medo nos players, como em “Imagenzinhas q fiz pro meu RPG pra tacar medo nos player”. O limão siciliano dá a acidez crítica pras tiradas políticas e sociais, por exemplo em “O simples apoio a uma pessoa trans, fez pessoas serem perseguidas e linchadas…”. A purpurina azul é a parte glam, girando de vestido como um peão místico nerd, tal qual em “Normalizem pessoas de vestido virarem bayblades e só andarem girando”, selando o ritual desse coquetel completamente May-core.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra um prazer muito claro em aprender, dissecar ideias e estruturar raciocínios, como quando decide explicar conceitos de narrativa em thread, distinguindo protagonista, personagem principal e herói em “Você sabe a diferença entre protagonista, personagem principal e herói?”. Também mostra curiosidade analítica e gosto por debates de ideias, comentando como as pessoas discutem usando metáforas sem argumentos sólidos em “metade dos comentários é de gente retrucando com metáfora atrás de metáfora” e criticando a fragilidade de argumentos religiosos em “Bizarro como ainda acham que a aposta de Pascal é um bom argumento...”. Há um lado fortemente técnico e autodidata quando ela se anima a programar um site para fichas de T20 em “decidi fazer um sitezinho pra fazer fichas de T20... ainda falta... todo o resto :D” e se frustra detalhadamente com o sistema de checkbox em “3 HORAS PRA FAZER UM SISTEMA DE CHECKBOX INTERATIVO DESCENTE”. Além disso, ela analisa mídia com rigor quase acadêmico – política, game design, economia de jogos e indústria cultural – como em “Já pararam pra pensar que, memes sobre política, não ironicamente, são uma das maiores fontes de propaganda política da atualidade.” e na crítica à indústria que transforma arte em produto em “Maldita seja a indústria que transforma arte em produto”. O conjunto desses comportamentos – prazer em estudar, autocrítica intelectual, curiosidade técnica e desmonte de argumentos ruins – encaixa muito mais no perfil clássico da Corvinal do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com a May é Transsexual Transylvania, da Sophia Starling, pela mistura de identidade trans, estética dark/nerd e vibe poderosa. Ela é abertamente trans e fala bastante disso, por exemplo quando comenta sobre apoio a pessoas trans e desumanização em posts como “O simples apoio a uma pessoa trans...” e quando brinca sobre transição em “é Normal minha meta de transição ser a skin escuridão da duquesa do elden ring nightreign?”. A música tem esse clima de RPG gótico e teatral que combina com alguém que ama criar símbolos de ritual e grimórios, como em “Fui tentar fazer símbolo de ritual, até que gostei do resultado...” e vive fazendo documentos temáticos para mesa de RPG em posts de commissions como “Crio documentos personalizados para RPG”. Além disso, a May tem uma energia bem ‘alt-tab entre código, RPG, metal e militância’, como mostra em “Amo botas, adoro botas, quero botas” e “Não Binários não são malucos, eu que sou maluca por eles”, que casa muito com a confiança queer e dramática da música. A faixa soa como trilha sonora perfeita para alguém que programa um site de fichas de T20 “decidi fazer um sitezinho pra fazer fichas de T20” enquanto ouve metal e planeja a próxima sessão de Ordem Paranormal.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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May_terceira
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