
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela é claramente uma Lisa Simpson da USP Letras: idealista, preocupada com política e justiça social, e bem crítica com quem é sem noção, como quando reclama de gente dizendo que 'roubaram minha vaga' em vestibular em “sério ranço desse povo 'ai roubaram minha vaga' não roubaram sua vaga, você não estudou o suficiente e não passou, e quem estudou passou e merece”. Assim como a Lisa, ela é ligada a estudo e vida acadêmica, comentando prova, notas e curso em “quando suas notas estão boas, voce ama seus amigos, ama seu curso, e tudo na sua vida tá otimo” e “será mesmo que é necessário aprender árvore sintática no meu primeiro ano de faculdade?”. Ela também tem um lado espiritual/metafísico meio nerd, com tarot e quartzos, bem vibe Lisa mística, como em “fiquei esse final de semana sem meu baralho de tarot e me sinto uma fera enjaulada” e “quando perguntam onde compro meus quartzos mas eu só vou no rio e pego”. Ao mesmo tempo, mantém um humor ácido e autocrítico, sobretudo com homens e relacionamentos, em “sinceramente eu amo fazer homem de palhaço, tem coisa que eu nem gosto, mas eu peço pra fazer só pra ver se faz mesmo”, lembrando a ironia e o feminismo jovem da Lisa. E, como a personagem, ela é intensamente afetiva com amigos e causas, mostrando amor pelos amigos e pela vida estudantil em “eu meio que amo meus amigos exageradamente” e “gente quem diria que consciência limpa realmente te faz dormir melhor, comer melhor e viver melhor”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente extrovertidos: falam de festas, open bar e socialização com animação, como em “ai to emocionada, vou beber em open bar 2 finais de semana seguidos” e “gente esse fim de ano ta servindo muitas gostosuras ne”, além de demonstrarem muito afeto pelos amigos em “eu meio que amo meus amigos exageradamente”. A preferência por Intuição (N) aparece no jeito irônico e conceitual de olhar para o mundo, como quando fala de classe social em “amigo voce fongindo ser playboy só parece um pobre sem consciência de classe” ou de universidade em “mas aqui no twitter os zé sem noção da realidade juram que usp e uniesquina é a mesma coisa na hora de arrumar emprego”. A dominância de Sentimento (F) é forte: há indignação moral e empatia, por exemplo em “sério ranço desse povo 'ai roubaram minha vaga' não roubaram sua vaga, você não estudou o suficiente...” e na defesa de pautas progressistas, como em “a vai ter otario que depois de hoje vai votar no tarcisio, voces merecem desgraça mesmo”. Já o lado Perceiving (P) aparece no improviso e no pouco planejamento: perder ponto de ônibus em “dormi no ônibus, passei do meu meu ponto e vim conhecer outros bairros”, se perder na Cidade Universitária em “me perdi na cidade universitária de novo nessa porraaaaa” e viver entre rolês, provas e caos, como em “pqp não da nem pra contar o tabto de merda que eu fiz na sexta...”. O conjunto de postura expansiva, humor caótico, afeto intenso pelas pessoas e visão crítica/abstrata do mundo combina muito bem com o tipo ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Letras USP ✏️ entre árvores sintáticas, tarot e bandejão. Uma vez dormi no ônibus, perdi o ponto e ganhei um bairro novo pra coleção.– @mclisinha

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte porque a dona dele é do tipo que vira copo com pressa, igual em "to com tanta pressa que vou virar 3 copos de uma vez pra ficar bebada rapido" e enfrenta ressaca moral em "pqp não da nem pra contar o tabto de merda que eu fiz na sexta". A cachaça artesanal representa a vida simples que ela ama, mas sem o cara do violão, como em "ai gente eu amo a vida simples na praia, mas quando chega a hora do dia que o cara saca um violão é a parte que eu mais odeio". O xarope de rapadura com limão é o açúcar ácido da militante que não tem paciência pra meritocrata, como em "não roubaram sua vaga, você não estudou o suficiente", e prode ser bem irônica com boy, vide "sinceramente eu amo fazer homem de palhaço". O licor de café é o lado estudante da USP, que bandeja com caneca em "ja faz 2 semanas que eu to levando só a caneca pra bandejar" e sofre com árvore sintática em "será mesmo que é necessário aprender árvore sintática no meu primeiro ano de faculdade?". O espumante rosé seco é o glitter afetivo do suruvão, do open bar e do momento de auge quando tocar "go go juice no suruvão", levantando o humor até depois de chorar em grupo em "chorar em grupo depois do horário de pico do dia mais cheio de ano realmente muda sua personalidade". E o bitter de ervas entra como o lado bruxona do tarot que descobre que o cara não superou a ex em "mas aí você ve no tarot que ele ainda não superou a ex" e investiga até indireta alheia em "quando alguem posta indireta e eu pergunto pro tarot do que se trata", deixando o drink com um final levemente amargo, mas extremamente sincero — igual a ela.

Sua Casa de Hogwarts
Lis mostra um senso forte de coragem política e disposição para se indispor com gente poderosa ou impopular, algo bem típico de Gryffindor. Ela fala sem rodeios contra reacionários e oportunistas, como em “a vai ter otario que depois de hoje vai votar no tarcisio, voces merecem desgraça mesmo” e “como é bom ver esses oportunistas sendo cancelados meu deusssss, a justiça sendo feita”, deixando claro que enfrenta o conflito de frente. Também é impulsiva, intensa e dramática nas situações do dia a dia, por exemplo em “pqp não da nem pra contar o tabto de merda que eu fiz na sexta, não da nem pra ficar de ressaca moral pq nem acredito ainda” e “to com tanta pressa que vou virar 3 copos de uma vez pra ficar bebada rapido”, o que combina com o lado "coração primeiro, cabeça depois" da casa. Além disso, ela demonstra disposição para lutar pelo que acha justo, tanto em relação à educação pública quanto à USP, como em “sério ranço desse povo 'ai roubaram minha vaga'...” e “mas aqui no twitter os zé sem noção da realidade juram que usp e uniesquina é a mesma coisa na hora de arrumar emprego”. Há até um traço de heroína exagerada quando diz “farei greve de fome até me aceitarem na turma da maria silva”, dramatizando o sacrifício pessoal em nome do que quer. O conjunto de coragem, impulsividade, franqueza e certa vocação para drama e confronto encaixa muito melhor em Gryffindor do que nas outras casas.

Seu filme

Sua música
A faixa girls da Rachel Reis combina muito com a mistura de deboche, romance caótico e vida universitária da lis. Ela vive falando de fazer homem de bobo e se divertir com isso, como em “sinceramente eu amo fazer homem de palhaço, tem coisa que eu nem gosto, mas eu peço pra fazer só pra ver se faz mesmo”, o que casa com a vibe de liberdade afetiva e autoindulgência da música. A vida de bar, open bar e farra aparece o tempo todo, tipo em “ai to emocionada, vou beber em open bar 2 finais de semana seguidos” e “to com tanta pressa que vou virar 3 copos de uma vez pra ficar bebada rapido”, que lembram a atmosfera de festa e amizade da canção. Ao mesmo tempo, ela é politizada, debocha de machismo e fascista, como em “medicina e linguistica usp disputando pra ver quem tem mais alunos facistas” e “ah lula meu presidente”, refletindo a postura de garota que se diverte, mas tem posicionamento. A combinação de misticismo (tarot, quartzos) com dramas amorosos, vista em “mas aí você ve no tarot que ele ainda não superou a ex”, também conversa com o tom sensível e despretensiosamente profundo da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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