
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A vibe da mei lembra muito a Lisa Simpson: sensível, politizada, irônica e sempre pensando demais sobre tudo. Ela comenta questões sociais com senso crítico, como quando fala de machismo em tom de piada inteligente em “o machismo estrutural é tão forte que até mesmo mulher cobra que homem seja um lobisomem” e critica a forma como empresas lidam com assédio em jogos em “não acredito que eles removeram o voice ao invés de simplesmente ter pessoas de verdade na moderação pra banir os pedófilos, eles realmente não se importam”. Ao mesmo tempo, ela é muito emocional, fala de estresse, tristeza e sensação de inadequação em posts como “esses sentimentos internos me fazem muito mal” e “queria ser bonita”, o que lembra o lado inseguro da Lisa tentando se encaixar. Ela também tem interesses bem específicos e "nerds" em games e animes, discutindo Genshin, Bleach e Dragon Ball em tweets como “primeira vez que o genshin me faz chorar” e “dragon ball é mid e é influente...”, algo que combina com a Lisa fã de cultura pop e leitura. Por fim, mesmo em meio ao caos da família e da vida, ela ainda tenta ser racional e crítica com o mundo e consigo mesma, o que é bem espírito Lisa Simpson.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais introspectivos (I) do que voltados pra socialização: falam muito de sentimentos, cansaço e querer ficar na deles, por exemplo em “queria não ter medo de dormir por ter pesadelos” e “tive um pesadelo to bem mal”, além de reclamar de gente bizarra em jogo online em vez de buscar mais contato em voz, como em “eu só não jogo isso mais frequentemente porque o povo é bizarro, tava sofrendo praticamente assédio no final do jogo porque não abri o mic”. A forma como comentam mídia, política e identidades aponta pra Intuição (N): fazem generalizações e reflexões conceituais, como em “dragon ball é mid e é influente, muitas coisas são mid e são influentes e as pessoas gostam” e em críticas sociais como “coisas como essa me fazem me sentir muito superior intelectualmente, imagina acreditar que teve gente que escolheu nascer fodido”. A dominância de desabafos emocionais, empatia com grupos vulneráveis e sofrimento interno mostra forte Feeling (F): falam do impacto da mãe e da família em “minha mãe é muito sem noção, ela acha que eu não penso toda hora que eu desisti da faculdade [...] porque tava pra me matar de tanto problema” e se posicionam com indignação moral contra transfobia e pedofilia, como em “não deem atenção a esse perfil, é viado transfóbico com hiperfixação em genital” e “não acredito que eles removeram o voice ao invés de simplesmente ter pessoas de verdade na moderação pra banir os pedófilos”. Por fim, o estilo caótico, autoirônico e pouco organizado indica Perceiving (P) mais que Judging: falam de tentar a sorte no SISU em vez de um plano rígido em “peguei uma vaga sem querer porque não prestei atenção e agora vo tenta a sorte amanhã”, alternam entre temas sem estrutura e vivem reclamando de improvisos do dia a dia, como em “meus planos pro futuro envolvem morar em um país frio fodase essa bosta de país tropical” e “galera e se eu EXPLODIR EM? e se eu MORRER EM? EM E AÍ?”. O conjunto de introspecção intensa, foco em sentimentos, idealismo social e vida meio desorganizada combina fortemente com um perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
PCD, trans, futura universitária e sobrevivente do Sisu. Gamer que tira print errado no Xbox e sonha em fugir pro frio e comer cuscuz sem culpa.– @mercurymei

Seu coquetel exclusivo
O Cabbits Chaos Cooler é um drink doce e meio caótico, perfeito pra alguém que diz “realmente não sei o que pensar meu cérebro só derrete e é isso”. A vodca com leite representa o lado frágil mas resistente de quem admite ““eu amo leite só de ganhar leite já fico feliz” em meio ao estresse e aos surtos. O licor de morango tipo bolo Village é a defesa apaixonada das coisas injustamente odiadas, como quando ela reclama do preconceito com o famoso bolo de morango em “queria entender o preconceito que tem com o bolo de morango que é o village”. O xarope de cuscuz doce é puro conforto nordestino, uma homenagem à alegria quase dramática de “meu deus eu tô comendo cuscuz depois de UM ANO”. A espuma cítrica amarga traz o gosto meio azedo da vida, ecoando o desespero em posts como “galera e se eu EXPLODIR EM? e se eu MORRER EM? EM E AÍ?” e a fadiga com calor, família e Sisu. Por fim, o glitter roxo iridescente simboliza sua estética gamer-otaku-dramática, os surtos sobre Genshin e shounens como em “primeira vez que o genshin me faz chorar” e o eterno desejo de se sentir bonita em “queria ser bonita”.

Sua Casa de Hogwarts
Mei mostra um senso forte de autopreservação e agressividade direcionada, típico de Slytherin, quando fala de forma extremamente dura consigo mesma e com a própria existência, como em “por que você não morre em? por que você não da um fim nessa sua vidinha miserável em? ninguém vai sentir sua falta”, o que revela um olhar frio e radical sobre si mesma e o mundo. Há também um impulso de resolver problemas de forma extrema ou violenta, como em “galera e se eu EXPLODIR EM? e se eu MORRER EM? EM E AÍ?” e “alguem tem que matar ele urgente”, mostrando um traço de intensidade e tudo-ou-nada comum em Slytherins. Ela demonstra postura combativa e vigilante contra pessoas que atacam minorias, como em “não deem atenção a esse perfil, é viado transfóbico com hiperfixação em genital”, o que revela instinto de defesa do próprio grupo e disposição para conflito direto. Também há um claro desejo de fuga e ascensão, rejeitando o lugar em que vive e sonhando com algo melhor, como em “meus planos pro futuro envolvem morar em um país frio fodase essa bosta de país tropical abandonado por deus”, o que indica ambição e vontade de escapar das limitações atuais. Ao mesmo tempo em que é sensível e vulnerável em vários tweets, a forma como ela canaliza essa dor em sarcasmo, ódio direcionado e desejo de mudança encaixa melhor no arquétipo de uma Slytherin ferida do que em casas mais conciliadoras como Hufflepuff.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina bem com a mei é Bury the Light, do Casey Edwards com o Victor Borba, porque ela tem essa mistura de humor, caos e sofrimento interno que aparece muito nas letras. Ela fala de explosão emocional e cansaço de tudo, como quando diz “galera e se eu EXPLODIR EM? e se eu MORRER EM? EM E AÍ?” e “eu to estressada demais eu vo explodir”, o que bate com o tom dramático e quase apocalíptico da música. Ao mesmo tempo, há um peso de sentimentos internos e sofrimento silencioso, refletido em “esses sentimentos internos me fazem muito mal” e no medo constante de pesadelos em “queria não ter medo de dormir por ter pesadelos”. A música também fala de identidade partida e luta consigo mesmo, que ecoa na forma como ela lida com corpo, autoestima e ser trans, como em “to concorrendo pra ampla concorrência, pcd, trans e com nota de 2024 misericordia kkkkk” e “queria ser bonita tlgd”. E, apesar do tom pesado, tanto a música quanto ela têm um lado meio irônico e memético, como no humor ácido de “well behaved bottoms rarely make history ✨” e nos surtos engraçados com jogos e cultura pop, o que casa com a dramaticidade épica e exagerada da faixa.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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mercurymei
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