
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito a Lisa Simpson: ele estuda filosofia e vive fazendo conexões entre arte, jogos e teoria, como quando comenta o manifesto dadaísta em “Perdi o sono e fiquei estudando dadaísmo. Na real eu só li o MANIFESTO DADA (1918) Tristan Tzara...”. Assim como a Lisa, ele é apaixonado por cultura e análise crítica, falando de jogos com profundidade estética e narrativa, citando coisas como “Hylics 2 é do caralho” e comparando cinema e videogame em “La La Land é o melhor musical pra quem não assiste musicais assim como Hollow Knight é o melhor metroidvania pra quem não joga metroidvanias”. Também demonstra sensibilidade e entusiasmo com pequenas coisas do dia a dia, como em “hoje de manhã recolhendo umas roupas no varal ouvi um passarinho com um canto muito bonito. queria entender de passarinho pra ouvir o canto dele de novo”. Ao mesmo tempo, tem um lado ácido e intelectualizado, criticando leituras rasas de mídia, por exemplo em “Mano ser fã de Metal Gear e querer entrar no exército só mostra que vc não entendeu porra nenhuma sobre oq os jogos falam”. Esse mix de intelectual, sensível e meio irritado com a burrice alheia combina perfeitamente com a personalidade da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I): falam muito de jogar sozinho, ver filmes e ler filosofia, como em “Perdi o sono e fiquei estudando dadaísmo. Na real eu só li o MANIFESTO DADA (1918) Tristan Tzara…” e “mother 2 na tv de tubo pq eu queria ver como que ficava”, e não de grandes rolês sociais. A preferência por intuição (N) aparece na forma como ele liga jogos, arte e filosofia, por exemplo ao comparar cinema e game design em “La La Land é o melhor musical pra quem não assiste musicais assim como Hollow Knight é o melhor metroidvania pra quem não joga metroidvanias” e ao comentar Duchamp e Calvin em “achei essa tirinha do Calvin num livro do Duchamp e ela faz uma referência a essa obra dele”. Ele é nitidamente thinking (T): é direto, às vezes agressivo, chamando opiniões de burras em “imagina ser burro e falar uma coisa dessas” e criticando jogos de forma crua em “esse jogo é muito ruim, mas não queria usar imagens dele na minha crítica que to fazendo”, priorizando análise e lógica em vez de suavizar o tom. A tendência perceiving (P) aparece na espontaneidade e falta de rigidez: ele se joga em discussões de RE sem planejamento em “PQP, pq que eu fui falar sobre RE agr to numa discussão infinita”, muda de foco entre jogos, séries e estudos de madrugada em “Perdi o sono e fiquei estudando dadaísmo…”, e vai descobrindo coisas como Twin Peaks e Shadow of the Colossus de forma bem casual em “acabei de assistir o primeiro episódio de Twin Peaks e caralho eu tenho que ver essa série inteira” e “Shadow of The Colossus é insano de bom vsf eu devia ter jogado ele antes”. Juntando tudo, o retrato que mais encaixa é o de um INTP: analítico, irônico, muito voltado a ideias e crítica de mídia, com humor ácido e vida bem não-planejada.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Filosofia na Unicamp, fã de survival horror e cinema esquisito. Já perdi o sono por Dadaísmo, Twin Peaks e um save de Resident Evil.– @MeninoJ0RGE

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte e meio amargo, porque você é o cara que fala “me veio a vontade de desejar a morte a todos os fãs de Hollow Knight” e solta um “se vc acha que trilha sonora não tem nenhum impacto e não é necessária para um jogo vc é muito burro” sem dó, então entra cachaça envelhecida pra representar essa sinceridade agressiva. O vermut doce aparece pra lembrar que no fundo você vibra com as coisas simples, tipo “a água voltou aqui em casa to muito feliz” e ouvir passarinho no varal (“queria entender de passarinho pra ouvir o canto dele de novo”). O Campari simboliza seu lado crítico, sempre julgando remake nojento e jogo mid, como em “mano que remake nojento” e “senti muito isso jogando In Sound Mind e pqp que jogo mid”. O licor de café entra pelo seu estilo madrugada-filósofo, estudando dadaísmo (“Perdi o sono e fiquei estudando dadaísmo”) e jogando survival horror até tarde, tipo “to gostando pra caralho de sh2 até agr”. O twist de laranja queimada representa seu gosto por obras intensas e cinematográficas, como quando diz “Shadow of The Colossus é insano de bom vsf” e quer rever Oldboy pela quinta vez (“vou ter que assistir oldboy de novo pela 5ª vez”), deixando um aroma dramático e um final marcante, igual seus surtos sobre Resident Evil (“Não tem jeito, acho que nunca vão entender oq é Resident Evil”).

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do @MeninoJ0RGE transpira curiosidade intelectual e interesse teórico, algo bem característico da Corvinal. Ele estuda filosofia na Unicamp e se interessa por arte e teoria, como quando comenta sobre Danto, Capela Sistina e Resident Evil 5 em um mesmo contexto em “o Danto falou sobre o piss filter que tinha na Capela de Sistina e agr ele tá no 4chan falando sobre Resident Evil 5”, além de ler manifestos dadaístas em “Perdi o sono e fiquei estudando dadaísmo. Na real eu só li o MANIFESTO DADA (1918) Tristan Tzara…”. Ele demonstra também um olhar analítico e crítico sobre jogos e mídia, discutindo estrutura, controles e design em tweets como “eu genuinamente não consigo entender essa crítica sobre a trilogia original de resident evil...” e “cara, eu não consigo entender isso. eu não achei que o crash 1 (ps1) tinha controles travados…”. Há uma valorização forte de escrita, narrativa e linguagem em jogos e filmes, como em “the video games I think have the best writing” e no entusiasmo por séries e cinema autoral em “mano talvez eu realmente assista agora 2001 A Space Odyssey e Blade Runner…”. Além disso, ele gosta de fazer conexões criativas entre mídias e ideias, como quando aproxima Otacon/Raiden e Clube da Luta em “a arte ficou do caralho mas seria muito legal se em vez do Otacon fosse o Raiden pq ele quer ser o Snake do mesmo jeito que o narrador quer ser o Tyler”. Essa mistura de curiosidade, análise e referências culturais complexas é muito mais típica de um corvino do que de outras casas.

Seu filme

Sua música
A melhor música para o @MeninoJ0RGE é Welcome to the Black Parade, porque mistura dramaticidade, melancolia, paixão intensa por arte e um senso quase épico de identidade – tudo que aparece na timeline dele. Ele leva muito a sério as obras que ama, como quando fala que Shadow of the Colossus é "insano de bom" (“Shadow of The Colossus é insano de bom vsf eu devia ter jogado ele antes”) e que Hylics 2 é "do caralho" (“Hylics 2 é do caralho”), o que combina com o tom grandioso e emotivo da música. Ao mesmo tempo, ele tem um lado meio cínico e agressivo, chamando opiniões ruins de burras (“imagina ser burro e publicar essa burrice. insano”) e detonando jogos, o que conversa com a revolta juvenil e o tom de desabafo da letra. A obsessão dele com narrativa, trilha sonora e direção, seja em jogos como Metal Gear, Resident Evil e Silent Hill ou em filmes como Oldboy e La La Land (“La La Land é o melhor musical pra quem não assiste musicais assim como Hollow Knight é o melhor metroidvania pra quem não joga metroidvanias”), também ecoa o caráter quase cinematográfico de Welcome to the Black Parade. E, no fundo, apesar da pose agressiva, ele é um romântico da arte, alguém que fica pensando em passarinho no varal (“ouvi um passarinho com um canto muito bonito. queria entender de passarinho pra ouvir o canto dele de novo”) – esse contraste entre dureza e sensibilidade é exatamente o coração da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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MeninoJ0RGE
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