
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do @meninocebola lembra muito o Bart Simpson, pela mistura de caos, humor ácido e vulnerabilidade escondida. Ele vive no deboche e na provocação, como em “Nicolás Maduro e Jair messias Bolsonaro praticando fisting na segunda temporada de Tremembé US” e “Seria xenofobia com sulista o equivalente a um racismo reverso ou apenas bom senso?”, o que combina com o espírito anárquico e politicamente incorreto do Bart. Ao mesmo tempo, aparecem momentos de solidão e crise existencial, tipo “Eu não consigo confiar em mim mesmo Eu não acredito em uma única palavra que saia da minha boca” e “Só me humilham todos os meus amigos né odeiam ninguém gosta de mim de verdade”, que lembram quando o Bart quebra a máscara de moleque travesso e mostra que sofre. O jeito performático e caótico, de viver em personagem, aparece em “Vou virar uma personagem em carga horária integral” e “De amor não morre o bobo”, muito similar à forma como o Bart faz drama e cena de tudo. E apesar de todo o niilismo de tweets como “Desisto dos meus sonhos e morro”, ainda existe uma faísca de ambição e vontade de fazer grande, tipo em “Nesse ano eu vou aproveitar todas, eu repito, TODAS as oportunidades de fazer grande.”, que combina com o lado sonhador e impulsivo do Bart.

Seu tipo de personalidade MBTI
A conta parece claramente mais voltada para dentro do que para fora, com muitos desabafos internos, inseguranças e autoanálises, o que combina mais com Introversão (I) do que com Extroversão. Exemplo: em vez de descrever grandes rolês sociais, ele fala de sumir e de se sentir mal consigo mesmo, como em “Eu tô sumindo galera Eu tô sumindo Ae eu falei que eu tô sumindo Galera Eu tô sumindo” e “Eu me sinto culpado por ter medo de acordar”. O foco é muito mais em sensações internas, significados e estados emocionais do que em fatos concretos ou listas práticas, o que aponta para Intuição (N): ele fala de pós-ironia, estética, sonhos e fantasia, como em “Ja não é nem desesperança, já nem tenho vontade dessa merda memo o bgl é post void, droga e deathgrips” e “Eu vejo por uma fresta de uma porta a possibilidade de sorrir”. Sua tomada de posição é fortemente emocional, com ênfase em sofrimento, amor, culpa e valor pessoal, o que sugere Feeling (F): ele escreve “Eu não sou uma pessoa ruim. Eu sou uma pessoa.” e “A sua felicidade me lembra que sou miserável”, priorizando sentimentos em vez de argumentos lógicos. Por fim, o estilo é caótico, impulsivo e pouco estruturado, cheio de decisões no fluxo do momento e mudanças de opinião, típico de Perceiving (P): ele mesmo diz “Eu não consigo confiar em mim mesmo Eu não acredito em uma única palavra que saia da minha boca Tudo que eu penso eu vou pensar o contrário 15 minutos depois” e fala de planos mais como desejos do que como estruturas fechadas, como em “Nesse ano eu vou aproveitar todas, eu repito, TODAS as oportunidades de fazer grande.”. No conjunto, a mistura de introspecção intensa, linguagem metafórica, foco em emoções profundas e vida caótica aponta com mais força para INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Rapper indie, fã de Tyler e Death Grips, já chorou por um cigarro e por um jogo de MSN. Entre Belém e Lincoln tentando não sumir de vez.– @meninocebola

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida forte representa a intensidade caótica e meio autodestrutiva do baguga, aquele que diz “Eu me desprendi de todos os meus desejos carnais eu só quero música e droga agora” e também solta um “Ja não é nem desesperança, já nem tenho vontade dessa merda memo”. O licor de açaí é a parte amazônica-afetuosa dele, o cara que manda “Eu #comi bife E #tomei açaí Agora vou #dormir Na #rede” como se fosse ritual sagrado. O xarope de Pepsi twist reduzida com limão traz a ironia cítrica do performático que decreta “Pepsi twist é o refrigerante dos performaticos” e vive rindo do próprio drama. O bitter de café bem torrado simboliza o peso existencial e a ansiedade de quem confessa “Eu não consigo confiar em mim mesmo” e solta uns “Eu me sinto culpado por ter medo de acordar”. Por cima, a espuma leve de fruki com toque de laranja é a camada de meme, praia, rolezinho e sonho estranho, tipo “Lean no fruki” e “SunSeekingSummer.mp4”, fingindo leveza enquanto tudo embaixo tá pegando fogo. No copo, o Baguga SunSeeking Sour.mp4 é um drink experimental, agridoce e meio perigoso: perfeito pra alguém que declara “Nesse ano eu vou aproveitar todas, eu repito, TODAS as oportunidades de fazer grande.” enquanto posta foto dizendo “Eu tô sumindo galera Eu tô sumindo”.

Sua Casa de Hogwarts
Há um traço forte de ambição e autopreservação que combina mais com a Slytherin do que com qualquer outra casa. Ele fala explicitamente de querer "fazer grande" em tudo que puder, numa mentalidade bem orientada a resultado: “Nesse ano eu vou aproveitar todas, eu repito, TODAS as oportunidades de fazer grande.”. Ao mesmo tempo, há um certo cinismo agressivo e um gosto por caos performático, como em “Descobri uma tática pra ser atendido primeiro no carrinho do choripan Ficar parado do lado do carrinho com death grips tocando mto alto pra causar desconforto”, que mostra esperteza estratégica e pouca preocupação em parecer "bonzinho". Ele também adota um discurso de desapego sentimental focado em prazer e intensidade — “eu só quero música e droga agora” e “Ja não é nem desesperança, já nem tenho vontade dessa merda memo o bgl é post void, droga e deathgrips” — o que reforça uma ética de sobrevivência emocional baseada em dureza e autodefesa. Mesmo quando fala de se sentir culpado ou miserável, há uma nota de orgulho em ser "imundo nojento" ou em ser a pessoa que causa desconforto, como em “Imundo nojento podre decomposto morto esquelético” e “Aqui nois não Farma aura noid Farma espírito obsessor”, o que é muito mais Slytherin pós-irônico do que vulnerabilidade Hufflepuff. Tudo isso sugere alguém ambicioso, autoirônico, que se arma com sarcasmo e teatralidade para se proteger, características clássicas de um Slytherin moderno.

Seu filme

Sua música
A música que mais combina com o @meninocebola é Yonkers, do Tyler, The Creator. Ele mesmo mostra ser profundamente moldado pela estética OFWGKTA, dizendo que sua identidade visual surgiu quando o gêmeo apresentou os trabalhos antigos do Tyler e que depois passou a engolir tudo da Odd Future e similares: “Minha estética surgiu principalmente quando meu gêmeo me apresentou os trabalhos antigosndo Tyler, a partir daí eu comecei a engolir tudo que saia da odd future e similar.” e “OFWGKTA”. Yonkers tem esse misto de autodepreciação, raiva, humor ácido e personagem performático que ecoa no jeito que ele fala de si: “Eu não sou uma pessoa ruim. Eu sou uma pessoa.”, “Eu não consigo confiar em mim mesmo Eu não acredito em uma única palavra que saia da minha boca” e “Vou virar uma personagem em carga horária integral”. Além disso, a agressividade catártica de Tyler em Yonkers se alinha ao fascínio dele por Death Grips e violência estilizada: “eu mataria alguem ao som de deathgrips” e “Ja não é nem desesperança, já nem tenho vontade dessa merda memo o bgl é post void, droga e deathgrips”. A faixa captura esse caos entre humor, ódio de si e vontade de performar algo maior que a própria dor, exatamente o tipo de energia que ele vive tuitando.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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meninocebola
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